quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O NEGRO POBRE QUE VIROU DOUTOR SEM COTAS, MAS COM O PESO DA COMPETÊNCIA NAS COSTAS.




DR. JOAQUIM BARBOSA.
A CLAREZA DE UM DOUTOR E JUSTICEIRO NEGRO NA ESCURIDÃO DA
CORRUPÇÃO, GUERREANDO CONTRA
OS "DOUTORES" (?) DE
COLARINHO BRANCO.



     É inadmissível que, em pleno séc. XXI, ainda tenhamos de bater na mesma tecla, aliás, uma tecla bastante desgastada desde os tempos da velha máquina de escrever: o preconceito racial. Mas, c'est la vie! Numa nação na qual (infelizmente e históricamente) o negro é tido como pessoa de nível inferior (?) - como se a cor da pele servisse como atestado de bons antecedentes criminais, sociais, intelectuais, filosóficos, sexuais, etc e mais tais - o homenageado de hoje deu o seu "grito de independência", "a volta por cima" (e que volta!) provando a todos os preconceituosos e racistas de plantão que "nêgo" e "mulatinho" (também) tem seu lugar ao sol e podem mandar, não apenas serem mandados. Este (ridículo) preconceito é antigo - desde os primórdios da civilização, desde que Cleópatra se fazia servir pelos eunucos africanos - e (pasmem!) já se tornou uma forma de cultura. (Observem ao seu redor e digam se não estou certo). E o que é pior: a cultura dos negros contra nós (já que sou pardo, afro-descendente, e, além do que, no Brasil não existe o branco puro) mesmos, do complexo de inferioridade, do cabelo pixaim alisado (antes) à seco e (agora) com chapinha - falta de personalidade destas "negonas" que são racistas consigo próprias - do procurar um branco (de preferência louro) para casar e "limpar" os filhos, do colocar lentes de contato verde ou azul... (?)... E este comportamento auto (e altamente) racista acontece não somente aqui no Brasil, como em todas as partes do mundo.
     Mas, por outro lado, por conta de tanto preconceito, o negro vem sofrendo, literalmente, na pele. Um dos exemplos que eu posso citar é o de Lena Baker, uma afro-americana nascida nos EUA no início de 1900, a primeira mulher a ser condenada à cadeira elétrica na Geórgia pelo assasinato de seu patrão, o qual a forçava à escravidão sexual. (A estória virou filme de Ralph Wilcox e Tichina Arnold interpretou o personagem-título, ao lado de atores como Dwayne Boyd, Chris Burns e Kenny Cook). E pensar que nestes últimos cem anos a estória tem se repetido, dia após dia, tanto lá como cá.
     Exemplos como este e a biografia de centenas de negros ilustres - como Barack Obama, Nelson Mandela,Pelé, Martin Luther King, Oprah Winfrey, Mons. Gaspar Sadoc, Daiane dos Santos, Emilio Santiago, Zumbi dos Palmares, Milton Nascimento, Camila Pitanga, Martinho da Vila, Milton Gonçalves, Michael Jackson, Davis Patton, Denzel Washington, Rute de Souza, Neuza Borges, e recentemente Leila Lopes, uma das poucas (se não me engano a segunda ou terceira) mulheres de cor (termo por si só preconceituoso) a ser eleita a mais bela do planeta - prova que o tema já tinha de ser abolido há muito tempo das rodas de discussão. Recentemente, em agosto de 2011, Barack Obama - o primeiro presidente negro dos EUA, um país culturalmente racista - para dar um ponto final na questão sobre a cor de pele levou um dos quadros mais emblemáticos dos anos de segregação no país, colocando-o na ante-sala de seu gabinete na Casa Branca. A tela, intitulada "The Problem we all live with" (O Problema com o qual todos convivemos), pintada pelo nova-iorquino Norman Rockweell (1894-1978) é sobre uma cena de 1960, auge da luta pelos direitos civis, feita para a revista Look, mostrando uma altiva (apesar de nova conhecia na pele os graves e velhos problemas de seu povo) menininha negra entrando em uma escola, na qual a segregação acabara de ser revertida por ordem judicial. A menina era Ruby Bridges, na época com seis anos, entrando numa escola em New Orleans, no sul dos EUA.
     Já aqui no Brasil, fotos de negros dependuradas em lugar de honra em locais públicos, somente de Pelé e (talvez) uma meia dúzia. Dentre estes, certamente, encontraremos o de Joaquim Benedito Barbosa Gomes, ou mais conhecido atualmente - por causa do julgamento do mensalão - como ministro Joaquim Barbosa, o único negro (atualmente) a fazer parte do Supremo Tribunal Federal. Nascido em 07.10.1954 - coincidentemente este ano, dia das eleições municipais, no qual tudo pode acontecer, menos a Justiça ser feita - na cidade de Paracatu, Minas Gerais, Joaquim tornou-se nas últimas semanas a "estrela maior" do cenário político e judiciário de Brasília, sendo comentado até mais que a presidente (a) Dilma Rousseff. Nomeado pelo ex-presidente Lula, o advogado formado pela Universidade de Brasília, professor, jurista e magistrado Joaquim Barbosa nasceu pobre, filho de pai pedreiro e mãe dona-de-casa, os quais, na sua simplicidade de vida, não puderam dar qualidade de ensino (?) aos oito filhos. Mas nem porisso Joaquim deixou de "queimar as pestanas" estudando em escolas públicas para hoje ser quem é. Naquela época não havia cotas para estudantes negros e - porisso eu defendo a melhoria do ensino público e sou contra a "farra" da distribuição (eleitoreira) de vagas obrigatórias, as cotas - Joaquim é a prova viva que, quando queremos aprender, estudar e ser alguém, não existe escola boa ou ruim. Existe estudante desinteressado, pois o interessado, se for o caso, estuda sob à luz do candeeiro e lendo em jornal velho que embrulhou peixe podre.
