quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

CLASSE, GLAMOUR, SAVOIR-FAIRE, TEU NOME É ...


                                                        CARMEM MAYRINK VEIGA.


     Nove entre dez mulheres - de todas as épocas e lugares - gostariam de ser como ela, ter a vida que ela teve, viver como ela viveu; gostariam de ter tido a oportunidade de passar mil vezes na mesma fila, a qual ela só precisou de uma vez para ser quem foi, é e sempre será. Numa (triste e ridícula) era na qual a sociedade (alta, mediana e baixa, econômicamente falando) valoriza, além da medida e do bom senso, a total vulgaridade, esta Mulher - e não simplesmente mais uma mulher - dona de um porte, classe e cultura sem igual chamada Carmem Terezinha Solbiati, nasceu em Pirajuí (SP) em 24.04.1929, filha de dona Maria de Lurdes de Lacerda Guimarães e Enéas Solbiati, tornando-se aos depois a famosa e inimitável Carmem Terezinha Solbiati Mayrink Veiga no dia 25.06.1956 quando se casou com Antonio Alfredo Mayrink Veiga, dono da empresa Casa Mayrink Veiga. Pronto. Bastou este matrimônio - que abalou toda a alta sociedade da corte brasileira naquele ano - acontecer para o belo, rico e harmonioso (em todos os sentidos falando) casal tornar-se o mais chique da América do Sul, respeitado, reverenciado - e, por que não? - adorado, bajulado, por marcas (nomes) como Truman Capote, Diana Vreelanda e Anna Winton, da exclusivérrima revista Vogue, além de várias outras celebridades, locomotivas (termo bastante usado pelos colunistas nos "anos dourados", no auge do glamour do high-society) do jet-set internacional, cabeças coroadas - a exemplo da casa real britânica - e até mesmo chefes-de-Estado.
     "Ser chique não é apenas ter dinheiro. É ter um estilo, personalidade e comportamento", diz um de meus vários pensamentos. E não é verdade, chérrie? Muitos por aí não possuem um níquel furado e tem berço, são eternamente chiques e (espiritualmente) vips. Todas as portas se abrem, ao contrário de alguns new-riches que são "podres de ricos" (expressão mais chula, deselegante e desgastada), e paupérrimos no jeito de ser, portando-se... deixa pra lá!.
     Carmem Mayrink Veiga, durante décadas, foi sinônimo de tudo de bom, charmoso e refinado - social e culturalmente falando - que o Brasil tinha (e, graças a Deus, ainda tem) para mostrar ao mundo; até mesmo nas seletas cerimônias oficiais do governo federal seu nome era o primeiro da lista, servindo de exemplo para inúmeras mulheres de presidentes da sua época (não menos elegantes) como, por exemplo, Maria Tereza Goulart, Dulce Figueiredo e outras, as quais faziam questão - mesmo mulher tendo inveja da outra - de tê-la por perto, naturalmente ouvindo seus conselhos de A a Z. Aliás, não foi à toa que, em 1997, a editora Globo lançou o livro 'A B C de Carmem" (imperdível!), um verdadeiro fenômeno de vendas. Com a publicação deste clássico dos clássicos para os "bem nascidos", desta Bíblia da elegância, muitos diamantes brutos do high-society foram lapidados e, diga-se de passagem, até hoje muitas por aí precisam urgentemente dos sábios conselhos de Carmem Mayrink Veiga, para, com seus preciosos ensinamentos, aprender a ser mesmo uma colunável (por mais que apareçam nas colunas), uma verdadeira dama da sociedade (no sentido literal da palavra) e não envergonhar seus maridos no "entrar e no sair". Mulheres que se acham o que não são por TER e não SER uma cópia - por pior que seja xerocada - de uma Carmem da vida. Algumas consultoras de moda e etiqueta (?) - claro que toda regra tem excessão, e podemos incluir aqui marcas como Constanza Pascolato, Glória Kalil e Regina Martelli - deveriam, se for possível, conviver alguns segundos com "madame Mayrink Veiga". Ou, então, ler o livro dela, um verdadeiro guia de etiqueta, do bem receber e principalmente do SER o que muitos que tem caraminguás, não são. E jamais serão. (Dinheiro pode-se ganhar, que o diga a emergente e pitoresca personagem Griselda, da novela "Fina Estampa", TV Globo). Mas, savoir-faire... Tá difícil! Não sou que digo. É a história da alta sociedade brasileira, dos requintados salões do grand-monde, dos colunistas de ontem e hoje, que diz. Colunistas do nível de Hildegard de Angel (Perla Sigaud) e Mônica Bergamo, além dos saudosos Ibrahim Sued e Tavares de Miranda, papas dos colunistas tupiniquins.
