quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ESTA É A GLÓRIA ATÉ NO NOME!





GLÓRIA MENEZES.
PESSOAS COMUNS TEM O KARMA DA MEDIOCRIDADE.
E AS ESPECIAIS A MARCA DA GENIALIDADE.


     Semana passada eu fiz uma - saudável e não pejorativa - comparação entre mediocridade e genialidade. E, por conta daquele artigo - meu Deus, como fui crucificado! - recebi (como sempre) muitos elogios e críticas; tanto por causa do tema - mesmo sendo o homenageado da semana, Ken Follett, ter ficado como coadjuvante, por a maioria das pessoas não saber de quem se tratava - como pelas cotas. O assunto - mediocridade X genialidade - é tão interesante, polêmico, que resolvi voltar à ele com novas (e, espero, definitivas) comparações. Sou defensor ferrenho - e minha opinião, ao menos para mim, é soberana e não mudo para ser simpático, agradar, prostituindo assim meus pensamentos e ideologias - da genialidade, da mesma forma que desprezo a mediocridade. (Genialidade é admirar Ken Follett e mediocridade é procurar saber quem é ele!). Enfim, não apenas a genialidade rara dos ímpares, mas (também) a mediocridade comum dos pares. (Se é que me entendem!)... Tanto uma como outra pode aparecer em qualquer nível social, intelectual e e conômico, independentemente desta ou daquela situação. Genialidade para mim, por exemplo, é quem não estudou (os autodidatas) e não fica devendo nada aos "diplomados". (Na Bahia temos um gênio da comunicação, sem estudo, preparação acadêmica, mas mestre-doutor formado pela faculdade da vida, que dá gosto - e admiração - ouvir seus comentários e opiniões sempre pertinentes, geniais, o comunicador Raimundo Varella, da TV Record). E mediocridade é fazer tudo igual à todos como um autêntico "maria vai com as outras", não procurar ser o diferencial, apenas mais um na multidão, naquilo que qualquer um pode fazer. "A genialidade é o vaqueiro e a mediocridade é o gado"; "a genialidade cria e a mediocridade copia"; "a genialidade ensina como fazer e a mediocridade pergunta como se fáz". Você é candidato a gênio ou medíocre?
     Com relação as cotas, considero simplesmente um jogo, uma - principalmente agora - "síndrome eleitoreira". Apesar de, como cidadão honesto, obediente às leis do meu país, saber (e ter) respeitar a decisão presidencial do palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal. Digo "síndrome eleitoreira", já que - hoje, amanhã e sempre - estas cotas serão utilizadas para agradar a simpatia dos eleitores e eleger quem as defende. (Pelo país à fora vê-se uma verdadeira tsunami de "simpáticos" as cotas, mesmo que alguns tenham, no seu íntimo, ojeriza à idéia). Ora! É prático, útil e agradável tocar no ponto fraco das pessoas menos intelectualizadas: sua fragilidade cultural. Para as pessoas sensatas - e que enxergam anos-luz, muito além das "maravilhas", das "benfeitorias" do presente - assim como eu, o que deve ser defendido é a melhoria do ensino público dando condições aos estudantes de todas as raças, credos (?) e classes sociais para ingressar, por seus próprios méritos, na universidade. E não receber esmola (vagas obrigatórias) por que é índio, ou, então, branco, azul, pardo, rosa ou negro pobre. (Neurônios agora tem cor? Inteligência tem raça? Cultura tem classe social? Ou o ensino público necessita URGENTEMENTE de ter a cor da vergonha na cara para ser igual, ou até melhor, que as escolas privadas?). Se hoje já temos profissionais - nas mais diversas áreas dando o nome da sua pseudo capacidade errado por falta de preparo bem lá atrás, desde os primeiros anos de sua vida estudantil - totalmente despreparados envergonhando seus diplomas (quase todo dia a mídia nos informa de escândalos vergonhosos), imaginem o que não vão fazer (ou não!) com a competência DADA (?) milagrosamente, mágicamente, pelas tais cotas... (?)... Este milagre do "santo eleitor no altar das urnas" vai fazer muitos subir aos altares dos cargos (eletivos) públicos nesta e, certamente, nas próximas eleições. O povo - e eis aí a mediocridade para pensar e a falta de genialidade para produzir - gosta de receber, de graça, até injeção na testa. (Mesmo esta testa sendo cabeça dura para entrar qualquer coisa!). Isto não passa - a longo prazo, com o resultado nocivo que produzirá nos futuros formandos, quem viver verá! - de um autêntico presente de grego. Além de ser uma decisão altamente preconceituosa, racista (sim!) e políticamente incorreta. Muitos (e isto vai acontecer) irão ouvir frequentemente: "Você, fulano, não está aqui (na universidade) por sua capacidade, mas porque se valeu das cotas por ser índio, negro e pobre"... Não seria mais digno - e culturalmente enriquecedor - termos índios e negros bem preparados (intelectualmente falando) desde o ensino fundamental, orgulhosos por estudarem numa excelente escola pública para depois, então, de cabeça erguida, entrar na universidade pela porta da frente, ostentando sua genialidade (intelecto) e não a mediocridade (a ignorância?). Mas, c'est la vie!. O governo decidiu (erradamente) que as cotas são sinônimos de justiça(?) e, aprovando ou não, temos de aceitar esta (triste) realidade, a qual (mais tarde) vai se transformar numa triste estatística. A estatística dos profissionais despreparados, desqualificados e decepcionados. Com eles mesmos. E só aí, então, muitos se lembrarão - ao ver estes profissionais medíocres preparados apenas para o TER e não o SABER - do pensamento do genial Arthur Schopenhauer (1788 - 1860): "A nossa felicidade depende mais do que temos nas nossa cabeças, do que nos nossos bolsos"... E - quem não sabe quem foi este gênio - está provando toda sua mediocridade.