     Mirem-se em dr. Joaquim Barbosa para avaliar a questão - já definida por sanção presidencial e pelo próprio STF - das cotas. (Apesar que, na época dele, o rico ensino primário e ginasial era a pobre universidade de hoje). Idealista, sonhador - querendo ser o que hoje já é - Joaquim (também) provou aos racistas e preconceituosos que podia ser um (excelente) pianista e violonista desde os dezesseis anos. Isto que é foco, determinação. Ele, o menino pobre, não queria se acomodar ao mesmismo do "maria vai com as outras", da mediocridade  de (apenas) um cargo público irrelevante e pt, saudações. Ele queria ser o dr. Joaquim. Estudou - e eu imagino o preconceito, críticas e marginalizações que não deve ter enfrentado - na Inglaterra, EUA, Austria e Alemanha, para falar fluentemente francês, inglês, alemão e espanhol.
     "Inteligência e cultura pouca è bobagem para quem sabe o que quer. E raridade para quem não sabe o que deveria querer saber", diz um de meus pensamentos. Tudo isto cai como uma luva na biografia de dr. Joaquim e de todos que desejam chegar ao fim da vida, olhar para trás e ter do que se orgulhar por seus feitos. Ver que sonhou, batalhou e conseguiu atingir o mínimo do mínimo da genialidade. E não o máximo da mediocridade, sendo apenas mais um na multidão e pt, infelicitações!...
     Nós, negros e afro-descendentes, vivemos (até hoje) as consequências da IRRESPONSABILIDADE da Princesa Isabel - vou ser crucificado pelos críticos imediatistas, que não páram para pensar, e compreendido, nas entrelinhas, pelos eruditos geniais, ao dizer isto - ao declarar naquele (alegre e triste, ao mesmo tempo) 13 de maio, a Abolição da Escravatura. Alegre pela (boa) intenção dela e triste por que (o império) não soube preparar nossos ancestrais para a vida de libertos. Ora! Não é novidade para ninguém - ao menos quem é culto, quem se interessa por História - que os negros viveram, logo após aquele dia, o verdadeiro inferno de Dante nas ruas, mendigando, entre comemorações e os primeiros sinais da "queda na realidade". Cruel e madrasta. Muitos foram apanhados no fracasso da sua "ilusória liberdade" furtando, roubando, para conseguir o direito mais básico de qualquer ser humano: comer. As situações vivenciadas naqueles primeiros anos turbulentos "pós abolição" foram contraditórias e até hoje sofremos as consequências de uma humanidade (ontem, hoje e sempre) preconceituosa e burra, alienada em seus pensamentos e ideologias tão primitivos quanto vazio, como a falta de vergonha na cara de certos pseudos brancos (?) - os que tomam banho de água sanitária para se clarear, já que o Brasil é mulato e não nórdico - que discriminam e marginalizam as pessoas por causa do excesso de melanina.
     Cada um de nós tem o direito (constitucional) de pensar e agir como quizer - obedecendo, lógicamente, as leis - termos a nossa sacralidade com relação a história (ou não seria estória?) do Brasil. E, como qualquer cidadão, eu não vou - para agradar, ser simpático à gregos e troianos, senão eu não seria EU  - deixar de ter minha opinião, ser "maluco", como li em alguns e-mails e SMS, por conta do que acho sobre as famigeradas (e humilhantes, intelectualmente falando) cotas. Maluco eu seria se não tivesse personalidade, fosse "bonzinho". "simpático", "maria vai com as outras"... Já disse, anteriormente, que, ao menos para mim, minha opinião é soberana e, como tal, não muda; a não ser em casos excepcionais... Goste quem gostar, o que escrevo assino embaixo e, se necessário, reconheço firma. (Ou quer que eu desenhe?). Assim como dr. Joaquim Barbosa, acredito que - quando se quer - se "tira leite das pedras", transforma-se a adversidade em facilidade. Mostrem o seu valor, o seu potencial e talento - seja lá no que for - assim como dr. Joaquim, que estudou em escolas públicas, e hoje esfrega -mesmo inconscientemente - na cara de quem pôde estudar em escola privada aonde chegou; e não esperem "pular a janela" da universidade.
     Na época de Zumbi dos Palmares, sabe-se que a escravidão tinha a concordância da África. Mas, e hoje, em pleno séc. XXI? A concordância é de quem? De nós mesmos, negros, que queremos processar quem nos chama por aquilo que somos: NEGROS. Existe processo para quem chama o outro de branco?... Nós mesmos, NEGROS, nos depreciamos, nos rebaixamos, somos preconceituosos com a nossa própria cor de pele. "Queremos pular janelas com facilidades e não abrir portas com dificuldades", diz outro de meus pensamentos.
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima quinta-feira, se Deus quizer, aqui estarei. Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!

