quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A MAJESTADE E O PLEBEU.




UM BLOG MUITO BONITO, MAS SEM UM BOM TEXTO E NENHUM  CONTEÚDO,
VAI SERVIR APENAS PARA SER VISTO E LOGO ESQUECIDO.
SIMPLESMENTE PORQUE TODO MUNDO NÃO VAI ENCONTRAR NELE
NADA DE BOM PARA SER SEMPRE LIDO.

"POR INVEJAR, AS PESSOAS
CRIAM MITOS E LENDAS 
QUE NUNCA IRÃO SE CONFIRMAR".



BAHIA     X     VITÓRIA.
UM REI DESTRONADO E
O LACAIO DESCAMISADO.


     "Quem é rei nunca perde a majestade", diz um centenário - talvez milenar - ditado popular. Atualmente, no reino mágico (e cheio de surpresas) do futebol, estamos vendo a realização material desta famosa frase nos mais diversos cantos do país. Times renomados, "coroados", com histórico de vitórias no Campeonato Brasileiro da Série A - em algum momento desta mesma história - perdendo o domínio do seu reinado, por conta disto e daquilo, mas sabendo que, em algum momento, sentiu o prazer de se ver coroado e (também) muito orgulho por uma, duas ou várias vezes, no trono ter sentado. Dizem por aí que "pior do que um rei deposto, é um lacaio, serviçal, que quer sentar no trono e ainda não teve este gosto"... (?) ... E esta situação, digamos assim, inusitada - mas que, no futebol, pode acontecer a qualquer um - está ocorrendo, justamente neste momento, no Campeonato Brasileiro da Série A, com dois times baianos. Um que já foi - por duas vezes - coroado e o outro que (desde que foi fundado) está vivendo envergonhado por nunca, neste mesmo campeonato, ter tido o prazer de no trono do poder ter sentado. (E, porisso - quer queiram, quer não os seus fanáticos torcedores, está, desde que foi fundado, desgraçadamente amaldiçoado. Não adiante ganhar jogos, ter certas "vitórias", estar permanecendo na primeira divisão, se, no "frigir dos ovos", é, realmente, uma merdinha no rol dos grandes campeões do Brasileirão). E - continuando - sequer uma única estrela na sua camisa ter colocado. Estou falando, é óbvio - para àqueles que gostam de "ver nomes dados aos bois" - do Baêa (Esporte Clube Bahia) e do merdinha (Esporte Clube Vitorinha). O rei que (agora) está destronado e, respectivamente, o lacaio (sempre) descamisado por jamais - diferentemente do outro - ter num lugar de destaque do Campeonato Brasileiro A (o pódio, o primeiro lugar) sentado. É ou não é desgraçado, amaldiçoado? 100 anos de humilhação, vergonha!... E, sendo assim, vai continuar arrasado. Entre os 20. Mas, constrangedoramente, no fim-de-linha, nas últimas fileiras. Bem distante do topo, da elite, dos melhores.
     Adiós, muchacho! Traduzindo: adeus, Baêa!! Mesmo com todo - ao contrário do seu rival, o Vitorinha fracassado neste mesmo campeonato, por nunca o troféu do Brasileirão ter levantado - seu passado de glórias, dois títulos. (E os desmoralizados e ridicularizados torcedores rubro-negros não venham me mandar e-mails, dizer que "quem vive de passado é museu", pois eu diei - e o mundo todo, principalmente a Europa também - que quem está no museu é porque teve uma história para contar. Pior é quem não tem nem uma estorinha - como o Vitorinha, no Brasileirão - de vitória (ao menos uma, miserável) para se orgulhar... Voltando ao Esporte Clube Bahia... (Começo falando dos "de casa", dos meus)... Eu não disse - no artigo do dia 06 pp, sobre Marcelo Guimarães Filho - que a diretoria atual do Baêa afundou o timão baiano? Não deu outra. (Aliás - eu sou mesmo, quer queiram ou não, muito bem informado, o máximo, e esfrego na cara dos incapacitados toda semana, aqui, no blog - tudo que eu falo nos artigos de política, artes ou esportes (olhem meus textos, vejam as datas que postei) depois se confirma. Ah, Baêa!! Agora, meu querido, é caixão, vela e segunda Divisão. Coitado de ti, Baêa!! Ai de ti, torcedor tricolor!... Vai "chorar sobre o leite derramado". (Mesmo eu que - apesar de apoiar meu time, acreditar nele - estava sabendo, desde o reinício do Brasileirão, logo após a Copa do Mundo , que o Bahia ia ser rebaixado). Torcedor este que vai chorar, por todo 2015, ao ver o seu maior rival disputando os jogos da série A. E por que esta tragédia mais do que anunciada? Responderei, curto e grosso - como é meu estilo, a verdade é sempre dura e cruel - com três palavrinhas. As quais, quem tem, são mágicas; e, quem não tem, se tornam trágicas: competência, talento e capacidade. E a pior de todas elas: falta de vergonha na cara. O "não amor" à camisa do time, neste caso, do Bahia. Coisa que - eu "dou a César o que é de César" - o timinho (que nunca, jamet, orgulhou seus torcedores botando uma ÚNICA ESTRELA na sua envergonhada camisa) tem. Justiça seja feita! Mesmo jogando num timinho sem nenhum histórico de glória na série A, os jogadores do Vitorinha "suam" a camisa, literalmente, para defender a mesma. E este AMOR à camisa fáz com que (até) os torcedores rubro-negros esqueçam -e, ridicularmente, no desespero da humilhação e vergonha por, em 100 anos, viver apenas "cheirando" o trroféu do Campeonato Brasileiro, beirando como um lacaio descamisado o trono do poder, sem perto dele não puder chegar - que o Esporte Clube Vitorinha é amaldiçoado e desgraçado. Por, justamente nestes mais de 100 anos de (dizem eles) "história" (qual? aonde? regional? pequenas, digamos, "vitorinhas"?) não ter escrito, verdadeiramente, uma estorinha... (?) ... Todo ano - quanta vergonha, humilhação! - é a mesma coisa, a "desgraceira no caminho da feira": nadam, nadam e morrem na praia. Fora do trono da série A. Porque será que a primeira Divisão gosta de, ano após ano, o Vitorinha escurraçar, afastar do primeiro lugar, do trono dos campeões?... Ao menos - kkkkkkk - uma vezinha só!... E os torcedores rubro-negros continuam chorando no "pé do caboclo". 
     Ao contrário do Baê que já sentou - e esquentou este trono do Brasileirão - por duas vezes. No lugar que o Vitorinha nunca teve o direito nem de sonhar lá chegar. (Verdade ou mentira?). Pior do que afundar, é o barco que não teve o prazer de nunca, jamet, no porto ancorar. (Se é que me entendem!). O Bahia, infelizmente - neste nefasto, fatídico 2014 - está naufragado. Nem sonhem mais. São "cartas marcadas". (Depois me respondam se errei!). Mas, por duas vezes - 1958 e 1988, isto é fato histórico no futebol brasileiro, ao contrário de quem nunca teve nem uma estorinha para contar - aportou no porto, orgulhoso e vitorioso. Mas, c'est la vie! O barco "Baêa" hoje foi naufragado pela falta de competência, talento e capacidade de sua diretoria, dos jogadores (que não vestiram e suaram a camisa como deveriam) e, principalmente, do técnico Gilson Kleina que acabou de furar o casco deste barco. Agora, na última hora, chamar Charles Fabian para salvar um titanic por um iceberg atropelado?... Só se ele fosse um santo milagreiro. Coisa que, por outro lado, os torcedores rubro-negros pensam, sonham, que irá acontecer com o timinho deles: um milagre. Ganhar, um dia - como o Baêa ganhou por duas vezes - o Brasileirão. Aonde? Quando? Só se "o milagre" for contratar melhores jogadores do que estes coadjuvantes; ou melhor, figurantes de uma encenação circense (e patética) que chamam de "partida de futebol". Hoje, contra o Coritiba, eles vão ganhar. (Conhecem todo o picadeiro do Barracão para exercitar as suas palhaçadas. E como o Coritiba é um grande time, não vai esperar que vai estar num circo, tablado, mas sim num verdadeiro estádio. Truques que o Vitorinha sabe usar no Barracão