     Enfim, a mediocridade está vulgarmente na moda em todos os segmentos da sociedade. Principalmente nas artes e (especialmente) na música popular, a qual, graças à Deus, não é a MPB genial que conhecemos e aplaudimos. Sem querer desmerecer quem quer que seja, mas é um fato; e a verdade dói, mas tem de ser dita. Vou dar um exemplo da (atual) mediocridade na arte, reproduzindo aqui, ips literis, o e-mail que recebi de um destes medíocres que se acham gênios (pagodeando a nossa inteligência e arrochando a nossa paciência) da música "povão". O texto, uma verdadeira pérola da falta de TUDO e excesso do NADA, diz o seguinte: "Você gosta, metido CUMO é, de CHAMÁ os OUTRO de medíocres, MAIS eu FASSO sucesso com minhas músicas e meu show enche de GENTI que canta e DANSA a noite toda" ... (?) ... Reproduzi o texto literalmente. Agora, se ele escreve assim - e eu já ouvi (infelizmente) falando na TV e no rádio - vocês podem imaginar como a música popular está envergonhada com este (e outros) representantes da "moderna" e "proveitosa" (?) MPB. Música Popular Baiana. Cruz-credo! Como dizem os medíocres, "Deus é mais!"... 
     Mas, graças à Deus - e Este, sim, sempre demais! - nem tudo está perdido e temos, felizmente - fora a mediocridade de alguns - a genialidade de outros nas artes. Artistas verdadeiros que honram a história artístico-intelecto e cultural de nosso país, provando sua genialidafe cantando, esculpindo, representando, pintando, criando, dançando, compondo, escrevendo... E temos uma grande artista com marca (nome) gloriosa no cenário brasileiro e que passa longe da mediocridade. Esta marca se chama Glória Menezes. Ou, melhor dizendo, Nilcede Soares Magalhães, nascida em 19.10.1934 em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Uma atriz-escola (como tantas outras) que o Brasil exibe com orgulho para o mundo, já que o seu talento (genial) pode ser comparado como o de qualquer atriz estrangeira de renome internacional. Se tivesse nascido falando "língua de gringo", Glória "la" Menezes certamente - e olha novamente aí a diferença entre genialidade (quem sabe) e mediocridade (quem vai se perguntar o que é) - seria a intérprete ideal para o papel principal do filme "Down To The Bone", de Debra Granik (2004) sobre uma mulher que luta contra as drogas em meio à criação de seus filhos. Ou, então - os cinéfilos de plantão, apreciadores da sétima arte irão concordar comigo, não é mesmo Rubens Ewald Filho? - teria interpretado até melhor (não duvidem) o papel de Manuela no filme "O Pirata" (1948), vivido pela Glória Menezes de Hollywood, a atriz Judy Garland. Mas Glória é brasileiríssima e nos orgulhou (e continua orgulhando) interpretando com toda sua genialidade personagens inesquecíveis em obras memoráveis, como, por exemplo, A Deusa Vencida, Sangue e Areia, Rosa Rebelde, Irmãos Coragem, O Homem que Deve Morrer, Cavalo de Aço, O Semi Deus, O Grito, Pai Herói, Páginas da Vida, Corpo a Corpo, Brega e Chique, Deus nos Acuda, A Próxima Vítima, Rainha da Sucata (impagável como a genial socialite no nome e medíocre no dinheiro, Laurinha Figuerôa), A Favorita, O Beijo do Vampiro, e por aí vai...
     Casada com outro ícone da interpretação e mãe de uma das melhores revelações artísticas dos últimos tempos, respectivamente Tarcísio Meira e Tarcísio Filho, Glória estrelou ao lado do marido (no cinema) o épicp "Independência ou Morte". E no seu vasto currículo consta outros títulos que comprovaram não ter sido ela nem um pouco medíocre ao sonhar em tornar-se uma profissional genial, como "O Pagador de Promessas" , vencedor na década de 60 da Palma de Ouro em Cannes, a glória, literalmente falando, de Glória Menezes e todo o país.
     "Pessoas morrem e deixam o nome na memória de algumas. Gente morre e deixa seu nome na história de todos", diz um de meus pensamentos. Eis aí o diferencial - cruel, mas verdadeiro - entre estarmos no mundo para provar nossa genialidade com orgulho e não amargar a vergonha da nossa existência na mediocridade...
     Glória Menezes - e todos que vão deixar sua marca (nome) na história - lutou para destruir a mediocridade que existe dentro de cada um de nós e construir, dia após dia, trabalho após trabalho, um caminho que nos torne, ao menos, o bom naquilo que fazemos; e não o mesmo que todo mundo, o "maria vai com as outras", diário e medíocre daqueles que não fazem nada para ser diferentes. A realidade pode ser dura, mas é esta nua e crua. Portanto, sejamos sempre gênios e jamais medíocres. Em tudo que fazemos. Por menos relevância que tenha. Com ou sem cotas, já que "competência e capacidade independe de raça e classe".
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima quinta-feira, se Deus quizer, aqui estarei. Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!