                                                                                                                                                                     RENÉ SANFERR, 20.09.20123

a ESFINGE:
     "Se um grande homem cai no fundo do poço, ele vai se levantar, pois não é pequeno para não conseguir alcançar novamente o tôpo".

                                                                                                                                                                     RENÉ SANFERR, 17.05.2010

"Lembre que àquela pessoa que ontem por você foi aproveitada, hoje por outra está sendo usada e amanhã por mais uma será novamente lembrada". - SANFERR, 10.09.2010

"Maluco é o burro que não fáz nada de útil e chama o inteligente de maluco por ele fazer tudo que não é burro". - SANFERR, 17.04.2007

"Se você não pode ser um nome, contente-se em ter um documento". - SANFERR, 23.11.2011

"Todos fazem um trabalho a vida toda. Mas apenas poucos fazem um trabalho para toda a vida". - SANFERR, 01.05.2012

"Quem ontem quis ir embora e hoje pensa em voltar, o difícil vai ser amanhã achar o caminho de volta". - SANFERR, 05.07.2012

"Se muitos tivessem vergonha na cara como dizem que tem, trabalhariam para SER e não TER, chegando ao fim da vida sendo alguém e não ninguém". - SANFERR, 18.04.2009

"Com apenas seu pensamento, o homem talentoso pode mudar o mundo. Mas sem ele, o invejoso não muda nem o seu próprio mundo". - SANFERR, 09.09.2002

"Devolva, de grão em grão, toda a ração que os porcos lhe dão". - SANFERR, 09.01.2008

"Quem é Maria diz seu nome com orgulho, a mariazinha um pouco envergonhada e a zinha que nem para dizer o nome que tinha, se sentindo uma verdadeira desclassificada". - SANFERR, 06.03.2012
              (Extraído de um conto, ainda sem título, de minha autoria).