para iludir, mágicamente, seus rivais). Observem: fazem bonito quando o time joga no Barracão. E, fora dele, quando usam de métodos - não quero nem imaginar quais sejam - para, digamos assim, conquistar a simpatia dos árbitros, fazê-los fechar os olhos para certos deslizes e erros técnicos em campo... (?) ... O time está - no teatro do ridículo - mais para uma "comédia de costumes". Um vaudeville. (Se é que me entendem!). O Vitorinha tem vergonha na cara? Tem. Ao menos - ao contrário do Baêa - para "fazer das tripas coração" e permanecer na primeira Divisão... Mesmo que nos últimos lugares furando as chuteiras na serragem do picadeiro do circo "Barracão" para - como se diz na escola - passar de ano arrastado. (E, nem isso, os alunos do Esporte Clube Bahia conseguiram: fazer direito a lição). O Vitorinha, até agora, reitero, só não tomou vergonha na cara para deixar de ser um barco naufragado por não ter, no porto do Brasileirão, em primeiro lugar aportado. No pier das grandes embarcações que já foram ancoradas por lá, o Vitorinha (da Bahia) é um veleiro pintado de vermelho; e vermelho por, em 100 anos, viver humilado, derrotado, envergonhado. Nunca foi um tubarão; no máximo, uma sardinha que, espertamente, conseguiu - nestes 100 anos nadando e em nenhum lugar chegando - sobreviver neste mar cheio de feras perigosas. Atenção, torcedores rubro-negros! Preparem as bengalas e cuidaem da barba, cabelos brancos. Para quando chegar o dia de comemorar pelo Esporte Clube Vitorinha no primeiro lugar do Campeonato Brasileiro da série A chegar. Com todo respeito - mesmo a um timinho que, em 100 anos, sem, no Brasileirão, ter uma vitória para ficar na história -  a quem não se deu ao respeito (todos estes anos), é de morrer de gargalhar ao ver os rubro-negros com as migalhas, as esmolas dos últimos lugares, no Brasileirão, se contentar. O Esporte Clube Bahia - mesmo atualmente destronado - já deu "na cara" deste timinho por duas vezes. E ele, o Vitorinha? No Brasileirão? Já deu - como campeão - na cara de quem?... Ah, ilusão! À um passo da... decepção, desilusão.
     A constelação "estrelar" dos campeões do Brasileirão nunca quis, ao Vitorinha, uma única estrela doar. E kkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!!!....
     Mas, verdade seja dita, o Vitorinha é lutador, guerreiro: mesmo no desespero. Aproveita o improvável - se é que me entendem! - para se segurar; mesmo que "passe de ano" usando as pernas para se arrastar. Até o gol... (?) ... E é tão pequeno, medíocre e insignificante - no Campeonato Brasileiro, da série A - que costuma festejar o mínimo que consegue conquistar. E este atual Baêa? Este timão que agora, vergonhosamente, vai fazer parte da elite da segunda Divisão? O que fáz em cada jogo? Se deixa golear sem talento, competência e capacidade mostrar... Eu só tenho pena do torcedor que paga ingresso, vai ao estádio - tanto a Arena Fonte Nova como ao Barracão, em Salvador, Bahia - e se desespera. Será que alguém não o avisou: "Cara, você não sabe o que te espera?"... Para o tricolor, a decepção a cada jogo; e para o rubro (de vergonha)-negro, a desilusão de ver o seu timinho ser (cada vez mais) uma merdinha que fede mais do que cheira. Pois, se cheirasse alguma coisa, um título nacional já teria ganho. Um troféu - uma vezinha só, pelo amor de Deus! - teria levantado nestes 100 anos. Teve tempo suficiente. 100 anos não são 100 jogos!... Enfim, para um e para o outro, a coisa está feia. Para o Baêa por estar rebaixado. E para o Vitorinha, humilhado por estar classificado, mas "passando de ano" arrastado e, consequentemente, por outros times - resultados - ajudado. Se fosse, realmente, um timão, uma boa colocação no Brasileirão já teria alcançado. 100 anos, torcida!... É muita vergonha!... Tudo bem. Passou, concordo. Mas como àquele aluno medíocre, burro e ignorante que, depois de muitas provas - e recuperações! - chega ao fim do ano cabisbaixo, humilhado pelos colegas que receberam as melhores notas. É mesmo um desgraçado lacaio descamisado. Que olha de longe o trono - o primeiro lugar do Campeonato Brasileiro da série A - por ele nunca sentado. Uma sardinha (que, na verdade, é ele, o Vitorinha) que está longe de se tornar um tubarão. Se os rubro-negros chamam o Baêa de sardinha - com duas estrelinhas - do que podemos chamar o Vitorinha sem nenhuma?  Claro que de merdinha. Um veleiro perdido no mar do desespero. Bem longe  do porto seguro que se encontra hoje o - merecidamente - transatlântico Cruzeiro. Enfim - quer queiram, quer não - o Esporte Clube Vitorinha no elenco da primeira Divisão só vai estar lá como figuração. No fundo da cena. Mudo e calado. Como um mero rosto no cenário, compondo a decoração. Está certo que o Baêa - neste ato, 2014 - saiu de cena. Mas teve, ao menos, na história do Brasileirão, uma relevante atuação. Esteve no topo por duas vezes, no primeiro escalão, entre os vips de todos os tempos da série A. Já foi - o Vitorinha nunca foi - um personagem, do elenco principal. Saiu de cena, sim. Mas estrelado. O Vitorinha continua. Como figurante, no fundo, humilhado. Claro! Já se passaram - volto a repetir, por que esta é a verdade, não adianta o rubro-negro se iludir, fingir que é o que nunca foi - tantos Campeonatos e, até agora, o que o Vitorinha conquistou, na série A? Porisso é chamado - neste campeonato, já que só vence nos outros, de nem tanta importância assim - de merdinha sem nenhuma estrelinha.
     O Baêa foi, sim, desclassificado. Mas, nunca vai ser destronado. E sabe porque? Por que - por duas vezes - ele já sentiu o prazer de no trono ter sentado. E no futebol brasileiro um rei coroado. E quem é rei nunca perde a majestade. Ao contrário do VITORINHA  que - até agora, em 100 anos de "falta de história nacional" - não passa de um lacaio descamisado. Sem um uniforme (a camisa) estrelado.
     Força, Esporte Clube Bahia. Caia de pé, altivo e digno. Como caem todos os reis. Sem perder a majestade. Sem esquecer a coroa que já esteve na sua cabeça por duas vezes. Enfrente esta situação como "falha de percurso". Assumindo os erros. A falta de talento (dos jogadores) e de competência (dos administradores). O torcedor tricolor - mesma na segunda Divisão - é um vencedor. Tem dois títulos, duas estrelas no camisão. E o rubro-negro? Olha a sua camisa e não vê nada. A não ser a migalha de continuar na primeira Divisão como figuração. Disfarçando com uma falsa alegria, a vergonha e humilhação por, nem por um dia, ser o campeão no Brasileirão. E, porisso, é Vitorinha. Sem nenhuma coroa, cetro, estrela ou - na série A, como campeão, reitero - tradição. Enfim, não tem nome como o Esporte Clube Bahia já escreveu - por duas vezes - no Brasileirão. Vergonha, Bahia, não é cair. É cair sem nunca ter estado, verdadeiramente, de pé. E no alto do pódio. É como um simples trabalhador. Marca o relógio de ponto. Mas quem é ovacionado, homenageado, é o trabalhador qualificado, capacitado.
     Pobres, coitados e infelizes torcedores rubro-negros. Festejam migalhas, esmolas. Dadas como restos a quem fica nos últimos lugares, bem longe dos bons, dos melhores. Da elite. Da "nata da nata".  Claro! No Brasileirão da Série A, o Vitorinha é... nada!
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima semana, se Deus quizer, aqui estarei. (Com todo talento que Deus me deu! Mordam-se!). Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!