                                                                                                                                                                       RENÉ SANFERR, 13.09.2012

a ESFINGE:
     "Quando uma pessoa que deixou uma obra de valor morre, deixa uma marca inesquecível: um nome. E quando uma pessoa que empregou o seu trabalho numa obra sem valor morre, deixa (também) uma marca logo esquecida: a vergonha por não ter imortalizado seu nome".

                                                                                                                                                                       RENÉ SANFERR, 02.11.2002


"Se nada você fáz hoje para SER alguém, conforme-se em amanhã continuar SENDO ninguém". - SANFERR, 10.01.2011

"Quem se sente vingado com a desgraça do outro, vai depois morrer desgraçado procurando quem lhe vingue". - SANFERR, 07.07.1987

"Antes ficar em casa criando o que presta de boca fechada, do que na rua de boca aberta vomitando o que não presta". - SANFERR, 06.06.2006

"Se amizade só lhe deu decepção, decida pela opção de se tornar um ermitão". - SANFERR, 10.09.2010

"Antes o homem se casar com um gay de futuro, do que com uma mulher que não o deixa sair do presente". - SANFERR, 28.06.2009

"Quando o gay ama, ele quer dar. E quando a mulher ama, ela só quer tirar". - SANFERR, 03.02.2010

"A mulher burra só ganha do gay inteligente, por que foi inteligente para negociar a fruta que o burro não tem para negociar". - SANFERR, 09.05.2006

"Competência e capacidade independe de raça e classe". - SANFERR, 18.07.2005

"Faça do seu sofrimento que é inferior à vida, a escola superior do conhecimento da vida". - SANFERR, 10.12.2009

"Todo gênio gosta de solidão, porque a multidão o torna medíocre". - SANFERR, 19.02.2012

"O povo não gosta de quem mostra ser. Gosta de quem prova ter". - SANFERR, 20.04.1996

"Não precisa ser um grande gênio. Basta não ser medíocre e pequeno". - SANFERR, 17.10.1994

"Não perca a confiança em ninguém. Alguém já perdeu a confiança em você". - SANFERR, 27.05.2010

"Dignidade quem tem é o guerreiro que cai no fundo do poço, mas prova superioridade, sem mostrar desespero, para sair do sufoco". - SANFERR, 15.07.2003

"O pior erro que você pode cometer é se envolver com pessoas erradas". - SANFERR, 14.06.2001

"Pessoas morrem e deixam o nome na memória de alguns. Gente morre e deixa seu nome na história de todos". - SANFERR, 21.11.2006

"Construa, dia após dia, uma obra relevante, para, depois, ser considerado importante". - SANFERR, 23.09.2011

"Quando se acha um amigo de qualidade, esquece-se a quantidade de todos os outros". - SANFERR, 07.12.2009

"O pensamento de hoje amanhã poderá ser outro se houver uma mudança de comportamento". - SANFERR, 05.12.2001

"O esperto escorrega, mas nunca cai na armadilha. E o idiota escorrega e sempre cai na sua própria mentira". - SANFERR, 12.07.2005

"Se você é um zero á esquerda, não queir competir com quem mostra ser um dez à direita". - SANFERR, 18.09.2011

"O máximo de tudo que você pode ter, é o nada que consegue ser". - SANFERR, 06.12.2004

"Antes ser um gênio polêmico, do que um medíocre ingênuo". - SANFERR, 06.10.2007

"Ninguém sobe uma escada sem ter alguém para segurar na hora da derrocada". - SANFERR, 01.01.1997

"Ria do palhaço que tenta lhe acusar, pois a única coisa que ele irá conseguir provar é o choro por não ter conseguido lhe incriminar no circo que contra você ele quis armar". - SANFERR, 06.06.2005

"Presença talentosa, vizinhança invejosa". - SANFERR, 03.01.2010

"Não diga que a máscara do outro caiu, se ele continua fazendo carnaval, e a sua você perdeu e nem sentiu". - SANFERR, 09.08.2010

"Não julgue o escritor pelo que ele escreve, já que ele não lhe julga por que nãop lhe conhece". - SANFERR, 10.09.2011

"Sempre a entrada de serviço é mais apertada que a social e mesmo assim é a mais procurada". - SANFERR, 09.08.1994

"A genialidade é o vaqueiro e a mediocridade é o gado". - SANFERR, 11.03.2005

"A genialidade cria e a mediocridade copia". - SANFERR, 11.09.2008

"Não se faça de demente dizendo que é doente, por que você mente esperando que o governo lhe sustente". - SANFERR, 10.10.1998

"A genialidade ensina como fazer e a mediocridade pergunta como se fáz". - SANFERR, 09.11.2007

"De tanto você criticar, a Inveja com você vai querer se casar". - SANFERR, 19.12.1995

"O burro que não tem genialidade para jogar xadrez só, mostra toda sua mediocridade em grupo jogando dominó". - SANFERR, 09.05.2004

"Quem não sabe no presente construir uma estrada, no futuro não vai conseguir encontrar a chegada". - SANFERR, 07.07.2012

"Aquele que não cria, nunca se cria". - SANFERR, 06.04.2012

"Trabalhe para ter o melhor de tudo, mas se empregue para ser o melhor de todos". - SANFERR, 01.05.1987

"Antes o pobre que morre contando sua história, do que o rico que não tem uma estória para ser contada". - SANFERR, 02.11.2004

"Não pense que venceu na vida, se somente a morte vence a vida". - SANFERR, 02.11.1989