     O high-society brasileiro é um capítulo à parte na história de nossa história. Mas a marca CMV (Carmem Mayrink Veiga) sempre será um divisor de águas, encabeçando um elenco estelar de damas - de ontem e hoje - socialites, dondocas, peruas ou locomotivas, como queiram, batizadas como Claude Amaral Peixoto, Vera Simão, Odile Marinho Rubirosa, Silvia Maluf, Narcisa Tamborindeguy, Alicinha Cavalcanti, Madeleine Saad, Lilibeth Monteiro de Carvalho, Thereza Collor, Gizela Amaral, Lilly de Carvalho Marinho, Tereza Sousa Campos, Bebel Sued, Rosana Beni, Helena Mottin, Marta Rocha, Adalgisa Colombo Teruskin, Regina Rique, Glória Severiano Ribeiro, Gigi Monteiro, Yara Baumgart, Vera Loyolla, Patsy Scarpa, Claudia Matarazzo, Lúcia Flexa de Lima, Helenita Araújo, Lucila Lins, Ana Sillos, Renée (versão feminina de minha xará) Behar, Claudine Boussardon, as baianas Margarida Luz, Regina Simões de Mello Leitão, Ana Maria Calmon de Sá, Juca Lisboa, Aurora Mendonça, Vera Luedy, Irene Irujo e várias outras vips (das vips), as quais chegaram a esta seletíssima classe não por ter (apenas) dinheiro, mas por terem classe, estilo, charme, cultura e bom gosto.
     Carmem é uma rainha. E foi assim retratada, em 1959, no famoso quadro assinado por Cândido Portinari. Seu olhar magnetiza, o sorriso cativa e o cheiro enlouquece, conforme todos que tem a honra de privar de sua intimidade. Carmem é uma deusa. Distante, inatingível. Carmem é um mito. (Reclusa, vive mais em casa do que frequentando os agitos do high-society. É mais fácil ver o Papa e a rainha da Inglaterra do que ela nas ruas).  Mesmo quando perdeu os anéis - no triste (e inesquecível) episódio da crise deflagrada em 1990 com o plano Collor - e suas contas bancárias foram bloqueadas, ao mesmo tempo que a empresa britânica Ferranti, de um de seus sócios, fechou as portas. Tempos inglórios, difíceis, para quem estava acostumada a transportar os ilustres convidados de suas recepções memoráveis, principescas, à bordo de supersônicos (Concorde, lembram?) que ela e Tony fretavam, sem falar nas temporadas de caça na Inglaterra e Austria, além dos mais de 400 vestidos de alta costura, criados exclusivamente para ela pelos mais renomados nomes (marcas) das "linhas e agulhas" internacionais. Um mundo distante de todos nós, assalariados, que não conhece o sabor da água mineral Perrier, o borbulhar de um autêntico Moet-Chandon, ou muito menos tivemos o previlégio de ser retratado por "deuses" da arte como Andy Warhol, Romero Brito, Pablo Picasso e Di Cavalcanti. Um mundo que nem no mais belo dos sonhos podemos imaginar as cores, o sabor e o cheiro que tem tais coisas; onde o trivial feijão com arroz (adorooo!!), mas caviar, trufas suíças e crêppe-suzete. Chique dos chiques!
     O mundo (quase) inatingível da alta sociedade é discriminado e muitos tem um certo preconceito com as pessoas que fazem parte deste universo. Acham-nas falsas, esnobes, que não se preocupam com a realidade além das mansões e dos condomínios de alto luxo, com quem não é prestigiado pelos colunistas, etc. E muitos o são, realmente. Mas, como em todas as esferas da sociedade - até mesmo no meio da classe que acorda às cinco da matina, não conhece nada de nada da vida - tem pessoas boas e más, gente normal com defeitos e qualidades. O diferencial está apenas no brilho dos holofotes que o próprio povo joga sobre eles, dando-lhes uma notoriedade que muitos não merecem. Endeusam quem tem dinheiro, sem que eles façam nada de excepcional para merecer este Olimpo. Carmem Mayrink Veiga veio para provar que dinheiro não é tudo. Tudo é ser Carmem Mayrink Veiga. Que pode perder tudo, menos o estilo, a classe e o glamour de quem perdeu os anéis, mas jamais a pose e dignidade, o orgulho de ser diferente dos demais, a majestade de uma autêntica rainha. De berço.
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima quinta-feira, se Deus quizer, aqui estarei. Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!
  