                                                                                        RENÉ SANFERR, 19.11.2014

a ESFINGE:
(UMA CITAÇÃO É APENAS A OBSERVAÇÃO DO PENSADOR
SOBRE FATOS, PESSOAS E ACONTECIMENTOS.
E, NA MAIORIA DAS VEZES, O AUTOR NÃO COMPARTILHA DA MESMA OPINIÃO
SOBRE O QUE FOI POR ELE OBSERVADO, ESCRITO E PUBLICADO)
"Pior do que um rei deposto, é um lacaio, serviçal, que quer sentar no trono e ainda não teve este gosto".

RENÉ SANFERR, 08.01.2000


OPORTUNIDADE É O QUE PRECISA QUEM TEM TALENTO DE VERDADE
PARA MOSTRAR TODO SEU CONHECIMENTO E CAPACIDADE.


"SINAL VERDE,
 sinal vermelho".


..... agradeço à todos os leitores - principalmente do sul do país - que, nos últimos dias, fizeram o blog SANFERRPRESS estar sendo comentado em todas as redes sociais. (Foi tudo que pedi à Deus e Êle me concedeu. Como tudo que peço!). Muito obrigado. Sei que o país inteiro está lendo o meu blog. Pessoas que gostam de um texto de qualidade, cultura e informação. E não um blog cheio de "enfeites" (propaganda), mas sem nenhum conteúdo. É tanta porcaria, merda, que postam, publicam na internet, que, realmente, sou um privilegiado por estar publicando um blog de altíssimo nível cultural. Novamente, obrigado aos milhares de leitores. Do Brasil e do exterior. (SINAL VERDE)

..... os jogadores do Esporte Clube (merdinha) Vitorinha se portam em campo como palhaços. Imaginam-se jogadores - kkkkkkkkkk!!!!! - da Seleção Brasileira. Mas, na verdade, fazem piruetas - jogadas ensaiadas - como artistas pernas-de-pau num picadeiro circense batizado como "Barracão". Vamos parabenizar o Vitorinha, gente! Por, mais uma vez, se humilhar a, na série A, ficar como mero figurante que no elenco principal não tem lugar. Quer saber o lugar que ele vai ficar? Usem uma luneta. No fundo, no fundo, no fundo. Do cenário futebolístico do Brasileirão, o Vitorinha acharão. (SINAL VERMELHO)


..... lembram-se dos meus artigos políticos postados na época das eleições? Não? Procurem aqui no blog. Leiam. Então? Tudo o que eu falei... está acontecendo no governo, na política, em Brasília. E vem mais por aí. "Cada povo tem o governo que merece". Não votaram errado? Agora, aguentem. (SINAL VERMELHO)


..... recebi e-mails sobre o artigo com a dra. Carmem Lúcia, do STF. Vasculhem - está na internet - os arquivos do STF (SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL), do dia 17.06.2009. Está lá. A decisão dos eminentes Senhores Ministros sobre a não OBRIGATORIEDADE do diploma de Jornalismo. Talento e capacidade, queridos, é assim que se prova. Escrevendo. Como faço com meu blog semanalmente. (SINAL VERDE)


RENÉ SANFERR, 19.11.2014

EU MOSTRO A VIDA COMO ELA É.
E NÃO COMO VOCÊ OLHA E ELA NÃO É.


"O seu nome vai se perpetuar ou com o seu corpo vai se enterrar? Porque o nome que vamos sepultar é do homem que não fez nada para uma marca deixar". - SANFERR, 24.12.2012

"O homem que nasce para carregar peso com as mãos pode a vida toda chorar, porque não vai conseguir nunca carregar uma cabeça com o poder de pensar". - SANFERR, 05.08.2014


"Existe o grande escritor e o pequeno trabalhador. Sabe qual a diferença entre os dois? O reconhecimento pelo seu talento e valor". - SANFERR, 25.07.2000


RENÉ SANFERR, 19.11.2014

 ATENÇÃO      
 AGRADEÇO AS CONTRIBUIÇÕES E PEÇO QUE CONTINUEM FAZENDO DOAÇÕES AO BLOG.
                  ASSIM COMO O JORNALISTA FUNCIONÁRIO DE JORNAL, O BLOGUEIRO-COLUNISTA, EM TODAS AS PARTES DO MUNDO,
                     EM VÁRIOS SITES E BLOGS, VIVE DO QUE ESCREVE, O SEU TRABALHO VIRTUAL É O SEU GANHA-PÃO.
   SEM NENHUM VÍNCULO EMPREGATÍCIO.
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  P    A     T     R     O     C     Í     N     I    O


terça-feira, 11 de novembro de 2014

O PAPEL SÓ PROVA QUANDO NELE TUDO QUE SABEMOS SE MOSTRA.

UM BLOG MUITO BONITO, MAS SEM UM BOM TEXTO E NENHUM CONTEÚDO,
VAI SERVIR APENAS PARA SER VISTO E LOGO ESQUECIDO.
SIMPLESMENTE PORQUE TODO MUNDO NÃO VAI ENCONTRAR NELE
NADA DE BOM PARA SER SEMPRE LIDO.


"POR INVEJAR, AS PESSOAS
CRIAM MITOS E LENDAS QUE NUNCA IRÃO SE CONFIRMAR"





DRA. CARMEM LÚCIA ANTUNES ROCHA.
AS DECISÕES DO STF
SÃO PARA SER OBEDECIDAS OU ESQUECIDAS?


     Em 2009 - mais precisamente no dia 17.06 - o STF (Supremo Tribunal Federal) aprovou, quase por unanimidade ( Carmem Lúcia, Ellen Gracie, Eros Grau, Ricardo Lewandowski, Carlos Ayres Britto, Cézar Peluso, Celso Mello, e o autor do projeto, Ministro Gilmar Mendes) que NÃO É MAIS OBRIGATÓRIO SE TER O DIPLOMA DE JORNALISMO para exercer a profissão... (?) ... Decisão bastante salutar, diga-se de passagem. Claro! Uma coisa é você ter "a sorte" de passar no vestibular-loteria para Comunicação na base do "unidunitê" (riscando os X do famigerado citado vestibular, o qual deve ser abolido de imediato, ficando apenas as provas com respostas escritas à mão pelos vestibulandos, como na Redação), e outra, completamente diferente, é o cidadão saber escrever, provando, com "o preto no branco", que tem um excelente texto, está apto à escrever qualquer artigo, crônica ou matéria. (Grandes escritores, dramaturgos, contistas, precisaram fazer - não tem! - universidade para escrever romances, livros, contos, peças?). E não são poucos os "diplomados" que são contra - até hoje não se conformam com o talento de vários que já nasceram prontos, os autodidatas, sem precisar passar pelo be-a-bá do curso - esta decisão, evidentemente. Tem medo dos que não frequentaram a faculdade e são mais eficientes, capacitados, qualificados, que eles. O saber "isto e aquilo" não se prova com um pedaço de papel num quadro na parede. O saber se prova com o criar e escrever. Pegar uma folha em branco e, inteligentemente, preencher.
     Muito - e muitos! - já se fez para "calar a liberdade de expressão". Mas, a liberdade de imprensa deve ser respeitada num país que se diz democrático como o nosso... (E viva a internet que - através de sites e blogs de altíssimo nível cultural e de informação - está fazendo surgir uma "imprensa alternativa")... Muitos já fizeram tudo para criar - orientados pelo PT - o Conselho Nacional de Jornalismo. Claro! O PT sempre quis calar os veículos de comunicação independentes. E a ex-candidata a presidência da República, Marina Silva, desde a campanha de 2010, se mostrou veementemente contra isto, esta arbitrariedade sócio-cultural; e esta posição foi determinante para, desde aquela época, eu simpatizar com a candidata e suas ideologias. O governo do PT, por sua vez - desde os tempos de Lula - quer (agora dizem que não!) intervir na programação, no gerenciamento e até na propriedade das emissoras de rádio e TV. Propostas (nefastas, ditatoriais) que surgiram na CONFECOM (Conferência Nacional de Comunicação), em 2009. Portanto, está mais do que na hora que o Congresso Nacional e o STF se unam para "fortificar" estes mecanismos que nos levam à tão famosa "liberdade de imprensa". E vou mais adiante. Porque não "assegurar direitos" aos blogueiros? Principalmente àqueles que trabalham com informação e cultura?...
     A nossa homenageada de hoje - dra. Carmem Lúcia - é uma MULHER de visão e deve levantar, no STF, esta questão que, por sinal, está atualíssima no cenário jornalístico do nosso país. Claro, evidentemente, que existem blogs disto e daquilo; mas, no frigir dos ovos, para saber "quem é quem", separar o "joio do trigo", o "alho dos bugalhos", é só ter um pouco de discernimento intelectual para distinguir entre um blog que, por exemplo, ensina (nada contra, vejam bem!) pintar unhas, combinação de bolsas e sapatos, do blog que tem conteúdo, um texto de qualidade comprovada, com informações que nos levam a aprimorar nossa cultura. E não são poucos que levam informação e cultura, através da rede mundial de computadores, a milhões de brasileiros (ao mundo todo) diáriamente, semanalmente ou mensalmente. O tempo urge. Já está mais do que na hora do governo se posicionar à favor de uma classse - os blogueiros - que, quer queiram ou não, estão influenciando (e muito) os destinos de nossa nação. E usando um meio de comunicação completamente nova, independente.
     A dra. Carmem Lúcia nasceu em Montes Claros (19.04.1954) e desde 21.06.2006, fáz parte do Supremo Tribunal Federal. Excelência, esperamos que sejam tomadas medidas, o mais rápido possível, para assegurar os nossos direitos. Não estamos num país democrático?... Não vivemos a era da liberdade de expressão? Pois, então? Somos profissionais da palavra, Ministra. Merecemos ter garantias como qualquer outro. Ou, então - como os Castro, em Cuba - vai aparecer um maluco por aí querendo nos transformar em novos Yoani Sánchez. (Se é que me entendem!). Temos, sim, o dever - e não somente o direito - fundamental de fiscalizar o poder. O blog - óbviamente àquele bem escrito, basseado em fatos e pesquisas que dê credibilidade ao que nele foi postado, como o SANFERRPRESS, por exemplo - também fáz parte da Educação do nosso país. É gerenciador de idéias, sugestões e propostas. Num momento em que o país (não dizem?) está crescendo e a demanda por profissionais qualificados se fáz necessária, por que não proteger ainda mais quem mostra estar bastante capacitado, gabaritado? A prova está diante de todos. É só abrir o computador e acessar a "nata da nata" dos blogs quer preenchem todos os requisitos de cultura e informação, levando mais intelectualidade ao povo desta (e de outras) nação.
     Em 1787, anos antes de se tornar presidente dos EUA, Thomas Jefferson escreveu: "Se eu tivesse de decidir entre ter um governo sem jornais e ter jornais sem um governo, não hesitaria nem por um momento antes de escolher a segunda opção". O presidente dos EUA, já naqueles idos, sabia da importância da (boa) palavra escrita, e, dono dela - quem a escreve - é detentor de toda intelectualidade, cultura e sabedoria; infeliz do homem que não tem uma idéia na cabeça, a palavra num texto altamente capacitado e o foco no que vai ser falado, já que a "liberdade de imprensa" (expressão) pode ser demonstrada escrita ou falada. Muitos se dizem - dizem, mas não são - à favor da liberdade de expressão, mas, na prática, "alguns" querem é a "recessão cultural e intelectual". (Se é que me entendem!). Estamos caminhando, se nada de urgente for feito, para o epílogo desta estória que ainda nem começou... Liberdade de expressão, em breve, poderá se comparar ao título de um livro que acabei de ler: "Veneno, Sombra e Adeus". Veneno de quem "diz" que a temos, mas é o primeiro a não querer; sombra, porque a comunicação alternativa - sites e blogs, por exemplo, a mídia de (talvez) um futuro próximo - está vivendo (quase) às escuras e, finalmente, o "adeus" que, brevemente, se o Congresso Nacional e o STF não tomar uma providência, será dada á liberdade de imprensa, já que o governo luta, há bastante tempo, pelo enterro de quem não fala bem dos seus "mal feitos". (O título citado acima é do espanhol Javier Marías, publicado aqui no Brasil pela Companhia das Letras, com tradução de Eduardo Brandão, 616 páginas). Como os Castro, em Cuba, que não gostam de quem fala mal dos seus mandos e desmandos; e, consequentemente, a famosa liberdade de expressão por lá - e em outros países também - está á beira de um verdadeiro adeus, depois de tomar o veneno dado pelos governos e ter vivido anos à sombra... (?) ...
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima semana, se Deus quizer, aqui estarei. Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!