"Saber escrever um pensamento é um talento. E saber entender é um alento". - SANFERR, 21.09.2011

"Se você não fez nada para morrer conhecido como alguém por sua genialidade, se conforme em viver como ninguém na sua mediocridade". - SANFERR, 01.12.2000

"Uma pessoa que tem o nome conhecido, não pode ter cometido nenhum ato ilícito e escondido". - SANFERR, 06.02.2011

"Não se sinta um homem realizado, se olhar para o lado e ver que só realizou o que todos puderam realizar. E sim um homem diferente para mostrar que realizou o que todos não puderam realizar". - SANFERR, 09.06.2011

"Não adianta tentar desacreditar o homem que tem talento, pois é no que ele tem para mostrar e provar que todos irão acreditar, confiando no seu conhecimento". - SANFERR, 10.12.2010

"Homem que pelo gay é apaixonado e casa com a mulher para na sociedade ser respeitado, vai ser um homem pouco valorizado por todos ter enganado e se tornar um ser humano amargurado". - SANFERR, 19.11.2003

"Rezar não é falar com a boca o que o coração não consegue mostrar". - SANFERR, 15.08.2011

"Querendo ter mais do que o outro, você acaba sendo menos que todos". - SANFERR, 09.12.1999

"Beba com a taça do talento discutindo com gente sobre conhecimento. E nunca com o copo da cachaça proseando sobre desgraças com pessoas sem entendimento". - SANFERR, 10.09.1984

"Não viva rebaixado a quem tem menos altura e vai morrer sem a cultura que você mostra ter". - SANFERR, 19.02.2004

"Casa cheia na felicidade e vazia na infelicidade". - SANFERR, 18.01.1987

"Onde é servida a cachaça, na porta a desgraça fica esperando para ser chamada". - SANFERR, 10.09.1988

"Fique nú para vestir o amigo, mas depois não vá contar ao inimigo dele que o vestiu". - SANFERR, 16.10.2001

"Não se reúna com dez para difamar um, se vai bastar apenas um - Deus - para lhe condenar diante dos dez". - SANFERR, 10.12.2010

"Fale ao menos uma besteira, mas não fique calado pensando asneira". - SANFERR, 04.12.1987

"Tem gente que morre e vira história. E pessoas que vivem procurando ser uma estória". - SANFERR, 04.07.2011

"Se dois trabalham por um, nenhum vai sentir a dor que apenas um sente por necessitar e não trabalhar". - SANFERR, 10.01.1990

"Se falar sobre o passado é uma piada, então olhar para seus pais deve ser uma palhaçada". - SANFERR, 04.01.2012

"Se o que é velho está fora de moda, não tem  nexo, vamos esquecer no passado o pão, o vinho e o sexo". - SANFERR, 03.01.2001

"Espalhe feliz que foi procurado por seu amigo. Mas não conte a necessidade do infeliz". - SANFERR, 24.09.1995

"Se a Justiça nada acha para provar e incriminar, a Inveja tudo procura para inventar e acusar". - SANFERR, 10.09.2010

"Maluco é quem não fáz nada na vida para sair da doideira que é a sua vida". - SANFERR, 20.01.2004

"Ajude a cultura. Divulgue a sua pouca inteligência e esconda a sua vasta ignorância". - SANFERR, 04.03.2012

"Nunca diga que o outro deu pra ruim, se você não mostrou que está dando pra boa coisa". - SANFERR, 23.09.1988

"Quem diz que é o bom, é porque não conseguiu provar que é o melhor". - SANFERR, 26.04.2007

"Mentira é o que muitos estão dizendo. E verdade é o que todos estão vendo". - SANFERR, 08.09.2011

"Se falam mal de alguém e não se vê o pior acontecer, pode ter certeza que o ruim é o ninguém que está espalhando o que nunca vai ocorrer". - SANFERR, 07.07.2004

"Todos acordam para a vida. Mas muitos dormem ao morrer para a vida". - SANFERR, 13.11.1989

"Não bote má fama em quem você não gosta, por que não vai achar quem bote boa fama em quem você gosta". - SANFERR, 18.04.2008

"Não adianta em nada desmerecer quem prova tudo merecer". - SANFERR, 18.09.2009

"A necessidade pode ter casa. Mas a felicidade pode ter outra residência". - SANFERR, 02.04.2000

"Diploma dá competência para se arrumar um bom trabalho com um salário razoável. E talento dá competência para se ganhar um ótimo salário apresentando um excelente trabalho". - SANFERR, 01.05.2012


                                                                                                                                                                  RENÉ SANFERR, 13.09.2012



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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

CULTURAL VALUE THAT IS PRESENT AT ALL OF THE TIMES.



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KEN FOLLETT.
DO REINO UNIDO PARA O MUNDO, UNINDO TODOS OS POVOS
ATRAVÉS DA LINGUAGEM (UNIVERSAL) DA LITERATURA.