                                                                                                                                                                         R. SANFERR, 09.02.2012

a ESFINGE:
     "Se o homem acha que pode se sentir superior e mais importante que os demais, ele deve ter consciência que nunca será pelo que TEM, mas sim pelo que FÁZ. Os bens materiais acabam e são destruídos, ao passo que a sua criação é eterna, ficando para sempre na memória das pessoas, amigos e inimigos, querendo ou não".

                                                                                                                                                                         R. SANFERR, 21.04.1986

     Dando prosseguimento, publico hoje mais pensamentos de minha autoria. Lembro que todos estão devidamente registrados.

"Por que o diplomado e o autodidata não se unem se, acima da guerra de egos e talentos, o mais importante é a competência e qualificação dos dois?" - SANFERR, 01.01.2012

"Quem desdenha de um bom trabalho apresentado, é por que não teve competência de apresentar um melhor no passado e o futuro vai provar que é um profissional desqualificado". - SANFERR, 08.09.2011

"O Brasil é um país rico com cinco herdeiros: a mulata, o samba, o carnaval, o futebol e a alegria do seu povo". - SANFERR, 06.10.1988

"A amizade é um dos mais belos sentimentos que o ser humano tem nas mãos e, geralmente, não sabe valorizar, deixando a traição atrapalhar esta relação que pode abrir as portas da total felicidade entre duas pessoas". - SANFERR, 17.07.2010

"Seja corajoso o bastante para lutar e desistir de, como bom ator, abraçar, beijar e enganar, àquela que, iludida e conformada com seu falso amor e bem querer, finge que é amada só porque você precisa ter a segurança de uma falsa família e casa". - SANFERR, 04.12.1989

"Não mate e nem enterre um grande e verdadeiro amor no seu coração por conta da traição, pois, um dia, a traição é esquecida, a sepultura é aberta e o coração volta a pulsar de tanto amar". - SANFERR, 19.09.1987

"Ser chique não é apenas ter dinheiro. É ter um estilo, personalidade e comportamento". - SANFERR, 20.05.1987

"Tem pessoas falsas, mas tão falsas, que fingem um personagem para sua vida, simpático, agradável e politicamente correto, o qual não condiz com a sua verdadeira política de disfarçar a maldade e o veneno escondidos atrás da falsa imagem". - SANFERR, 17.02.1989

"Nada melhor do que uma pessoa simples e humilde para fazermos uma boa e verdadeira amizade, onde a humildade se fáz presente nos momentos mais simples". - SANFERR, 09.12.2009

"O que é ser chato? É ter personalidade forte, ter opinião própria, não rir quando todos gargalham, não xingar quando todos detratam, não chorar quando todos berram? É não dizer amém quando o certo seria dizer Deus me livre? Se chato é ser verdadeiro, autêntico e transparente, indo na contramão da falta de personalidade e caráter, eu prefiro ser chato". - SANFERR, 08.12.2001

"O rei que pensa que está sentado no trono do saber, sente-se incomodado e ameaçado com o súdito que mostra saber mais que ele". - SANFERR, 12.08.1989

"Mulher feia e inteligente, adora falar mal da bela e burra. Quem ganha?" - SANFERR, 06.08.2000

"Aprenda tudo que puder na escola e saia de lá orgulhoso e preparado para ensinar. Não envergonhado pelo que não conseguiu aprender e mostrar". - SANFERR, 06.09.2000

"O tempo é a melhor resposta para todas as perguntas. O pior é que ele demora a pensar, avaliar e se pronunciar". - SANFERR, O5.02.2012

"Se o homem acha que pode se sentir superior e mais importante que os demais, ele deve ter consciência que nunca será pelo que TEM, mas sim pelo que FÁZ. Os bens materiais acabam e são destruídos, ao passo que a sua criação é eterna, ficando para sempre na memória das pessoas, amigos e inimigos, querendo ou não". - SANFERR, 21.04.1996

"Prefira manter-se isolado da mediocridade mantendo distância da ignorância, do que cercar-se do mesmismo e incompetência". - SANFERR, 04.04.1983

"Personalidade é quem sabe o que quer e não tem medo de se mostrar". - SANFERR, 21.04.2010

"Eu vi o que queria ver aonde não tinha nada para ver". - SANFERR, 09.12.1985

"Sonhei com um dia melhor na minha vida, estudei nas melhores escolas, fiz os melhores cursos, mas na hora que a vida me exigiu qualificação e competência, percebi que não estava devidamente capacitado, além dos títulos e diplomas não ter me premiado com talento". - SANFERR, 01.01.2010

"Nada mais perigoso do que um gay despeitado e assustado com o talento do outro". - SANFERR, 17.09.2001

"Fora o preconceito da sociedade e o desespero das mulheres, o único capaz de compreender a cabeça de um homem... é outro homem". - SANFERR, 06.03.1989

"A solidão é uma sábia conselheira, pois, afastado das péssimas companhias, abraços e sorrisos mais falsos que a hipocrisia das palavras ditas com doçura, podemos observar e avaliar quem são os nossos verdadeiros amigos". - SANFERR, 18.08.2010

"O ser humano é falso até na sua falsa modéstia". - SANFERR, 06.11.2010

"Acredite no que quizer e você conseguirá ser". - SANFERR, 09.08.1987

"A auto-estima de um homem é colocada à prova e nas alturas quando ele sabe que seu trabalho é admirado, reconhecido e valorizado, tendo, sem falsa modéstia, certeza absoluta de sua competência e capacidade". - SANFERR, 18.12.2011