                                                                                        RENÉ SANFERR, 11.11.2014

a ESFINGE:
(UMA CITAÇÃO É APENAS A OBSERVAÇÃO DO PENSADOR
SOBRE FATOS, PESSOAS E ACONTECIMENTOS.
E, NA MAIORIA DAS VEZES, O AUTOR NÃO COMPARTILHA DA MESMA OPINIÃO
SOBRE O QUE FOI POR ELE OBSERVADO, ESCRITO E PUBLICADO)
"O homem que nasceu para carregar peso com as mãos pode a vida toda chorar, por que não vai conseguir nunca carregar uma cabeça com o poder de pensar".

RENÉ SANFERR, 05.08.2014


OPORTUNIDADE É O QUE PRECISA QUEM TEM TALENTO DE VERDADE
PARA MOSTRAR TODO SEU CONHECIMENTO E CAPACIDADE.


"SINAL VERDE,
 sinal vermelho".


..... ELAS GOSTAM 1: os homens, de hoje em dia, estão, propositalmente, deixando de pintar os cabelos de negro. Ou outra cor qualquer! A moda agora - vejam os atores globais, de meia idade - é deixar os fios brancos. Dá charme e um sentimento de experiência, segundo muitos (e muitas) por aí. (SINAL VERDE)


..... ELAS GOSTAM 2: os homens, de hoje em dia - SILVIO SANTOS é um deles - estão deixando de usar lavandas, perfumes ou afins. Sabem porque? Dizem que o CHEIRO DE MACHO é mais apreciado por elas (e, se for o caso, eles também!) na hora do "rala e rola". No máximo, um desodorante sem cheiro, um sabonete quase inodor, e pronto. O resto fica por conta da natureza - odores naturais - de cada um. (SINAL VERDE)


..... segundo a sinopse da nova novela global de GILBERTO BRAGA, o HOMOSSEXUALISMO vai continuar com força total na tela global. E quem vai dar vida a estes novos personagens que prometem causar mais polêmica a um tema que - estamos em pleno século XXI - não deveria causar tanta surpresa, escãndalo e comentários? NATÁLIA THIMBERG e FERNANDA MONTENEGRO. (Se a emissora dos Marinho não mudar o elenco!). Pois é. Duas senhoras. Para provar que o assunto (e amor entre duas pessoas do mesmo sexo) não tem idade. E quanto mais fazem parte da alta sociedade, aí mesmo é que o preconceito já não tem mais razão de ser. (SINAL VERDE)


..... "NÃO ADIANTA CHORAR PELO LEITE DERRAMADO". A verdade - sempre dura e cruel - já "deu as caras" e eu gosto de encará-la de frente, sem falsas ilusões. ACABOU. C'EST FINI. O que? O Baêa - ESPORTE CLUBE BAHIA - está na SEGUNDA DIVISÃO, infelizmente. E pt. Culpa de quem? De uma diretoria incompetente e um elenco que NUNCA, em nenhum momento, "vestiu" a camisa do time. O que - não todos, vejam bem, porque muitos tem amor ao que fáz - jogador de futebol e político tem em comum? O salário. Dinheiro. Tirem ou diminuam, e vejam só o que acontece. E se dizem profissionais. Do que? Profissional de verdade - quando se gosta do que fáz - nem admite tirar férias. Quanto mais!... (SINAL VERMELHO)


..... uma coisa é faltar água. Outra - completamente diferente - é, futuramente (como querem fazer em São Paulo) beber água TRATADA TIRADA DOS ESGOTOS. E agora, Josés e Marias? Vão encarar? Sabendo a origem da água? Não seria mais fácil mudar a água do mar- tirando o sal - para água potável? (SINAL VERMELHO)


.... DILMA ROUSSEFF, segundo anunciou ontem toda a mídia, precisa de MAIS INFORMAÇÕES sobre os 3 bilhões pedidos por GERALDO ALCKMIN para o problema da seca. Se fosse um GOVERNADOR PETISTA seria necessário tais "informações"? (SINAL VERMELHO)


..... tem um tal scarpin preto e branco que é usado no telejornal global "BOM DIA BRASIL" que aparece mais do que quem o usa. Já o vi - observem! - em várias oportunidades nos elegantérrimos pés de ANA PAULA ARAÚJO e MIRIAM LEITÃO. Será falta de opção? Ou de dinheiro, verba, na produção? (SINAL VERMELHO)

..... na BAHIA - atenção, turistas, com o grave acidente auditivo que irão sofrer! - vai começar a época das MERDAS. (Ops! Como assim? Explico). Vocês irão escutar a nova música que envergonha Maria Betânia, Gal Costa, Mariene de Castro, Riachão, Gerônimo, e tantos outros baluartes da (boa) composição. Esses "artistas" - que deveriam estar batendo ponto num emprego qualquer - não tem vergonha na cara, não? Na voz - eles não são surdos, óbviamente! - já perceberam que, até os mortos no silêncio de seus túmulos, estão tapando os ouvidos para não os escutar. Dá tristeza - e pena deles! - saber que estes "tais" não tem espelho em casa para se enxergar. É uma desgraceira só. Coisa de quem gosta de - o que mesmo? - ah, já sei!, "música marombeira". Ou seja, muito corpo - e coreografia de putinha vadia - para quem, no gogó, nunca teve talento um dia. Criaturas, talento não é pra qualquer um, não. Fizeram o ENEM? Que tal? Tem muitas outras profissões: médicos, advogados, engenheiros. Tão dignas e necessárias. Mas, compôr e cantar? Vão - se tiver vergonha na cara - procurar o seu lugar. Os tais "ensaios"? Uma podridão. Esgotos á céu aberto. Uma latrina fétida, nojenta e que causa náuseas. Ao vivo, nas rádios, em todo lugar. (SINAL VERMELHO)

RENÉ SANFERR, 11.11.2014


EU MOSTRO A VIDA COMO ELA É.
E NÃO COMO VOCÊ OLHA E ELA NÃO É.