     Fala-se tanto (como se ela pudesse dar em árvores, ser comprada na feira à preço de banana podre) em genialidade - duvidosa em muitos casos -  mas andam esquecendo de sua irmã (que não é gêmea, graças à Deus), a humilhada, o "patinho feio" da família dos (quase) intelectualizados e (quase) sábios: a mediocridade. Apesar de serem da mesma família - bote os neurônios para funcionar e descubra o parentesco - as duas são totalmente diferentes em número, gênero e grau. Enfim, façamos as devidas apresentações (e necessárias comparações) entre mediocridade e genialidade, já que as duas são universais e podem ser encontrada em qualquer parte do mundo. Onde menos se espera, até mesmo nos meios acadêmicos, pois, como diz o título acima, "o valor cultural (está) presente em todos os tempos" ... (?)... Se é que esta apresentação e comparação já não tenha sido feita por àqueles que tem um olhar mais atento e costumam observar com quem vive e "aonde" vive. "A mediocridade nasce diáriamente e a genialidade esporádicamente". "A mediocridade tem vergonha de assinar seu nome e a genialidade orgulho". "A mediocridade (me perdoem a expressão chula, deselegante) tem ouvido de pinico e a genialidade tem um sentido auditivo bem seletivo". (Não é à toa que os gênios gostam de boa música!). A mediocridade gosta de enganar os menos favorecidos intelectualmente, dando-lhes cotas por conta da cor da pele, enquanto a genialidade implora, suplica - não pela esmola, pela discriminação cultural e racial - para que o governo, ao invés de aprovar as cotas universitárias, melhore o ensino público desde o básico, os primeiros anos, qualificando seus professores e capacitando as escolas; não "premiando" os brancos, negros, rosas, azuis ou roxos (pobres, sem ter como estudar bem e dignamente numa escola pública) - independentemente de sua competência (ou não!) - com cadeiras OBRIGATÓRIAS no ensino superior. Afinal de contas, os neurônios agora vão ser marginalizados, eles tem cor? Ou faculdade é lugar para quem REALMENTE sabe... (?) ... Mas, para agradar ao eleitorado, mesmo que, futuramente -  como estamos vendo casos e mais casos na mídia de profissionais (?) ATROPELANDO o próprio saber, o tão famoso "diploma" - estas pessoas se tornem péssimos profissionais, o negócio abrir as portas da "casa do saber" para quem não tem a menor condição de estar lá. Saber não tem cor, posição social, rico ou pobre. (Ou tem?). C'est la vie!
     "A mediocridade é um bloco concorrido e bem animado em pleno domingo de carnaval  e a genialidade um solitário baticum na quarta-feira de cinzas"; quando não usa outro tipo de bloco (o de papel) para fazer seu desfile carnavalesco, um verdadeiro abre-alas de talento, competência e capacidade. "A mediocridade é gentinha e a genialidade gente grande, intelecto-cultural e filosóficamente falando". (Se é que me entendem, pelo amor de Deus!)... "A mediocridade pode nascer nos meios eruditos, como a genialidade pode aparecer entre o povo mais sofrido". "A mediocridade enche a boca (para falar mal) e a genialidade enche a cabeça (para pensar bem)".
     Não sou - e nem quero ser! - nenhum gênio, pois o pouco que sei e passo para a linguagem milenar das palavras, me é dado por Deus. Mas também não sou nenhum alienado, burro, para não observar - e pensar - as pessoas, a vida, as situações... E estes pensamentos (escritos, como todos os demais, ao longo de minha vida) servem para mostrar o diferencial entre dois grandes intelectuais - além do homenageado de hoje, e com ele a genialidade - e quem não gosta de se intelectualizar, "aculturar-se", informar-se... Três homens, três gênios, "mestres-doutores" das letras, palavras e textos, em nível internacional nas últimas décadas. Um já se foi, tornou-se "imortal"; e dois continuam se "imortalizando"... E quem são estes semi-deuses da literatura mundial?
     O primeiro é Albert Camus, argelino, nobel de Literatura em 1957, um dos mais influentes intelectuais do séc. XX, nascido em Mondovi e falecido em 04.01.1960. Camus era considerado um autêntico "pied noir" (para quem não sabe, "pé negro", termo que designa a população de origem francesa que vivia na Argélia). Albert Camus foi pobre (paupérrimo), mas de uma riqueza cultural incalculável (o que lhe fez, com o tempo, ganhar rios de dinheiro com tanta sabedoria e inteligência) e com muito sacrifício, formou-se em Filosofia, apresentando uma tese sobre Santo Agostinho. Tuberculoso, não seguiu a carreira acadêmica e, em 1940, fundou a revista Combat, escrevendo obras inesquecíveis - algumas polêmicas - como "O Avesso e O Direito", "Bodas em Típasa", "O Estrangeiro", "A Peste", "O Mito de Sísifo", "O Homem Revoltado", além de mostrar (provar e esfregar na cara de seus detratores, invejosos que duvidavam de sua intelectualidade) seu valor como dramaturgo escrevendo "Calígula" (um escândalo apenas ao ler o texto, imagine assistir!), "Os Justos" e "Estado de Sítio".
     O segundo mestre (mais atual) em colocar "o preto no branco" é Scott Turow, autor e (coincidentemente) advogado norte-americano, nascido em Chicago (EUA) em 12.04.1949, autor de várias obras, as quais devem ser lidas com o máximo de cuidado. Cuidados intelecto-filosóficos e sociais. Mesmo estando a filosofia intrínseca em seus textos, como um personagem coadjuvante, disfarçado sob o protagonismo de personagens diretamente ligados às leis e aos crimes. Livros como "Acima de Qualquer Suspeita" (cuja estória Hollywood comprou do autor por milhões de dólares e fez um filme excepcional, dando o papel de Sabich a Harrison Ford, em 1990), "O Ônus da Prova", "Os Limites da Lei", "Ofensas Pessoais", etc.