"Prefira conversar com um antipático culto, mas jamais com um simpático burro". - SANFERR, 09.01.2007

"Quem convive com um grande intelectual sempre o acha diferente, mas nunca igual ao pequeno que se acha uma pessoa normal". - SANFERR, 06.03.2010

"Acorda para a vida, mulher, e não se deixe morrer de amor e ilusão enganada por um homem que não lhe quer, a não ser ganhar na mão". - SANFERR, 18.09.2012

"Mulher velha, feia e burra que gostaria de ser esperta, mas não o é, se ilude fácilmente com o homem novo, bonito e inteligente, o qual, esperto como é, só quer gastar sua aposentadoria lhe enganando descaradamente". - SANFERR, 14.09.2012

"Não se prova que é bom, sem corrigir a prova do ruim". - SANFERR, 20.04.2007

"Se você não fáz nada para ser alguém, faça para continuar sendo ninguém". - SANFERR, 06.09.2011

'Quando a família é safada unida, finja que acredita na mentira, na cara-de-pau da mãe e no cinismo das filhas". - SANFERR, 15.09.2012

"O sonho do intelectual é o pesadelo da pessoa normal". - SANFERR, 19.07.2008

"Quem jura pelo filho, é o verdadeiro culpado e bandido". - SANFERR, 03.08.2012

"É à noite que a semente do talento fáz germinar os seus melhores frutos em forma de idéias e pensamentos". - SANFERR, 13.08.1999

"Quem tem uma grande árvore para mostrar, não vai se preocupar com quem tem apenas um galho para se abanar". - SANFERR, 20.03.1989

"O que deveria existir era preconceito de cor de cerébro, já que uns são mais iluminados e outros mais apagados". - SANFERR, 09.02.2004

"Não compre livro para enfeitar sua casa rica e bem arrumada. Compre para iluminar sua cabeça pobre e bem apagada". - SANFERR, 06.09.1987

"Quando uma pessoa que deixou uma obra de valor morre, deixa uma marca inesquecível: um nome. E quando uma pessoa que empregou o seu trabalho numa obra sem valor morre, deixa (também) uma marca logo esquecida: a vergonha por não ter imortalizado seu nome". - SANFERR, 02.11.2002

'Todos tem um nome. Mas poucos uma assinatura". - SANFERR, 04.03.2012

"Quando você souber de uma pessoa muito falada, bem ou mal, procure saber o que ela tem de genial para ser alguém tão especial". - SANFERR, 09.01.1987

"Tem pessoas que se orgulham por TER, quando deveriam se envergonhar por não pisar aonde outros andam por SER". - SANFERR, 19.4.2003

"Mentiroso não é quem prova que é capáz de fazer.É o invejoso que não sabe fazer e quer desmerecer o traabalho do talentoso, já que ninguém dele se sente orgulhoso por ele nada fazer de proveitoso". - SANFERR, 10.10.2000

"Não subestime a inteligência que a pessoa burra pensa ter". - SANFERR, 08.02.2010

"Converse com quem aprender o latim, mas não a latir". - SANFERR, 06.05.2001

"Nunca diga que alguém lhe fez se sentir um lixo, se até hoje foi um ninguém até para criar a sua lata de lixo". - SANFERR, 09.03.2002

"Mostre hoje o que é capáz de fazer e amanhã todos irão ver o que você foi capáz de ser". - SANFERR, 18.01.2012

"Ao burro cabe olhar o que o sábio tem para lhe mostrar". - SANFERR, 06.08.2012

"Enquanto uns à sepultura descerão, outros aos pedestais subirão". - SANFERR, 02.11.1989

"Todos se vestem. Mas apenas poucos sabem trajar". - SANFERR, 09.07.1987

"Se a pele tem cor e é pobre, a alma é incolor e nobre". - SANFERR, 08.09.2007

"A humildade de quem  sabe não pode ser comparada a arrogãncia de quem não sabe". - SANFERR, 10.09.2012

"Você veio ao mundo para ser sempre lembrado pelo que fez. E não logo esquecido pelo que não fez". - SANFERR, 23.10.2011

"Homem na rua jogando pelada e a danada da mulher pelada em casa lhe dando chifrada". - SANFERR, 06.10.1999