"Falar sem o nome verdadeiro da outra pessoa citar, não tem Justiça que consiga a pessoa processar, já que ela foi esperta para quem quer que seja nomear". - SANFERR, 10.10.2014

"A criatividade é fruto da genialidade de quem usa a sua intelectualidade para criticar a mediocridade e desmoralizar a vulgaridade". - SANFERR, 08.11.2011

"O talento é que muda a vida do cidadão que tem conhecimento a qualquer momento". - SANFERR, 02.09.1982

"Um emprego comum está à altura de qualquer um que não vai esperar na vida algum reconhecimento pelo seu trabalho, a não ser, no fim dela, se aposentar depois de se matar de trabalhar e pouco da vida conquistar". - SANFERR, 01.05.2013

"Em rua onde mora Maria Nigrinha, a descarada, mulher casada, decente e honrada, não tem vizinha".
                  (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)

"Gastar ou guardar? Se gastar, você soube aproveitar. E, se guardar, você não sabe se, depois, vai ter tempo de aproveitar". - SANFERR, 06.10.2009

"Comprar ou uma casa alugar, na vida não é a questão. Se tiver dinheiro para o aluguel pagar. De tudo na vida se privar para uma casa comprar e pagar, esta sim, é a questão, já que, depois, no cemitério, todos o resto da vida vão morar". - SANFERR, 02.11.2010

"Casa comprada à longo prazo é a mesma coisa de um imóvel alugado. Com uma diferença: dela você não irá puder sair, se do lugar não tiver gostado". - SANFERR, 02.08.2007

"O lugar de quem nasce para no mundo ter o seu lugar, ninguém poderá jamais tomar". - SANFERR, 25.07.1981

"Por mais que o trabalho do trabalhador seja relevante, ele nunca será importante como o trabalho do escritor. Por que o trabalho do escritor corre o mundo e é lido por todo mundo. Enquanto que o trabalho do trabalhador, não é visto por todo mundo e não é conhecido no mundo todo". - SANFERR, 08.02.2014

"A união fáz a força do trabalhador em qualquer ocasião. Ao contrário do escritor, que não precisa de junção para mostrar a sua força em qualquer situação". - SANFERR, 20.04.2014

"O talento é que muda a vida do cidadão que tem conhecimento a qualquer momento", sábia citação. A verdade da vida, nua e crua. Ou vão dizer que não? E, diferentemente, quem não possui os dois - talento e conhecimento intelectual - só tem um caminho á seguir. O que todos - já que poucos, raríssimos, podem se dar ao luxo de ter talento e conhecimento intelectual, pois cultura e capacidade para se colocar "o preto no branco" é presente divino dado somente a poucos privilegiados - seguem: trabalhar, trabalhar, trabalhar e, ao final da vida, se aposentar. (Discordam?). Para olhar para trás e ver, tristemente, que, durante toda a sua vida não teve um só patrão, um só emprego, que fosse lhe pagar o que "de direito por tanto labutar", se merecia ganhar... (Ou não!)... Ramon Salázar gostava - e como gostava! - de trabalhar. Mas, por prazer; fazendo o que gostava, sabendo que encontraria, mais cedo ou mais tarde, o seu lugar. Tinha muitos exemplos para lhe inspirar. E, como bom brasileiro, e consciente do seu valor, talento e competência, tinha (também) como espelho a poetisa mineira Cora Coralina. Depois dos setenta anos - quando a maioria acha, errôneamente, que já deu tudo que tinha de dar neste mundo, e a vida está chegando ao fim, só esperando gozar com a miséria que ganha ao se aposentar - a mente genial daquela escritora provou à todos que o "lugar de quem nasce para no mundo ter o seu lugar ninguém poderá jamais tomar". Hoje, amanhã ou depois, esta pessoa, em algum lugar vai chegar para lá, neste local, a sua bandeira com a sua marca (nome) fincar; da mesma forma que o astronauta (dizem, eu nunca acreditei que o homem fosse lá) deixou, na lua, a marca que, um dia, o homem esteve por lá... (?) ... Ramon Salázar escrevia. Muitíssimo bem. Um gênio das palavras, um ás da criação, da invenção intelectual; transformando fatos reais do seu dia-a-dia em estórias (quase) ficcionais. E ele se lembrava dos tristes episódios acontecidos em Santa Helena, como, certamente, Napoleão Bonaparte deveria ter, um dia, lembrado de batalhas sofridas e perdidas; melancólicamente, sem saudosismo. Para este nobre e genial escritor dos tempos atuais - e nordestinamente brasileiro - Marriete, Dodora, Capenga, João (Nêgo Fulêro) Deodato, Maria Nigrinha, e todos os outros que, desgraçadamente, ele teve a infelicidade de conhecer, fizeram parte de uma página de sua história, que ele deveria apagar para sempre do livro de sua vida. eram pequenos, medíocres e insignificantes demais diante dele; de sua grandeza - não como homem, já que todos somos filhos de Deus, mas como criador e, genialmente, inventor da arte de saber "falar" (se é que me entendem!) palavras no papel - e superioridade. No futuro todas as gerações dele falariam, se lembrariam. E comentaria, bem ou mal; porque pior do que ser bem ou mal falado, é o homem ter pelo mundo passado e ser, ridicularmente, um homem sem sentimento nenhum no outro ter deixado. Todos eles - por nascerem sem o tal talento, conhecimento intelectual - viveriam sempre, por toda a vida, a estória da maioria das pessoas. O mesmo trabalhar, se cansar, e o mínimo, ao final da vida, conquistar. Jamais teriam suas marcas - porque não faziam nada de nada para ter um nome - fincadas em nenhum lugar. E o que era o mínimo de muitos, diante do máximo de poucos?... O que todos conseguem almejar; e conquistar.
                 - Ah! Eu sonho ter uma casa!... - dizia um.
                 - Eu vou ter um carro. - completava o outro.
                 - E eu, além de tudo isto, vou ter filhos, me aposentar, e sentar numa praça para jogar dominó, esperando a hora de Deus me levar!... - resumira, em poucas palavras, a síntese verdadeira de quem é, foi e sempre será sinônimo da mediocridade: sócio, cultural, profissional e, o que é pior, intelectual...  Isto foi dito pelo terceiro. A vida, diga-se de passagem, tão medíocre e insignificante quanto quem o mínimo dela espera.
     E os sábios - de ontem, hoje e de sempre, assim como Salázar - poderiam se indagar: casa e carro são eternos?... Sentar, depois de se aposentar, numa praça para dominó com os amigos jogar, é sinal de que se foi um homem (e teve!) com um trabalho de valor, reconheecimento para uma marca deixar?... Aonde, na história da humanidade, desde os primórdios - pesquisem, leiam, procurem - está escrito nomes de todos os homens que tiveram casa, carro e, no fim daa, cheio de filhos, sentaram-se na praça para esperar a morte chegar? Em canto nenhum, em livro algum. Viveram - e morreram - na mais total insignificância, justamente por, o seu trabalho, não ter nenhuma relevância. (Verdade, sempre dura e cruel!). Mas - diferentemente de todos - os poucos nomes que marcaram a história, são as marcas dos homens de talento e conhecimento intelectual; os mesmo que, em algum momento - mesmo tardiamente, como Cora Coralina - fizeram a sua existência no mundo ter valido a pena. E, sendo assim, o dia chegou para que..."
                    (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)

"Tem emprego que é uma verdadeira humilhação e, por outro lado, tem trabalho que tem ampla repercussão". - SANFERR, 09.09.2012

RENÉ SANFERR, 11.11.2014

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  P    A     T     R     O     C     Í     N     I    O

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

TROCARAM O RUIM PELO PIOR

ACESSOS
BALANCETE MENSAL
(MÊS 49 - PERÍODO)
01.10.2014 a 01.11.2014
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Parabéns, SANFERRPRESS!!