     A mediocridade passou longe destes dois, como a genialidade foi a alma-gêmea de homens (e mulheres) cultos, a exemplo de Eça de Queiróz, Jorge Amado, Castro Alves, Mário Vargas Llosa, Philippe Roth, Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Yan Fleming, Machado de Assis, José Sarney, Dias Gomes, João Ubaldo Ribeiro, Mário Prata, Nélson Rodrigues, José Carlos Capinam, Eduardo Galeano, Ariano Suassuna, Guimarães Rosa, Nélida Piñon, Sophia de Mello Breyner, José Caveirinha, Fernando Pessoa, Clarice Linspector, Sra. Leandro Dupret, Charles Dickens, Arthur Roestler, Graham Greeene, John Le Carré, Paulo Coelho, Fernando Veríssimo, Oscar Wilde ( o gay mais homem - por seu talento, ousadia e determinação - de todos os tempos), e por aí vai a lista (interminável) de "doutores das letras", muitos deles sem as duas principais antes de suas marcas (nomes); DR. Prova que escrever (e bem) não é mesmo para qualquer um e coisa (?) que se aprenda (simplesmente) com um diploma. Desde que me "entendo como gente" - como se diz lá em meu interior, a querida Camamu - e comecei a devorar livros, consequentemente escrever minhas "mal traçadas linhas", já li de tudo que se possa imaginar; dos clássicos de altíssimo nível aos pornôs sem nível algum. (Cultura é isso; é ler até jornal velho que embrulha peixe, com cheiro de podre e tudo). E dos autores estrangeiros que mais me marcou (recentemente) foi Ken Follett. E quem é este cidadão? Precisa dizer mais, a não ser que tudo que ele escreve é maravilhoso, genial, assustadoramente cultural? Que o texto dele é (sofisticadamente) fácil (?) e até a irmã (despeitada) mediocridade pode entender?
     Nascido em Cardiff, no Reino Unido, em 05.06.1949, Follett formou-se (também, assim como Camus) em Filosofia pela University College of London. Seu livro de estréia foi "O Buraco da Agulha". Sugestivo título que se encaixa perfeitamente ao tema de hoje, como se a mediocridade quizesse passar pelo buraco da genialidade. Depois do seu début (ô nomezinho mais antigo!) nas letras, palavras e frases, Follett continuou sua profícia (essa é do baú) carreira escrevendo "Pilares da Terra" e "A Chave de Rebeca", contabilizando (pasmem!) mais de cem milhões de exemplares vendidos. Apesar de ter ficado milionário com o fruto do seu árduo - e bota árduo nisso, já que pensar é mais penoso que carregar - trabalho, Follett não é um boa vida, vagabundo, como certos medíocres (analfabetos culturais) costumam taxar os gênios. Ele escreve diáriamente das sete da manhã às cinco da tarde, botando os neurônios para "ralar" ao ter o "preto" (idéias) para colocar no "branco" (papel). Follett é um pesquizador - ele vai "beber na fonte" - e provou isto ao escrever "Queda de Gigantes", uma estória de ficção sobre a saga de cinco famílias às vésperas da Primeira Guerra Mundial na Europa e EUA - leitura imperdível, tanto como resgate histórico, como social - e que lhe consumiu seis meses para pensar (?) a estória, além de um ano e meio para escrever um dos melhores textos sobre a grande guerra que abalou o mundo e os alicerces da sociedade, moral e econômicamente falando.
     Para uns e outros (felizmente não todos) brasileiros "tupiniquinizados" (?) que ADORAM dar valor ao que vem de fora e desmerecer, desvalorizar os frutos da terra - mas não já disseram que "santo de casa não fáz milagre?" - tanto Ken Follett, como Albert Camus e Scott Turow, são um prato cheio para saborearmos a genialidade deste menu literário internacional e (perdoem-me a expressão novamente chula) "vomitar" a mediocridade. Mesmo não sendo brasileiros, integrantes da ABL (Academia Brasileira de Letras), todos três tem seu valor reconhecido no Brasil e contribuem (ou contribuiu, a exemplo de Camus) para o enriquecimento cultural e intelectual daqueles que - pobres e sem oportunidade de estudar numa boa escola - tentam, à todo custo, fugir da mediocridade e correr em busca da genialidade; coisa que, certamente, jamais irão encontrar enquanto forem enganados com a ilusão das cotas universitárias, como se negro e pobre não tivesse capacidade de conseguir por seus méritos próprios "um lugar ao sol", tendo (também) direito a uma boa formação escolar desde seus primeiros anos de vida, recebendo anos depois - para ingressar no ensino auperior - a "esmola" de vagas destinadas a eles como "prêmio de consolação" por conta da cor de sua pele e da situação social que vivem. Isto é o que se pode chamar de racismo e preconceito.
     A genialidade que vive dentro das salas de aulas de Harward e tantas outras instituições superiores de ensino ao redor do mundo é orgulho para seus países. E a mediocridade do péssimo e desqualificado (infelizmente, esta é a realidade de nossas escolas públicas) ensino do país de Rui Barbosa, é vergonha para nós, brasileiros, que temos tudo para sermos tratados iguais aos países ricos - culturalmente falando - e não como mendigos (intelectualmente falando) prontos a pular a janela para entrar na universidade.
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima quinta-feira, se Deus Quizer, aqui estarei. Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!