"Não se julgue melhor e superior a ninguém achando que é ou vale alguma coisa, se nem no espelho você consegue enxergar este valor. Muito menos na balança da importância consegue se pesar". - SANFERR, 27.09.2004

"Busquei rosas e só encontrei espinhos. Ofereci amizade e me deram falsidade, além de terem me envenenado e caluniado aos olhos do meu bem amado. Amizade assim até o diabo teria detestado". - SANFERR, 01.02.1988

"As palavras perdem-se no tempo e ao vento. Mas, quando são escritas, perpetuam-se e tem o poder de mudar a direção do vento". - SANFERR, 11.05.2010

"Se estiver à beira de um precipicio, não recuse a mão estendida de quem você pensa ser seu inimigo. O falso amigo pode estender a dele e lhe empurrar no abismo". - SANFERR, 26.06.2010

"A saudade dói como brasa em ferida aberta, mas a felicidade de saber que seu amor está bem, é um bálsamo que alivia tanta dor". - SANFERR, 07.05.2010

"O talento pode demorar a ser reconhecido, mas quando é verdadeiro jamais será esquecido". - SANFERR, 27.04.1999

"Ninguém é santo ou diabo, para ser totalmente bondoso ou maldoso. Os bons e maus momentos da vida é que nos fáz exercitar esses dois lados das ações, humanamente possíveis e aceitáveis". - SANFERR, 30.01.2010

                                                                                                                                                                         R. SANFERR, 09.02.2012





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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

SONHAR, DESEJAR, QUERER E PODER.




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 JUSCELINO KUBITSCHEK.
O QUE SERIA HOJE DO BRASIL SE ESTE "SONHADOR" NÃO TIVESSE EXISTIDO?