UM BLOG MUITO BONITO, MAS SEM UM BOM TEXTO E NENHUM CONTEÚDO,
VAI SERVIR APENA PARA SER VISTO E LOGO ESQUECIDO.
SIMPLESMENTE PORQUE TODO MUNDO NÃO VAI ENCONTRAR NELE
NADA DE BOM PARA SER SEMPRE LIDO.


"POR INVEJAR, AS PESSOAS
CRIAM MITOS E LENDAS
QUE NUNCA IRÃO SE CONFIRMAR".





MARCELO GUIMARÃES FILHO.
CADÊ VOCÊ?
DEPOIS QUE SE FOI, O SEU TIME
SÓ ESTÁ À SOFRER!...


     Até que ponto a incompetência e arrogância de um homem pode chegar? Ao ponto de destruir a empresa que ele fez de "um tudo" para assumir a direção, sabendo que não tinha condições nenhuma para ser um administrador de peso, capaz de tomar decisões firmes, acertadas, para levar tal empresa para a frente?... Pois é, caro leitor, o que está acontecendo agora, neste exato momento, com a atual presidência do Esporte Clube Bahia. O único time da terra de Todos os Santos com representatividade entre os campeões do Campeonato Brasileiro da Série A. O cara está afundando um dos maiores times do Brasil, talvez (eu não sei ao certo) a maior torcida do norte/nordeste, por absoulta falta de capacidade e competência para estar ocupando o cargo de presidente do time tricolor; cargo este que - se fosse o caso de se puder prever o que iria acontecer num futuro próximo - nem o seu bigode de "Papai Noel fanfarrão" ( e nada bonachão!) votaria nele para assumir a tarefa que uns e outros amalucados por aí lhe confiaram. E, por orgulho, arrogância - sabendo que o seu "cetro de rei" não tinha valor de merda alguma para decidir os caminhos certos a serem tomados - este plebeu quis ver o verdadeiro "rei do futebol baiano" destronado. E está aí - todos nós, a Bahia inteira, toda a torcida, e mesmo quem torce contra  o "Baêa" - o resultado de um (pseudo) reinado, totalmente nefasto que deixou, no Brasileirão, o Esporte Clube Bahia completamente destruído e desgraçado. Até que ponto chegamos?... A incapacidade e arrogância deste "senhor" - chamado Fernando Schimidt - nos deixou "à ver navios", naufragados na zona portuária do rebaixamento, onde nem o maior e mais poderoso guindaste poderá fazer o barco batizado como Esporte Clube Bahia emergir do fundo de um mar revolto, da tsunami que se tornou a sua gestão administrativa.
     O Esporte Clube Bahia naufragou pela incompetência do seu comandante. E nós, torcedores, com a sua arrogância e pose de "doutor sabe tudo", no início da viagem como marinheiros ele conquistou, fazendo-nos criar um motim  à bordo para tirar do comando o único homem que não permitiria que o barco "Esporte Clube Bahia" afundasse: Marcelo Guimarães Filho... (?) ... Este, sim, o CARA. E não um "pirata perna-de-pau". O comandante que - mesmo como todo e qualquer homem, com seus defeitos e qualidades - jamais iria deixar um transatlântico como o Esporte Clube Bahia ser transformado numa canoa, chamado pelos "veleiros" que navegam no mesmo mar de desespero (a zona do rebaixamento) de sardinha. (Coisa de timinho, embarcaçãozinha, e seus tripulantes sem nenhuma experiência no prazer de ver o "seu barco Vitorinha" no privilegiado cais dos grandes "transatlânticos", ancorados e "batizados" pelas estrelas do Campeonato Brasileiro. Se dizem bons - mas a história do Brasileirão contra o maior rival do "timão" Baêa tem um grande "senão" - e, até hoje, em mais de cem anos de existência, amarga a humilhação de nunca ter colocado em sua camisa uma única estrelinha. Então, sendo assim, quem é "sardinha"? Diante dos "tubarões" do Brasileirão em todos os Campeonatos?). Mas, c'est la vie! De certa forma, o time tricolor está se comparando a política, quando se diz: "Cada povo (neste caso, o time) tem o governo (neste caso, o atual presidente) que merece"...  Foi isto que a torcida - não eu, que nem voto, graças à Deus, para eleger a pior diretoria que o timão baiano já teve  na sua história - quis e escolheu: trocaram o ruim pelo pior. Afundaram um verdadeiro comandante para fazer renascer - não a fênix das cinzas (jamais eu faria tal comparação absurda), mas dos abismos do fundo do mar enlameado - um dirigente apático, totalmente desinformado e analfabeto nos assuntos futebolísticos... ajudante de Ordens. (Ou não teria "este senhor" a cara do tal Imediato?)... Jesus Crucificado! O certo é que agora somente O Senhor pode salvar o "Baêa" deste buraco.
     Marcelo Guimarães Filho, cadê você? Somente você para fazer o "Baêa" sobreviver!... Com toda a sua competência de administrador e humildade de torcedor, de homem que sempre defendeu o Esporte Clube Bahia com amor. Se errou, quem não erra? Mas, atirar pedras e deixar o timão baiano nesta situação de terror, você nunca deixou. Estamos à beira do abismo, Marcelo. O seu time, o nosso tricolor, está como o Titanic: vai afundar e no fundo do mar da segunda divisão se instalar. Quem poderá nos salvar? Um milagre?... Ou, no campo, nestes últimos jogos, os jogadores mostrarem que tem, realmente - para se acreditar tem que mostrar, provar - talento, competência e capacidade. São HOMENS de verdade e não bonecas afrescalhadas que, no campo, querem desfilar mostrando as "pernocas". Mirem-se - justiça seja feita, dou a "César o que é de César" - no exemplo dos jogadores do timinho (Vitorinha) que honram a camisa que vestem. Profissional, queridos, cumpre primeiro a sua obrigação, mesmo se o salário estiver atrasado; e não, como vocês - a verdade é dura, sempre cruel - dando justificativas (nada justificáveis!) depois de cada partida, para enganar a torcida. Vergonha na cara sabe como é que se prova? Fazendo o melhor em nossa profissão. Sabe como se mostra talento e capacidade? Sendo os melhores no nosso trabalho. Infelizmente, jogadores do Baêa - com todo respeito que tenho à vocês, e mesmo AINDA ACREDITANDO no tal "milagre" - não é o que vocês estão provando. Foco. Força nas pernas. O trabalho de jogador é para usar as pernas; e não a mente como "pensador", "falador" (a mais da conta) nas entrevistas. Deixem isto para os intelectuais. 
     O Baêa, Marcelo, vai afundar!... Já que dentro deste barco não tem mais como você, comandante Marcelão, entrar, a única solução é o ajudante-de-Ordens que assumiu o seu lugar mostrar que sabe (quer e pode!) mandar. E algumas decisões urgentes tomar. (Se é que ainda dá tempo!. Mas, quando se é bom - entendam o que vou dizer - se transforma pt final em pt e vírgula!)... Decisões estas que podem ser assim... A primeira: para fora do barco mandar o técnico Gilson Kleina pular. Segunda: no seu lugar, de técnico, um HOMEM de verdade e profissional capacitado se sentar. E terceiro: a carta de demissão - única condição para como HOMEM ele ainda no espelho se olhar - o sr. Schimidt assinar. Agora, rapidinho, o tempo urge. (E, num tragicômico trocadilho, o "leãozinho" ruge, no seu calcanhar!). Antes que o iceberg - e já tem data confirmada, no próximo final de semana - batizado como Goiás acabe de, para o fundo do mar, o Esporte Clube Bahia mandar.
     No próximo fim de semana, jogadores do Bahia, vai ser a decisão para, como profissionais, vocês mostrarem a sua superação. Ou, então, que tal abandonar o futebol e ir fazer qualquer vestibular? Aproveitem o ENEM. Tem curso para jogador de futebol ou não? São autodidatas, "talentosos" (?) de berço?... Domingo vão jogar como HOMENS ou vão no campo desfilar como se estivessem na passarela?...
     Chegamos ao ponto, sr. Fernando Schimidt, de nos cansarmos (pasmem, senhores leitores!) da falta dos mandos e desmandos de V. Senhoria. Aliás, o que lhe faltou - em toda sua administração, mais parecida como de "menino que brinca com o seu brinquedinho preferido", de calça curta - foi comando. Sabe o que é isso? Comandar, ter vez e voz, assumir o lugar? Não? Então, que tal com o ex-presidente Marcelão tomar um bom "aulão"?  Que coisa feia!... Na sua gestão, o Baêa só fez as calças arriar para gols e  (muitos, dezenas, centenas, milhares) mais gols deixar entrar. Ora! Isto é coisa de chefe que sabe administrar? De comandante que não quer ver o barco afundar? Mas... c'est la vie, não!... É a vida, coisa nenhuma!... Porca miséra! Agora, a única coisa séria que o senhor pode fazer é no espelho se olhar, se ver como administrador, e as decisões certas - que mencionei anteriormente - tomar. Antes que, na rua, a torcida vá lhe tomar satisfação. (Se é que me entende!). Sem o menor respeito ao seu bigodão, o qual - diga-se de passagem - no futebol da Bahia nunca teve opinião, já que de bola o dono deste bigode nunca foi um grande expert. Ao contrário do outro, presidente - o nosso saudoso Marcelão - que botaram para fora do Fazendão. E então, presidente sem noção de uma boa administração? Que tal - depois do Brasileirão, se o Baêa (ainda, reitero) tiver salvação - V. Senhoria assinar ((também) a sua demissão?... Não tem "amor à camisa"? Prove. Seja digno, decente, honrado. Poupe a torcida de sua administração sem nenhuma ação. Não é este blogueiro-colunista que lhe pede. (Quero, óbviamente, ver meu time fora deste sufoco. Mas, se não for assim, nada na minha vida vai mudar!). É o Estado da Bahia inteiro!... Até os cegos que tem um impedimento na vista. E, na deficiência deles, poder "ver longe" a sua falta de eficiência...
     Incompetência é inadmissível. Mas, até certo ponto, a arrogância, sr. Fernando Schimidt, só é concebível quando se tem talento, capacidade e competência. Nada pessoal contra o cidadão digno e honrado que é V. Senhoria; mas, tudo contra o seu governo fracassado - na administração do Esporte Clube Bahia - totalmente desastrado. Cai fora! Vaza, que a água no convés do barco Esporte Clube Bahia começou a entrar.
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima semana, se Deus quizer, aqui estarei. Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!