                                                                                                                                                                   RENÉ SANFERR, 06.09.2012

a ESFINGE:
     "Não se sinta um homem realizado, se olhar para o lado e ver que só realizou o que todos puderam realizar. E sim um homem diferente para mostrar que realizou o que todos não puderam realizar".

                                                                                                                                                                    RENÉ SANFERR, 09. 06.2011

de SANFERRPRESS para todos os leitores e colaboradores (patrocínios, doações):

     Hoje, no blog SANFERRARTSCRIPT, leia o conto "O MISTÉRIO DE TAMARA DIOON".


''Quanto mais o outro você difamar, mas fama ele vai ganhar". - SANFERR, 06.09.2012

"Se o amigo é para ser guardado no lado esquerdo do peito, o irmão é para ser amado direito por todo o coração". - SANFERR, 10.12.2009

"Não afirme como verdade que o outro fez só por que ouviu falar, se a convivência com ele está à mostrar que é mentira o que por aí estão à comentar". - SANFERR, 04.11.2009

"Por antipatizar, um hoje inventa, o outro amanhã aumenta e todos começam a desmoralizar sem ter como nada provar, sem pensar que a calúnia contra todos eles um dia irá falar". - SANFERR, 16.08.2010

"Mulher que pega homem usado pelo viado é porque gosta de aproveitar o que no saco do lixo foi jogado". - SANFERR, 18.04.2012

"Aproveite para estudar muito a cada dia, para um dia deixar de ser pouco aproveitado". - SANFERR, 07.02.2011

"Se você não é um gênio que tudo sabe e pode ensinar, se conforme em estudar para aprender e mostrar que um gênio também pode vir a ser". - SANFERR, 09.07.2006

"O inteligente talentoso demora a ser encontrado, por que o burro orgulhoso o escondeu com vergonha por o ter achado". - SANFERR, 29.07.1997

"A diferença entre o rei e o plebeu é o trono que um se assenta e  cadeira que o outro senta". - SANFERR, 21.10.1997

"Todos tem vontade de falar  o que apenas um tem coragem para dizer". - SANFERR, 19.04.2001

"Parentes todos tem. Mas família apenas poucos". - SANFERR, 17.05.2000

"A palavra pode ser dura. Mas a verdade é nua e crua". - SANFERR, 17.08.2008

"Se você é burro para não conseguir subir uma escadar, nem tente se mostrar inteligente para derrubar quem já está no alto dela". - SANFERR, 17.12.2010

"Seja casado com a sabedoria e não amaziado com a ignorância". - SANFERR, 06.06.2000

"Viva o seu presente porque no futuro ele vai ser o seu passado". - SANFERR, 18.09.2004

"Mulher feia e inteligente é mais atraente que a linda e incompetente". - SANFERR, 31.05.1989

"Não deseje mal ao outro, se o mal já desejou tudo que ele tem de bom para oferecer a você". - SANFERR, 30.07.2010

"Com nêgo presepeiro e branco palhacento, a festa vai ser bem animada quando o palhaço sarará chegar fazendo muita presepada".
                        (Extraído do conto "Todos São Iguais", de minha autoria) - SANFERR, 18.02.1987

"Se você já sabe o emprego que tem competência para ter, não se dê ao trabalho de procurar se empregar num trabalho que sua incompetência irá se mostrar". - SANFERR, 01.05.2003

"O mundo elogia quem sabe, incentiva quem quer saber e desvaloriza quem nunca vai aprender a saber". - SANFERR, 01.07.2012

"Se o pensamento lhe ofendeu com a sabedoria, procura não ofender seus próprios pensamentos com a sua ignorância". - SANFERR, 18.01.2012

"Se escrever fosse fácil, muitos iriam compreender que o difícil é pensar em como aprender a escrever e fazer os demais ler e compreender". - SANFERR, 08.02.2004

"Na escola da falsidade, a Verdade é uma professora incompetente e a Hipocrisia uma aluna sempre presente". - SANFERR, 19.09.2010

"Não queira ser bom em fazer o que o outro sabe fazer, se você é ruim até no pensar em querer fazer". - SANFERR, 19.01.1989

"O ensino está uma vergonha para o Saber e os alunos para o não saber aprender". - SANFERR, 25.04.2012

"Professor asno diante dos alunos burros, a escola deve ser um pasto". - SANFERR, 11.04.2006

"Dar crédito é conversa de esperto em cima do otário que não percebe que vai viver cheio de débito". - SANFERR, 01.11.2002

"Nunca olhe para trás se nem sabe ainda o que vai encontrar pela frente". - SANFERR, 20.02.1997

"Decida ser um gay assumido, mas não resolva ser um homem enrustido". - SANFERR, 28.06.1994

"Se você acusa a moral de alguém e não prova, está sem moral para acusar". - SANFERR, 09.08.2010

"O maluco do presente será o sensato do futuro". - SANFERR, 20.04.1999

"O mal que todos falam de quem está longe, não chega nem perto de todo o bem que ele fáz e esconde". - SANFERR, 19.07.2010

"A face da verdadeira amizade só pode ser vista quando o rosto da falsidade não é avistada". - SANFERR, 09.10.1986

"Nas voltas que o mundo dá, quem ontem perdeu hoje pode voltar a jogar, ganhar e amanhã novamente mandar". - SANFERR, 06.09.2011

"A mediocridade nasce diáriamente e a genialidade esporádicamente". - SANFERR, 01.01.2004

"A mediocridade tem ouvido de pinico e a genialidade tem um sentido auditivo bem seletivo". - SANFERR, 06.12.1989