     "O sonho de uma pessoa não deve ser ignorado, já que futuramente poderemos nos arrepender desta prova de total ignorância", diz um das centenas de pensamentos escritos por mim ao longo da vida. No caso deste cidadão, mineiro de nascimento, brasileiríssimo de coração, que estamos homenageando hoje, teríamos nos arrependido e muito. E pior: se ele não tivesse ousado sonhar um sonho possível, que para muitos - ou quase todos, diga-se de passagem - era impossível, utopia de um visionário maluco que (possivelmente) não tinha "os pés no chão", vivia "no mundo da lua", divagando sobre seus ideais e sonhos (talvez pesadelos, na opinião "realista" (?), desmotivada e incapacitada daqueles que são eternamente (e erradamente pessimistas) "quixotescos". Mas, Juscelino Kubitschek de Oliveira sonhou de verdade, desejou ardentemente, quis com todas as forças do seu ser e, finalmente, ganhou poder para transformar "50 Anos em 5", fazendo do que antes era uma inexpressiva (?) nação tupiniquim num país de futuro relevantíssimo dentre todos os outros do planeta. Sem ele, FHC, Lula e atualmente Dilma Rousseff, não teriam tido meios para fazer o Brasil decolar em direção ao primeiro mundo. Se JK não tivesse - além de sonhar - ousado, seus sucessores jamais teriam forças e, principalmente, coragem de dar continuidade aos seus sonhos e hoje estaríamos com o pires na mão DEVENDO e não EMPRESTANDO para as (outroras) posudas nações do (antes) inatingível primeiríssimo mundo. Política, social e financeiramente falando, devemos o que hoje somos aos ideais deste sonhador que, das Minas Gerais, amou o Brasil de norte a sul, do Oiapoque ao Chuí.
     O interessante no trabalho de blogueiro-colunista é a pesquisa, pois estudar a vida, a trajetória de um homem assim é um prazer indescritível. E mais indescritível ainda são os fatos, as estórias que fizeram da vida dele uma verdadeira aula de história do Brasil. Um homem poderoso, mas de hábitos simples, que adorava viajar de avião, quase não dormia e, mesmo nos dias mais atribulados, sempre achava tempo para almoçar (geralmente seu prato preferido, que era arroz com quiabo, couve e galinha ao molho pardo) com a família no Palácio das Laranjeiras, sede do governo na antiga capital, no Rio de Janeiro, quando, ao lado de dona Sarah, ele fazia questão de saber como as filhas Márcia e Maria Estella (adotiva) estavam indo nos estudos, além de descansar por uns vinte minutos, sempre tirando o terno e gravata e vestindo o pijama, depois da refeição. Diáriamente, sua primeira obrigação presidencial era telefonar para a mãe, da qual ouvia sábios conselhos.
     JK nasceu em 12.09.1902 em Diamantina (MG), filho de dona Júlia e seu Júlio César, o qual, proféticamente, escreveu para um parente: "Zino, nasceu ontem o futuro presidente do Brasil". Alguém deve ter sussurrado "que os anjos digam amém". E não é que disseram? O Brasil se orgulha de seus vários líderes e estadistas - dentre os quais "marcas" (literalmente falando) como Tancredo Neves, Rodrigues Alves, Getúlio Vargas, FHC, Lula, Campos Salles, Ulisses Guimarães, etc. - mas a simplicidade e espontaneidade de JK impressionava, deixando várias estórias e "causos" na memória de quem o conheceu de perto. Por exemplo: o presidente de Portugal, Craveiro Lopes, visitava a nova capital (Brasília) ainda em construção e, sem cerimônia, disse que "só durmo com um penico perto da cama". O que fez, então, o irreverente anfitrião? Mandou seus assessores, no meio da noite, em busca da urinol presidencial... (?)... Não foram poucas às vezes que JK, de botas, comendo churrasco e tomando cerveja - mais brasileiríssimo impossível! - dava ordens aos peões, chamando-os (pasmem!) pelo nome. Assim era o homem Juscelino, o presidente JK, eleito presidente da República, governando o país entre fevereiro de 1956 a janeiro de 1961, depois de se eleger deputado federal em 1934 com o apoio dos antigos pacientes. Médico formado em 1927, casou-se com Sarah Gomes de Lemos em 1931 e viveram juntos, aparentemente felizes, até a morte dele em 22 de agosto de 1976 num (suposto) acidente de carro na via Dutra (trecho São Paulo - Rio), morte até hoje muito mal explicada. Dizem que ele foi assasinado. Mas tudo são especulações e nada ficou provado. (E, pelo jeito, nunca será).
     "Só vi meu pai chorar em duas ocasiões: na morte de algum familiar e a inauguração de Brasília", disse Maria Estella. Talvez, publicamente, ele não o fizesse, mas, quem sabe?, nos braços de Maria Lúcia?. Quem? Maria Lúcia Pedrosa, uma famosa locomotiva do jet-set carioca, teve um romance (não tão) secreto com o presidente durante dezoito anos. Belíssima, parecida com a atriz americana Kim Novak, um dos ídolos de JK, os dois se conheceram em 1958 numa festa no Palácio das Laranjeiras e um chá no dia seguinte foi o estopim para esta paixão avassaladora deslanchar. Homem de grandes sonhos, feitos e (também) três paixões: pelas mulheres, pela política e por seu povo. JK não era amado, era idolatrado. Ao deixar o poder em 1961 foi senador (GO) e todos queriam sua volta à presidência em 1965. Seu nome era o preferido de 60% do eleitorado. Mas, veio o golpe militar em 31 de março de 1964 (meu ano, porisso sou polêmico assim) e, cassado, Juscelino foi obrigado a deixar o país partindo para seu maior pesadelo: o exílio. Foram três longos anos em Lisboa, Nova Iorque e Paris. Sofrimento pouco é bobagem e JK viveu esses anos à beira do desespero com saudades do Brasil. Em 1967 voltou. Na época do AI-5 ficou na cadeia - por que será que todos os grandes passam por ela, não é, companheira Dilma? - por um mês. Proibido de "botar os pés" em Brasília (quanta crueldade!), comprou uma fazenda em Luziânia (GO) para ficar perto da "menina de seus olhos". Passou-se alguns anos - e quem ama não esquece e um dia procura sua paixão - disfarçou-se colocando um chapéu de palha e foi ao encontro de Brasília à bordo da boléia de um caminhão. Chorou de dor, saudade e emoção ao ver a "sua criatura" (a capital idealizada por ele)... de longe.
     Michel Temer disse: "Como Juscelino, sou conciliador, não guardo rancor". Ele conheceu Juscelino quando era estudante de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. Tinha 18 anos ao se formar e JK foi convidado para paraninfo, mas não pôde comparecer. Á bordo do avião que o levava para o sul, numa escala no aeroporto de Congonhas, mandou a turma ir ao seu encontro. Lembra Temer que "entramos no avião e ele fez questão de assinar nossos diplomas". Situação mais JK, impossível!  Provava assim a sua irreverência, o humor de um homem público que aprendeu com as dificuldades de uma infância pobre a ser um gozador. Tanto que, quando estava no seminário em Diamantina, mesmo acordando todos os dias às cinco da manhã e vestindo batina para estudar o dia inteiro, Juscelino não perdeu sua verve humorística. Isto até os quinze anos. Mas, com esta experiência, digamos "edificante" e (quase) santa - para um homem dado aos prazeres mundanos - um outro lado veio à tona: a fé inabalável. A mesma fé que "move montanhas" num simples mortal, no "deus" da política moveu todo um país à seu favor, conquistado pela sua determinação em se tornar grande juntamente, ao mesmo tempo, que o grande amor de sua vida: o Brasil.
     Tudo que for dito sobre Juscelino, o homem, ou JK, o mito político - a boa verdade e as péssimas calúnias também, dignas dos medíocres, despeitados e incapacitados - não será lenda. Será história. Ou estórias. Como àquela que se comentava - todos assombrados, boquiabertos - como ele podia saber o nome de todos. Na realidade - truqueiro como ele só - JK se aproximava do interlocutor, abraçava e perguntava baixo seu nome, para, logo em seguida, repetir em alto e bom som: "fulano, como vai?"... Um homem, um grande estadista, uma figura inimitável, única, excepcional como poucos conseguem ser. Criticado, às vezes ridicularizado por seus ideais e sonhos - os quais ele provou que não eram pesadelos - JK foi, é e sempre será a imagem perfeita, o exemplo que o homem não se fáz por sua identidade sexual ("eu sou homem"), mas o legado de grandes criações e obras que ele deixa para a posteridade.
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima quinta-feira, se Deus quizer, aqui estarei. Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!