RENÉ SANFERR, 06.11.2014

a ESFINGE:
(UMA CITAÇÃO É APENAS A OBSERVAÇÃO DO PENSADOR
SOBRE FATOS, PESSOAS E ACONTECIMENTOS.
E, NA MAIORIA DAS VEZES, O AUTOR NÃO COMPARTILHA DA MESMA OPINIÃO
SOBRE O QUE FOI POR ELE OBSERVADO, ESCRITO E PUBLICADO).
"Uma piada para ser contada? Você ser um homem cujo trabalho e nome não valem de nada. E a estória, tanto de um como do outro, não merece ser falada e, muito menos, no futuro ser lembrada. Sendo assim, do que adiante se dizer homem, se vai passar pela vida como uma pessoa desgraçadamente amaldiçoada?"

RENÉ SANFERR, 07.04.2014


OPORTUNIDADE É O QUE PRECISA QUEM TEM TALENTO DE VERDADE
PARA MOSTRAR TODO SEU CONHECIMENTO E CAPACIDADE.


"SINAL VERDE, 
 sinal vermelho".


..... o ENEM (EXAME NACIONAL do ENSINO MÉDIO) que será realizado no próximo final de semana, irá comprovar que o Ministério da Educação deve MUDAR o formato das provas de Seleção. Acabar com o X do vestibular-loteria. E OBRIGAR o aluno a responder todas as questões com suas PALAVRAS. Sabe porque? Riscando o X, passa a turma que sabe e a turma que não sabe, da SORTE. Do unidunitê. A prova disto? A prova de Redação. O que vai ter de porcaria sendo escrita. Não é à toa que - no quesito "preto no branco" - os alunos PROVAM que são uma vergonha escrevendo. (SINAL VERMELHO)


..... o árbitro do jogo BAHIA 0 X 1 PALMEIRAS, no estádio da Fonte Nova (Salvador, Bahia), no último domingo, "pisou na bola" feio. O cara - mal intencionado ou péssimo profissional - fez vista grossa a um pênalti legítimo que favorecia o Baêa. E agora? O que fazer com estes frequentes erros que estão prejudicando muitos times pelo Brasil afora? E agora, José e Maria? Trocaram a direção do Esporte Clube Bahia para que? Para a nova fazer esta merda? (SINAL VERMELHO)


..... se o SÃO PAULO quizer ter - e não joguem cansados por causa da viagem estressante desta semana, isto não será justificativa para (se for o caso) perder no próximo fim de semana - uma chance de passar o CRUZEIRO e ficar no primeiro lugar, vai ter que vencer os jogos que faltam para terminar o Campeonato Brasileiro. Estrelas (bons jogadores) no elenco o time tem e, quando fora dos seus domínios, é só não dar atenção (e ouvir) a pressão da torcida rival. Tapem os ouvidos. Foco na bola. Joguem para ganhar, vencer. (SINAL VERDE)


..... ontem foi o dia da CULTURA. Ou - para quem não gosta de ler - não será do excesso de (intelecto e culturalmente falando) de "curtura"? (SINAL VERDE)


..... o BOTAFOGO e o CORITIBA precisam (também) vencer todas as próximas partidas. Ou, então, vão vivenciar a DESMORALIZAÇÃO de arrumar as malas para a SEGUNDA DIVISÃO. Times de tradição, como estes, não podem passar por esta situação. Ou vão querer causar as torcidas decepção? (SINAL VERDE)


..... e agora, eleitor desinformado, desavisado? Com que cara você fica? Tudo que eu eu FALEI AQUI NO BLOG antes da eleição, aos poucos, está sendo confirmado. Entre vários, a "estorinha da carochinha" do GOVERNO atual AFIRMAR - para o eleitor bobo nele votar - que tinha acabado com a miséria do país... (?) ... Está em todos os noticiários desde ontem: o número de miseráveis no Brasil passou dos 10 milhões. E este índice não foi divulgado ANTES para não "influenciar no resultado da eleição". E vem mais por aí. É só ler meus artigos políticos (do mês passado) e ir conferindo com os noticiários. Se ligue. Sou um colunista muito bem informado. (SINAL VERDE)


..... porque os CIENTISTAS não criam um mecanismo para tirar o sal da água do mar? A mesma seria trazida para grandes reservatórios e neles transformada em água potável. Seria um meio - se Deus assim o permitisse - de acabar com o problema gravíssimo da seca em várias regiões do país, principalmente no nordeste. (SINAL VERDE)


..... todos os caminhos levam, no próximo dia 30, para a cidade de ITUBERÁ, no Baixo-Sul baiano, com a festa do padroeiro SANTO ANDRÉ. Desejo aos ituberaenses - onde me formei, turma de 1981, no Colégio Santo André, época da diretora OSMARILDA VILLAS-BOAS - boas festas, especialmente a GIZÉLIA, PAULO, NEILA e ANDRÉ LUÍS, MÁRCIA, MARIA STELLA, JESUÍNO, GORETE, CLEONICE, EVANDRO, RENILDA, SOLANGE e CARLINHOS, CARLOS ALBERTO, NILMAR CARRIÇO, DAMARES, CELITA, ADAILZA e ALBERTO, SUELY BRUM, BERNADETE, ILKA, DÉBORA, SÉRGIO CABRAL, QUENO, ZENCA, DINHO, TOINHO, D. GLORINHA, "ARÚ", YOLANDA SEPÚLVEDA... Tantos, tantos! Todos, enfim. ITUBERÁ fica bem próxima de CAMAMU, minha querida e amada terra natal. Boa sorte, paz e saúde à todos vocês, queridos! (SINAL VERDE


RENÉ SANFERR, 06.11.2014


EU MOSTRO A VIDA COMO ELA É.
E NÃO COMO VOCÊ OLHA E ELA NÃO É.