"Querer é puder. Basta você ter competência para querer puder". - SANFERR, 01.03.2012

"Escolha a amizade à dedo. Não conte as amizades nos dedos". - SANFERR, 08.06.2012

"Mulherzinha em porta de bar de copo na mão, é melhor nem olhar. Quanto mais parar, sentar e paquerar, pois só irá sujar a sua reputação". - SANFERR, 18.02.2012

"Carregar a cabeça é pior que carregar o braço". - SANFERR, 09.12.1997

"Enquanto a verdade é escrita, a mentira é o que está sendo dita". - SANFERR, 07.11.2003

"O homem verdadeiro fáz, mostra e prova. Enquanto o mentiroso nada fáz, não tem o que mostrar e muito menos provar". - SANFERR, 04.04.2012

"Conversa de pessoa burra, contamina mais que doença que não tem cura". - SANFERR, 21.10.2005

"Ninguém prende a inteligência, enquanto a ignorância corre nas ruas como presa fácil". - SANFERR, 01.03.1986

"Escreva para polemizar, jamais para entendiar". - SANFERR, 10.01.2011

"Se você não viu, não diga que o outro tomou emprestado, pois o débito pode ter sido inventado". - SANFERR, 09.10.2010

"Puta feia, gorda e desgraçada, morre sem homem, magra e à beira da estrada, passando doença a quem lhe pega por um copo de cachaça". - SANFERR, 06.03.2012
     (Extraído de um conto, ainda sem título, de minha autoria)

"Brega de puta pobre e feia é aonde a doença passeia, já que pra camisinha nem o dinheiro ela tinha". - SANFERR, 06.03.2012
     (Extraído de um conto, ainda sem título, de minha autoria)

"A Ignorância se reúne com a Inveja para declarar huerra contra a Sabedoria todos os dias. Mal sabendo elas que basta apenas um dia para o sábio derrotar o invejoso e o ignorante". - SANFERR, 09.08.2010

"Se não pode correr como um leão, rasteje como uma cobra". - SANFERR, 01.11.2001

"Antigamente, o homem casava por amar o que ele gostava. Hoje á para disfarçar o que ele não gosta". - SANFERR, 13.05.2011

'A cachaça é uma péssima conselheira e a ressaca um ótimo arrependimento". - SANFERR, 19.05.1988

"O que o homem talentoso escreve é para ser lido por milhões. E o que o invejoso fala não é para ser repetido nem por um". - SANFERR, 21.04.2010

"Se o que o homem talentoso pensa corre o mundo, o que o invejoso fala não anda até a esquina". - SANFERR, 07.05.2000

"Corno corrimão de escada segura com leveza aonde todos já puseram a mão com firmeza". - SANFERR, 09.09.2010

"Corno presepeiro ri e fáz presepada na rua, para disfarçar a palhaçada que é o seu choro em casa, ao olhar no espelho e ver sua desgraça em forma de galhada". - SANFERR, 16.09.2000

"Quem vive na porta a inventar mentiras para falar mal de alguém, está provando que é um ninguém, procurando uma janela onde alguém invente uma verdade para dele falar bem". - SANFERR, 08.07.2010

"Não jogue pá de areia em quem prova saber fazer algo de importante, se a única coisa importante que você prova saber fazer é usar a pá para carregar areia". - SANFERR, 09.07.2012

"Faça de sua cabeleira uma moldura. Mas não esqueça de cuidar do que está debaixo dela como uma escultura". - SANFERR, 19.08.2004

"O que eu escrevo, assino embaixo e é para ser lido, nem que seja para ser criticado; pois elogiado eu já sou por saber escrever e nunca meu nome ser ignorado". - SANFERR, 04.12.2011

"Quem não fáz nada para ser criticado e muito menos elogiado pelo mundo, é um pobre coitado que quando morrer sequer no seu mundinho será lembrado". - SANFERR, 09.05.2005

"Se você não pode pensar, faça o outro pensar por você". - SANFERR, 02.06.2010

"O mal que você fáz ao outro vai voltar em dobro". - SANFERR, 09.07.2010

"Mulher que esconde homem de viado não confia no seu taco e se acha uma zinha qualquer". - SANFERR, 20.07.2012