                                                                                                                                                                                R. SANFERR, 02.02.2012

a ESFINGE:
     "Homens, homens!... O que seria da nossa fortaleza sem a grandeza de uma mulher por trás para orientar e administrar os nossos pequenos, egoístas e arrogantes pensamentos?".

                                                                                                                                                                                R. SANFERR, 04.07.2003

de SANFERRPRESS para todos os leitores e colaborades (patrocínios, doações):

     Salve, Maria!!
     Hoje, mais uma vez, saudamos a Mãe de Deus, denominada nesta data como Nossa Senhora das Candeias. Deus seja louvado e glorificado em toda Sua glória e esplendor por ter nos dado esta belíssima flor: a sempre Virgem Maria.
     E pensar que a ignorância - mas tudo em nome do turismo, dos caraminguás dos visitantes - não somente dos incultos (pasmem!), quase coletiva está poluindo hoje as águas do mar. E depois, incompreensívelmente, se queixam da triste sorte do fundo do mar, um dos mais importantes elementos da (verdadeira) Mãe: a mãe Natureza.
     Tô fora!! Respeitando a crença de cada um, mas, por outro lado, Tô INTEIRAMENTE DENTRO para louvar a verdradeira (e Única) Rainha do céu e da terra. Não já disse que não faço parte do bloco do mesmismo, dos modismos, das falsas idolatrias, não sou "maria vai com as outras" para agradar a dois senhores ao mesmo tempo, ser simpático e agradável aos demais, condenando assim minh'alma? Só acendo uma vela.
     A minha sorte -seja ela qual for e estou aqui à disposição do Senhor, do Criador, para aceitar - a minha saúde e paz, quem me dá é Deus e não outras figuras míticas criadas pela imaginação fértil e a falta de (verdadeira) fé n'Aquele que disse: "Eu Sou o caminho, a Verdade e a Vida"...
     Boa sorte para quem acredita (?) que fé é poluir os mares. Como aquela cantora - aliás, afinadíssima - que hoje estava num telejornal matinal (geralmente nunca assisto, mas excepcionalmente liguei a TV na hora) que disse que a rainha (?) do mar deu muitas coisas a ela. (Pelos trajes via-se logo a origem). Ora! E Deus? Nos dá o que, querida? Também! Deve ser mais uma "invocando" todos os (falsos) "deuses" - e orixás - para fazer sucesso. Deus - Ele mesmo - a ajude. E dê discernimento para não comprometer a sua alma.
     Por outro lado, gostaria de dar uma explicação. Recebi centenas de e-mails me criticando, dizendo que um de meus pensamentos sobre a mulher, eu as taxava de prostitutas ("Muitos menosprezam, discriminam e ridicularizam as prostitutas, esquecendo-se que dorme ao lado de uma", escrito em 20.11.1984) postado semana passada. Jamais falaria contra à mulher. Venho de uma, óbviamente. Meu maior tesouro, a minha única herança, são duas delas, as duas bençãos que Deus colocou no meu caminho: minha mãe e tia. Excepcionais! Adoráveis! O amor, a correção e religiosidade - no sentido total da palavra - personificados num ser humano.
     Me perdoem, mas, apesar do pensamento de um homem ser soberano, minha intenção não foi esta. O pensamento é escrito à luz de observações de diversos momentos, situações. Não é uma regra. Tem de ser lido, compreendido e absorvido não apenas por um ângulo. Leiam com atenção e sabedoria para entender o recado, a mensagem. "A palavra pode ter mil interpretações para quem ler, mas apenas um significado real para quem escreveu", diz outro dos vários pensamentos (citações) de minha autoria.
     Como poderia denegrir a imagem da mulher? Sem ela a história da humanidade não teria história. Desde Eva. Erradamente, mas foi com a traição dela que tudo começou. Preciso dizer mais? Ou será que tem alguém que quer que eu desenhe? (Depois dizem que eu gosto de afrontar, mas tudo tem limite, até falta de entendimento de tudo, dos possíveis aos inimagináveis).