"É vergonhoso para todo o povo, as palavras ofensivas que estão sendo a nação brasileira nordestina dirigidas, e que só deixa orgulhoso quem do valor da nossa região não tem noção". - SANFERR, 29.10.2014



"Do alto do nosso reinado do saber temos, sim, que nos preocupar com o nosso conhecimento estender e ensinar a quem só pode ter (apenas) um pequeno principado do pouco que tem capacidade para conhecer". - SANFERR, 11.05.2014


"Prefiro ter dez inimigos sinceros do que um amigo falso".  SANFERR, 18.01.1986


"Se todo mundo nascesse para com o trabalho que fáz brilhar, certamente o mundo não teria mais lugar para colocar todas as obras que todo mundo fosse capaz de criar para com o seu trabalho se destacar". - SANFERR, 01.06.2013


"Quem passava, via e observava, sem nenhuma dúvida que, naquela porta de salão com cara de bordel e plena devassidão, era aonde se reunia, na rua, as piores vadias, cachorras e vagabundas; pessoas da pior espécie, da mais baixa classificação, que cheiravam mal ( na falta de moral!) como a maior podridão!... Eram tantas marafonas, de todas as idades reunidas, que o local deveria ser batizado como "O antro da descaração". Mulher direita, digna e decente por ali não se via; já que - tanto à noite, como durante o dia - a única espécime que aparecia, eram as vagabundazinhas; tão baixas e desclassificadas que os homens ficavam sem saber qual era a mais descarada para na bunda delas dar uma pegada. Raisa, a dona - tão loira falsa como burra oxigenada - em outras praças de quatro se virava para ser enrabada, pois, para mais nada estava qualificada. A não ser ficar abaixada limpando as unhas das putas descaradas. Ou, então, dentre todos os homens que ali passava para participar da cervejada, no cú da madruga, no orgão sexual deles dar em casa uma bela chupada. Êta, lelê!... Era difícil, em outro canto, se ver tanta mulherzinha descarada!..."
                (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULERO...", de minha autoria, 1983)


"Em Santa Helena, Tiburça era - apesar de pobre, simplória - uma mulher que fazia o orgulho de qualquer homem que com ela se juntasse. Na sua pouca cultura e inteligência, dava "na cara" no quesito mulher decente, digna e honrada; destas que nos dão prazer em conviver, estar ao lado, e com elas passar o resto da vida. Tiburça, doceira e rainha dos salgados, era um exemplo de GRANDE MULHER para muitas que se diziam casadas, mas, na verdade, não passavam de safadas. De caráter acima de qualquer suspeita, Tiburça sabia se comportar como uma mulher de valor, admirável (e admirada, respeitada), decente e honrada, direita... Ramon Salázar dela muito gostava. E viva Tiburça!... Um exemplo de vida e honra! A mulher que "umas e outras por aí" deveriam ter como espelho."
                 (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)


"O que fáz uma pessoa não ter dignidade e moral - muito menos amor próprio na cara - é saber que a outra da gente fala e, depois, na casa dela viver sentada na sala". - SANFERR, 06.09.2010


"Tanto Marriete, em Santa Helena, como Leuza, na capital, as duas eram "tal e qual": falsas, dissimuladas, e, o que é pior, mal amadas. A situação da "loira oxigenada em farmácia" era mais terrível. Humilhada, desprezada e escurraçada - segundo ela mesmo à todos contava , tornando-se assim uma pessoa digna de comiseração, pena - por Marquinhos, nem sair da casa que ele pagava, de cabeça erguida, ela poderia, já que, com a sua aposentadoria de salário-mínimo, nem o aluguel de uma outra residência ela poderia pagar. Gastava tudo com roupas compradas em balaio na Baixa dos Sapateiros, em Salvador, e, para comer, dependia do aqué do homem que não queria nem lhe ver. Pobre e infeliz mulher!... Se sujeitar diante de todos da rua - onde, de porta em porta, ela vivia a se lamuriar, chorar - a se "deixar" humilhar por um homem que tinha raiva e nojo dela; o máximo que fazia era, vez ou outra, a mão nela passar, como o dono que o cão de (não era o caso de Leuza) estimação quer acarinhar, ao vê-la, com o olhar de cachorro sem dono, um agrado, a atenção de Marquinhos suplicar... E ele, safado e descarado, para a casa da amante só faltava, de vez, se mudar. E nem adiantava ela - Leuza - da mão dele a chave da porta da casa tomar. Só não tinha feito - segundo quem com ele conversava - por saber que a única filha que trabalhava numa empresa lavando privada (e cheia de pose, como se fosse uma funcionária qualificada, capacitada) não ia ter como pagar o aluguel e a cervejada para a homarada que ia passar a mão na sua rabada. A outra - mais ajeitada de corpo - era desprezada (também?) por quem com ela nunca, de verdade, se juntara. Pobres coitadas! A única distração era encher a casa de homens para - dançando ao som da péssima e mais ordinária música baiana, de gosto duvidoso, digno dos bregas mais esculachados - passar o tempo e pensar, se iludir, que algo de bom na vida medíocre delas iriam conseguir. Tinham de saber que - como elas - quem nasce para vintém, nunca vai chegar a tostão... a não ser, se quizerem, para os homens, arrebitar o bundão e cair, de vez, na pista, no meio da prostituição. Dava pena e dó vê-las, tão arrumadas e esculhambadas pelos homens que só queriam usá-las. Para apenas uma trepada. E, por pena, Marquinhos não as deixava - também! - esfomeadas".
                (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)


"Marriete e Leuza foram - cada uma em sua época, e lugar (Santa Helena e em Salvador) - por um bom tempo as "informantes de tudo que acontecia no lugar" para Ramon Salázar; fatos e estórias, do povo, os quais ele não se dava - não tinha o menor interesse de saber - o trabalho de perguntar, mas elas faziam questão de lhe contar... (Até o dia que - cada uma na sua época, e lugar - delas o mesmo decidir se afastar por perceber  que àquelas duas não eram para ninguém confiar)... E, assim, aos poucos, Ramon Salázar iria provar que de tudo sabia sobre o que ao seu redor acontecia: Leuza lhe relatara - enquanto ele com a cobra peçonhenta se sentava para conversar - tudo sobre a vida presente e passada da vizinhança. Eram tantas "novidades"!... Umas prosaicas, risíveis, e outras escabrosas, de arrepiar o cabelo daquele lugar... E, depois de ouvir o que Salázar teria para relatar, ninguém iria duvidar que as duas serpentes tudo sobre os outros iam falar, já que o professor-escritor da vida alheia não poderia advinhar. Uma desgraceira só ouvir o que as duas tinham para falar, aqui e acolá. Só viviam - cada em em seu lugar - nas portas para "novidades" angariar e, lá na frente, passar. (Aguarde, caro leitor, nos próximos capítulos deste romance, novas estórias escabrosas de todos os personagens, relatados por Marriete e Leuza). Era tanta surpreza, imoralidade e falta de caráter, dignidade, que Salázar tinha vontade de vomitar só de pensar que, naqueles dois lugares, com àquele tipinho de pessoas tinha ido se misturar".
                    (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)


"É impressionante o quanto tem de pessoas querendo aparecer, sem ter o que dizer. Da mesma forma que tem gente com muito para falar, mas não querem se destacar". SANFERR, 02.11.2014

"O pensamento tem vários significados e felizardo é àquele que entende o seu recado". - SANFERR, 08.09.2001


"A falsidade é uma água contaminada que mata de sede de sinceridade quem por ela é envenenada". - SANFERR, 08.06.2014

"Eu prefiro não ser compreendido e odiado por falar a verdade sem ser falso, do que ser agradável e amado falando uma mentira para ser simpático". - SANFERR, 20.04.2012


"Quem quiser me fazer, é procurar fazer bem feito. Por que posso até perdoar, mas não esqueço". - SANFERR, 18.08.2010


"Sabe o que você vai ser por ter APENAS um emprego, uma casa e um carro, mas não puder fazer um trabalho admirado em todo mundo? Nada! Ninguém. Um homem sem valor e importância. Mas, ao contrário, sabe o que você vai TER se fizer um trabalho em todo mundo admirado? Tudo que o outro demorou toda uma vida para ter conquistado, além de SER, para sempre, um nome por todo mundo lembrado". - SANFERR, 08.06.2013


"O homem de muito conhecimento vai ter o seu momento hoje, amanhã ou depois, para provar todo o seu talento. Mas, o homem sem nenhum talento, nem hoje, nem amanhã e muito menos depois, vai ter este momento, justamente pelo seu pouco conhecimento". - SANFERR, 20.02.2012


"Se todos, bem ou mal, estão vivendo, por que você está de cansaço morrendo se poderia, bem ou mal, na maré mansa, a boa vida aproveitar e, sem se cansar, estar vivendo?" - SANFERR, 18.06.2014



RENÉ SANFERR, 06.11.2014

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