"Quem nasceu pra zá mané, não assina como Manuel José". - SANFERR, 18.09.2007

"O que ontem você não conseguiu realizar, amanhã poderá conquistar, se hoje começar a lutar". - SANFERR, 29.09.2010

"Ninguém pode ser tudo. Mas alguém será tudo". - SANFERR, 09.06.2010

"Alguns já foram, muitos são e poucos serão". - SANFERR, 01.12.2005

"Se pensar fosse para todos, todos colocariam a cabeça para trabalhar pensando e não os braços se cansando". - SANFERR, 27.02.1998

"O pior de um, pode ser o melhor do outro". - SANFERR, 06.10.1989

"Queremos pular janelas com facilidades e não abrir portas com dificuldades". - SANFERR, 09.12.2011

"No julgamento popular, o bandido é o antipático e o simpático é o mocinho". - SANFERR, 17.01.1989

"Arrogância é fingir uma falsa simplicidade para ser elogiada como humildade". - SANFERR, 03.09.2010

"Provoque a polêmica, mas não cause indiferença". - SANFERR, 04.01.1986

"A crítica não prejudica, ao contrário; ajuda o criticado a ser mais notado e ter seu trabalho valorizado". - SANFERR, 06.09.2012

"Boa ou ruim, a fama acima de tudo, já que é muito boa. Menos o ostracismo que fica abaixo de tudo e é muito ruim". - SANFERR, 14.09.2012

"O rei pode perder o palácio, mas jamais perderá a sabedoria, grandeza e majestade. Enquanto o plebeu pode ganhar o palácio, mas nunca terá a sabedoria,. grandeza e majestade". - SANFERR, 20.03.2010

"O caminho de um homem de sucesso é traçado quando ele ainda se encontra no atalho do anonimato". - SANFERR, 10.10.2005

"INteligência e cultura pouca é bobagem para quem sabe o que quer. E raridade para quem não sabe o que deveria querer saber". - SANFERR, 06.03.2010

                                                                                                                                                           RENÉ SANFERR
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                                                                      P    A     T     R     O     C     Í     N     I     O                                                   



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ESTA É A GLÓRIA ATÉ NO NOME!





GLÓRIA MENEZES.
PESSOAS COMUNS TEM O KARMA DA MEDIOCRIDADE.
E AS ESPECIAIS A MARCA DA GENIALIDADE.