"A mediocridade tem vergonha de assinar seu nome e e genialidade orgulho". - SANFERR, 12.05.2009

"Muitas vezes quem está longe, está mais presente do que quem está perto". - SANFERR, 10.12.2010

"Enquanto poucos querem ajudar, muitos não querem ajudar nem pouco". - SANFERR, 18.04.2010

"Quem julga a credibilidade moral do outro, geralmente não tem crédito com a própria moral". - SANFERR, 21.09.2010

"Se ninguém lhe valoriza, valorize-se como alguém". - SANFERR, 06.01.2004

"A mediocridade enche a boca (para falar mal) e a genialidade enche a cabeça (para pensar bem)". - SANFERR, 08.12.1988

"O bom da amizade é não abusar da amizade". - SANFERR, 07.01.2010

"A mediocridade é gentinha e a genialidade gente grande, intelecto-cultural e filosóficamente falando". - SANFERR, 04.10.1986

"Se você conhece a pessoa de perto, não acredita no que falam dela de longe". - SANFERR, 09.04.2012

"A mediocridade é um bloco concorrido e bem animado em pleno domingo de carnaval e a genialidade um solitário baticum na quarta-feira de cinzas". - SANFERR, 06.12.1988

"Prefira não ter carro e viajar para vários lugares absorvendo cultura, do que ter o carro e não sair do lugar mantendo a ignorância". - SANFERR, 07.07.2004

"Se um não tem prova para acusar, como todos podem difamar sem ter prova para mostrar?". - SANFERR, 01.10.1994

"Um inventa, o outro aumenta e todos comentam o que nunca existiu para ser aumentado e comentado". - SANFERR, 19.08.2010

"Não diga que o outro perdeu a credibilidade, se a própria credibilidade ainda não conseguiu lhe achar". - SANFERR, 10.10.2001

"O escritor não precisa sair para trabalhar. Ele precisa em casa ficar para pensar e criar". SANFERR, 18.09.1999

"A mediocridade pode nascer nos meios eruditos, como a genialidade pode aparecer entre o povo mais sofrido". - SANFERR, 01.05.2008

"Não acuse o inocente sem nenhuma prova, senão o réu vai ser você com todas as provas". - SANFERR, 08.08.1997

"Pobre não precisa hoje de esmola em forma de cota para estudar. Precisa estudar numa boa escola para amanhã não precisar esmolar". - SANFERR, 09.04.2012

"Se quem mostra talento e sabedoria você diz que não vai chegar a lugar nenhum, em que algum lugar você pensa que irá chegar se não tem sabedoria e talento para mostrar?". - SANFERR, 09.06.2005

"Se você se acha inteligente por ter um diploma para provar ser competente, imagine quem é competente para não precisar do diploma para provar ser inteligente?". - SANFERR, 19.11.2007

"Não seja burro para enfrentar o inteligente". - SANFERR, 09.12.2001

"Se você não está capacitado para criar, mostre toda sua capacitação para invejar". - SANFERR, 23.01.2011

"Não saia de carro para o mesmo lugar sem conhecer o mundo. Saia sem carro para conhecer diversos lugares do mundo". - SANFERR, 09.07.2011

"Não olhe de cima para baixo quem está acima de você". - SANFERR, 18.08.2010

"Pobre ri quando bebe no fim-de-semana, por que sabe que tem a semana toda para chorar sem beber". - SANFERR, 08.09.2000

"Não faça de sua pessoa um copo de cerveja, mas sim uma taça de champanhe; não um prato de arroz doce, mas sim um creppe suzette; não presença em todos os lugares, mas sim presença dificil de se encontrar". - SANFERR, 01.12.2011

"Marque sua vinda ao mundo deixando seu nome como uma marca quando partir". - SANFERR, 23.09.2003

"A mulher é sonho de consumo para uns e o pesadelo de costume para outros". - SANFERR, 18.07.2007

"Não compre móveis novos para enfeitar uma casa feia. Adquira idéias novas para enfeitar sua inteligência horrorosa". - SANFERR, 10.01.2007

"A mulher não é fraca nos braços. O homem é que colocou isso na cabeça dela". - SANFERR, 08.03.2004

"Sair de casa não é abrir a porta da rua. É fechar as janelas para a família". - SANFERR, 07.09.1989

"O trabalho dignifica quem gosta de trabalhar no que fáz e humilha quem trabalha apenas para ganhar do que é obrigado a fazer". - SANFERR, 01.05.1987

"A calúnia destrói hoje a vida do caluniado e amanhã do caluniador". - SANFERR, 07.08.1982

"O hoje na vida de muitos é reprise do dia de ontem e na de poucos ensaio do dia de amanhã". - SANFERR, 09.07.2000

"Coma com a boca. Mas sinta fome com a cabeça". - SANFERR, 08.12.1987

"A morte chega para todos e o descanso eterno para poucos". - SANFERR, 08.12.1987

"Encha a barriga, mas não esvazie a cabeça". - SANFERR, 06.01.2002

"Nos rumos que a vida toma, a família perde o rumo e cada um segue o seu rumo". - SANFERR, 19.09.2007

"Não se ache. Deixe os outros lhe encontrar". - SANFERR, 12.05.2010


                        Obrigado a todos que tem divulgado meu trabalho. Mostra que estão gostando.
                        Deus os abençõe.



                                                                                                                                                                          RENÉ SANFERR, 06.09.2012
ATENÇÃO
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