                                                                                                                                                                              R. SANFERR, 02.02.2012


"Ás vezes a aparência engana e com aquele que você mais se decepciona, é quem mais lhe ama". - SANFERR, 08.07.1982

"Que futuro pode ter o homem que se une a uma mulher sem futuro? Conviver para sempre na presença do dia-a-dia sem nenhum futuro". - SANFERR, 17.05.1986

"Existe a droga que leva o homem a perder sua moral e a droga de moral que muitos ganham". - SANFERR, 07.12.1994

"A vida não é apenas bela, mas uma colorida e esplendorosa roseira. Basta você se afastar dos feios e perigosos espinhos". - SANFERR, 27.06.2010

"Não dê ouvidos ao que os falsos amigos falam de você. Dê motivos para eles não lhe merecer". - SANFERR, 20.07.2010

"O dinheiro é péssimo conselheiro e falso amigo. Incentiva você a gastar e não pára na mão de ninguém". - SANFERR, 08.10.1984

"Quem não acredita em Deus no dia-a-dia, certamente vai se lembrar no dia do desespero e agonia". - SANFERR, 20.03.2009

"O gênio é considerado maluco por que não somos gênios para entender as loucuras dele". - SANFERR, 22.12.2002

"Se conhece uma pessoa inteligente não pelas idéias apresentadas. Mas pela maneira de apresentar estas idéias". - SANFERR, 17.09.1983

"Tem pessoas que se acham humilhadas pelos outros. Engano delas. Elas é que se deixam humilhar desde quando não fazem nada para serem exaltadas". - SANFERR, 21.09.1987

"Na escola da vida, a família é a principal matéria. E a mulher a professora que ensina o que é amor, paz e responsabilidade, orientando com personalidade e dignidade para sermos mestres na arte do bom viver". - SANFERR, 16.10.1999

"Homens, homens!... O que seria da nossa fortaleza sem a grandeza da uma mulher por trás para orientar e administrar os nossos pequenos, egoístas e arrogantes pensamentos?". - SANFERR, 04.07.2003

"Na vida, os pensamentos de um homem inteligente são observações importantes, pois são movidas por sentimentos formados na reação de vários momentos, os quais gerou o comportamento de quem procura acertar para se tornar cada vez mais gente". - SANFERR, 19.01.2006

"Casa, carro e dinheiro. O homem se mata de trabalhar para obter tais coisas e na hora da morte não leva nenhuma delas, a não ser o cansaço por ter se matado e não vivido". - SANFERR, 04.10.1995

"A família que é chefiada pela mulher é um lar onde mora a felicidade, a paz reina absoluta, a moral e dignidade são eternas inquilinas e a traição não aparece para desestabilizar o casal". - SANFERR, 29.03.1988

"A evidência pode apontar contra uma pessoa, mas às vezes a mentira e a calúnia são cúmplices e amigas íntimas dela". - SANFERR, 09.10.1984

"O amor suporta, supera  e é superior a tudo. Até mesmo a falta de amor do outro". - SANFERR, 23.09.1984

"Não tenha vergonha do grande amor de sua vida, se este amor não for o que as pessoas esperavam para sua vida. Vergonha é não ter um amor e viver ao lado daquele que as pessoas acham o certo, mesmo ele sendo pequeno para você. - SANFERR, 08.12.2009

"Qual a frase mais pronunciada pelas pessoas sem inteligência, cultura e muito menos ideais? Também acho". - SANFERR, 17.03.1999

"Nada melhor do que um dia ao Deus dará, de bem com a vida, vendo as horas passar e sem nada com o que se preocupar". - SANFERR, 28.01.2012

"Tem pessoas tão medíocres e sem cultura que a própria mediocridade já se tornou cultura no meio delas". - SANFERR, 07.06.2001

"Por menos que o inculto tenha a dizer, ele certamente vai ter uma palavra a mais, sincera e sábia, para você ouvir e aprender". - SANFERR, 07.06.2001

"Não ridicularize o próximo, se você é um ridículo por natureza". - SANFERR, 06.11.2006

"A relação entre um casal pode ser aparentemente bonita, mas os interesses por trás dela bem feios". - SANFERR,  13.05.1988

"Tem mulheres que são corretas e honestas no casamento, mas, em determinados momentos, falam e agem como àquilo que não são: prostitutas". - SANFERR, 08.11.2009

"Por que será que algumas mulheres do século XXI estão sem valor algum?" - SANFERR, 09.12.2009

"Na procissão de sua vida, àquela que você adora e carrega num andor, não é nada daquilo que um dia você idolatrou e desejou". - SANFERR, 31.12.2004

"Um grande amor do passado pode ser restaurado se for ressuscitado". - SANFERR, 03.10.1989

"Ser falso é olhar-se no espelho e não conseguir enxergar a verdade. Ou seja, a mentira que você criou para usar como máscara". - SANFERR, 17.09.2004

"Não compre um quilo se quem vai comer não vale dez gramas". - SANFERR, 17.02.1999

"O homem sem dinheiro entra em desespero com os exageros da mulher". - SANFERR, 20.07.2001

"Voltar no passado, consertar um erro e recomeçar do começo não é vergonha. Vergonha é persistir no erro e começar um futuro ao lado de quem não se tem apreço". - SANFERR, 18.04.1994