     Semana passada eu fiz uma - saudável e não pejorativa - comparação entre mediocridade e genialidade. E, por conta daquele artigo - meu Deus, como fui crucificado! - recebi (como sempre) muitos elogios e críticas; tanto por causa do tema - mesmo sendo o homenageado da semana, Ken Follett, ter ficado como coadjuvante, por a maioria das pessoas não saber de quem se tratava - como pelas cotas. O assunto - mediocridade X genialidade - é tão interesante, polêmico, que resolvi voltar à ele com novas (e, espero, definitivas) comparações. Sou defensor ferrenho - e minha opinião, ao menos para mim, é soberana e não mudo para ser simpático, agradar, prostituindo assim meus pensamentos e ideologias - da genialidade, da mesma forma que desprezo a mediocridade. (Genialidade é admirar Ken Follett e mediocridade é procurar saber quem é ele!). Enfim, não apenas a genialidade rara dos ímpares, mas (também) a mediocridade comum dos pares. (Se é que me entendem!)... Tanto uma como outra pode aparecer em qualquer nível social, intelectual e e conômico, independentemente desta ou daquela situação. Genialidade para mim, por exemplo, é quem não estudou (os autodidatas) e não fica devendo nada aos "diplomados". (Na Bahia temos um gênio da comunicação, sem estudo, preparação acadêmica, mas mestre-doutor formado pela faculdade da vida, que dá gosto - e admiração - ouvir seus comentários e opiniões sempre pertinentes, geniais, o comunicador Raimundo Varella, da TV Record). E mediocridade é fazer tudo igual à todos como um autêntico "maria vai com as outras", não procurar ser o diferencial, apenas mais um na multidão, naquilo que qualquer um pode fazer. "A genialidade é o vaqueiro e a mediocridade é o gado"; "a genialidade cria e a mediocridade copia"; "a genialidade ensina como fazer e a mediocridade pergunta como se fáz". Você é candidato a gênio ou medíocre?
     Com relação as cotas, considero simplesmente um jogo, uma - principalmente agora - "síndrome eleitoreira". Apesar de, como cidadão honesto, obediente às leis do meu país, saber (e ter) respeitar a decisão presidencial do palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal. Digo "síndrome eleitoreira", já que - hoje, amanhã e sempre - estas cotas serão utilizadas para agradar a simpatia dos eleitores e eleger quem as defende. (Pelo país à fora vê-se uma verdadeira tsunami de "simpáticos" as cotas, mesmo que alguns tenham, no seu íntimo, ojeriza à idéia). Ora! É prático, útil e agradável tocar no ponto fraco das pessoas menos intelectualizadas: sua fragilidade cultural. Para as pessoas sensatas - e que enxergam anos-luz, muito além das "maravilhas", das "benfeitorias" do presente - assim como eu, o que deve ser defendido é a melhoria do ensino público dando condições aos estudantes de todas as raças, credos (?) e classes sociais para ingressar, por seus próprios méritos, na universidade. E não receber esmola (vagas obrigatórias) por que é índio, ou, então, branco, azul, pardo, rosa ou negro pobre. (Neurônios agora tem cor? Inteligência tem raça? Cultura tem classe social? Ou o ensino público necessita URGENTEMENTE de ter a cor da vergonha na cara para ser igual, ou até melhor, que as escolas privadas?). Se hoje já temos profissionais - nas mais diversas áreas dando o nome da sua pseudo capacidade errado por falta de preparo bem lá atrás, desde os primeiros anos de sua vida estudantil - totalmente despreparados envergonhando seus diplomas (quase todo dia a mídia nos informa de escândalos vergonhosos), imaginem o que não vão fazer (ou não!) com a competência DADA (?) milagrosamente, mágicamente, pelas tais cotas... (?)... Este milagre do "santo eleitor no altar das urnas" vai fazer muitos subir aos altares dos cargos (eletivos) públicos nesta e, certamente, nas próximas eleições. O povo - e eis aí a mediocridade para pensar e a falta de genialidade para produzir - gosta de receber, de graça, até injeção na testa. (Mesmo esta testa sendo cabeça dura para entrar qualquer coisa!). Isto não passa - a longo prazo, com o resultado nocivo que produzirá nos futuros formandos, quem viver verá! - de um autêntico presente de grego. Além de ser uma decisão altamente preconceituosa, racista (sim!) e políticamente incorreta. Muitos (e isto vai acontecer) irão ouvir frequentemente: "Você, fulano, não está aqui (na universidade) por sua capacidade, mas porque se valeu das cotas por ser índio, negro e pobre"... Não seria mais digno - e culturalmente enriquecedor - termos índios e negros bem preparados (intelectualmente falando) desde o ensino fundamental, orgulhosos por estudarem numa excelente escola pública para depois, então, de cabeça erguida, entrar na universidade pela porta da frente, ostentando sua genialidade (intelecto) e não a mediocridade (a ignorância?). Mas, c'est la vie!. O governo decidiu (erradamente) que as cotas são sinônimos de justiça(?) e, aprovando ou não, temos de aceitar esta (triste) realidade, a qual (mais tarde) vai se transformar numa triste estatística. A estatística dos profissionais despreparados, desqualificados e decepcionados. Com eles mesmos. E só aí, então, muitos se lembrarão - ao ver estes profissionais medíocres preparados apenas para o TER e não o SABER - do pensamento do genial Arthur Schopenhauer (1788 - 1860): "A nossa felicidade depende mais do que temos nas nossa cabeças, do que nos nossos bolsos"... E - quem não sabe quem foi este gênio - está provando toda sua mediocridade.