"O homem tem duas cabeças: a que não pensa e a que age sem pensar". - SANFERR, 19.10.2005

"Não finha que não dá importância a uma pessoa, quando a coisa mais importante que você fáz é fingir que ela não tem importância para você". - SANFERR, 28.12.1992

"A obsessão em detratar uma pessoa pode chegar às raias da loucura se você for maluco o suficiente para continuar dando notoriedade a ela". - SANFERR, 17.081989

"O gay só será respeitado quando com decoro e sem afrontas aos demais, sem falsidade ao corpo, encarar a sua própria realidade no papel de homem que lhe cabe na sociedade". - SANFERR, 28.06.2001

"A mulher que deita com um homem sabendo que ele dorme também em outra cama, não se respeita e não se ama, sendo para as outras uma vergonha". - SANFERR, 12.02.2010

"Quem com várias mulheres anda, cobre de vergonha a única que lhe ama". - SANFERR, 19.01.2006

"Tenha personalidade, opinião própria e não faça o que os outros fazem, sendo maria vai com as outras. Muitas vezes as marias não tem personalidade, muito menos opinião e fazem as coisas erradas". - SANFERR, 20.08.1997

"Sua família, a sociedade e nem seus amigos tem o direito de fazer escolhas e direcionar sua vida. Geralmente estas escolhas não são as suas e vão lhe transformar numa pessoa infeliz". - SANFERR, 13.03.1994

"Os amigos que lhe chamam pras drogas querem transformar você numa droga". - SANFERR, 20.03.2007

"Uma pessoa pode sofrer carregando a cruz e pagar por seus pecados. Mas jamais deve penar e ser crucificado por todos os erros da humanidade". - SANFERR, 14.09.2000

"Quem comete um erro, pode se arrepender a tempo de não cometer o segundo". - SANFERR, 17.06.1999

"Não se encante com quem, às gargalhadas, lhe beijando e chamando de amor, bebe o vinho da traição na mesma taça que você, só querendo absorver todo seu bem-querer e depois, na calada da noite, o seu fim promover". - SANFERR, 31.12.2010

"O casamento é abençoado por Deus e a traição aplaudida pelo diabo". - SANFERR, 12.09.1983

"A opinião dos outros não vale nada. O que vale, e muito, é a falta de correção deles". - SANFERR, 29.07.2010

"Doença incurável é a inveja de ver-se um inimigo crescendo cada vez mais". - SANFERR, 28.03.2011

"Se a raiva fáz você ofender, magoar e humilhar as pessoas sem pensar, respire fundo, deixe ela passar e só assim não se arrependerá depois, quando não tiver mais jeito de voltar atrás". - SANFERR, 29.11.2010

"O amor ao próximo é o melhor remédio, principalmente depois, na recuperação, quando o abraço vier como complemento ao tratamento, esquecendo-se na sala de emergência a mágoa, o rancor e o ódio". - SANFERR, 24.09.2010

"O sonho de uma pessoa não pode ser ignorado, já que futuramente poderemos nos arrepender desta prova de total ignorância". - SANFERR, 09.04.1998

"Existem Mulheres e mulheres. Ainda bem que grande parte delas são mesmo Mulheres". - SANFERR, 09.06.1984

"A palavra pode ter mil interpretações para quem ler, mas apenas um significado real para quem escreveu". - SANFERR, 08.12.2009

"A mulher é a maior criação de Deus, pois, através do seu seio, a humanidade existe. Mas todos os problemas começam quando ela deixa de ser a imagem abençoada de Maria, para tornar-se espelho de Eva, àquela que provoca desatinos em seu meio". - SANFERR, 17.08.1993

"O ideal seria se tivessemos a alma, o coração e a sabedoria feminina, com a força física masculina. Essa química seria a receita ideal para nos tornar um ser-humano incomparável, sem igual, equilibrando todas as nossas emoções, acabando de uma vez por todas com as agressões morais e emocionais". - SANFERR, 19.09.2002

"Agindo quase sempre sem pensar, o homem precisa estar ao lado de uma grande mulher para não se arriscar a cometer pequenos erros". - SANFERR, 06.12.1989

"Tem pessoas que usam o papel para colocar nele suas obras-primas. Outras, ao contrário, para limpar a única obra que pôde fazer e mostrar". - SANFERR, 06.10.1984

"Não critique quem tem competência e autoridade para mostrar a você a sua total incompetência e falta de personalidade". - SANFERR, 12.04.1999

"O homem não é aquilo que ele escreve. Mas o que ele sente no exato momento que está escrevendo". - SANFERR, 31.05.2011

"Eu não vou ser infeliz para dar satisfação e agradar a sociedade. Quero ser feliz agradando e proporcionando satisfações a mim mesmo". - SANFERR, 10.09.2000


                                                                                                                                                                         R. SANFERR, 02.02.2012

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