     Enfim, a mediocridade está vulgarmente na moda em todos os segmentos da sociedade. Principalmente nas artes e (especialmente) na música popular, a qual, graças à Deus, não é a MPB genial que conhecemos e aplaudimos. Sem querer desmerecer quem quer que seja, mas é um fato; e a verdade dói, mas tem de ser dita. Vou dar um exemplo da (atual) mediocridade na arte, reproduzindo aqui, ips literis, o e-mail que recebi de um destes medíocres que se acham gênios (pagodeando a nossa inteligência e arrochando a nossa paciência) da música "povão". O texto, uma verdadeira pérola da falta de TUDO e excesso do NADA, diz o seguinte: "Você gosta, metido CUMO é, de CHAMÁ os OUTRO de medíocres, MAIS eu FASSO sucesso com minhas músicas e meu show enche de GENTI que canta e DANSA a noite toda" ... (?) ... Reproduzi o texto literalmente. Agora, se ele escreve assim - e eu já ouvi (infelizmente) falando na TV e no rádio - vocês podem imaginar como a música popular está envergonhada com este (e outros) representantes da "moderna" e "proveitosa" (?) MPB. Música Popular Baiana. Cruz-credo! Como dizem os medíocres, "Deus é mais!"... 
     Mas, graças à Deus - e Este, sim, sempre demais! - nem tudo está perdido e temos, felizmente - fora a mediocridade de alguns - a genialidade de outros nas artes. Artistas verdadeiros que honram a história artístico-intelecto e cultural de nosso país, provando sua genialidafe cantando, esculpindo, representando, pintando, criando, dançando, compondo, escrevendo... E temos uma grande artista com marca (nome) gloriosa no cenário brasileiro e que passa longe da mediocridade. Esta marca se chama Glória Menezes. Ou, melhor dizendo, Nilcede Soares Magalhães, nascida em 19.10.1934 em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Uma atriz-escola (como tantas outras) que o Brasil exibe com orgulho para o mundo, já que o seu talento (genial) pode ser comparado como o de qualquer atriz estrangeira de renome internacional. Se tivesse nascido falando "língua de gringo", Glória "la" Menezes certamente - e olha novamente aí a diferença entre genialidade (quem sabe) e mediocridade (quem vai se perguntar o que é) - seria a intérprete ideal para o papel principal do filme "Down To The Bone", de Debra Granik (2004) sobre uma mulher que luta contra as drogas em meio à criação de seus filhos. Ou, então - os cinéfilos de plantão, apreciadores da sétima arte irão concordar comigo, não é mesmo Rubens Ewald Filho? - teria interpretado até melhor (não duvidem) o papel de Manuela no filme "O Pirata" (1948), vivido pela Glória Menezes de Hollywood, a atriz Judy Garland. Mas Glória é brasileiríssima e nos orgulhou (e continua orgulhando) interpretando com toda sua genialidade personagens inesquecíveis em obras memoráveis, como, por exemplo, A Deusa Vencida, Sangue e Areia, Rosa Rebelde, Irmãos Coragem, O Homem que Deve Morrer, Cavalo de Aço, O Semi Deus, O Grito, Pai Herói, Páginas da Vida, Corpo a Corpo, Brega e Chique, Deus nos Acuda, A Próxima Vítima, Rainha da Sucata (impagável como a genial socialite no nome e medíocre no dinheiro, Laurinha Figuerôa), A Favorita, O Beijo do Vampiro, e por aí vai...
     Casada com outro ícone da interpretação e mãe de uma das melhores revelações artísticas dos últimos tempos, respectivamente Tarcísio Meira e Tarcísio Filho, Glória estrelou ao lado do marido (no cinema) o épicp "Independência ou Morte". E no seu vasto currículo consta outros títulos que comprovaram não ter sido ela nem um pouco medíocre ao sonhar em tornar-se uma profissional genial, como "O Pagador de Promessas" , vencedor na década de 60 da Palma de Ouro em Cannes, a glória, literalmente falando, de Glória Menezes e todo o país.
     "Pessoas morrem e deixam o nome na memória de algumas. Gente morre e deixa seu nome na história de todos", diz um de meus pensamentos. Eis aí o diferencial - cruel, mas verdadeiro - entre estarmos no mundo para provar nossa genialidade com orgulho e não amargar a vergonha da nossa existência na mediocridade...
     Glória Menezes - e todos que vão deixar sua marca (nome) na história - lutou para destruir a mediocridade que existe dentro de cada um de nós e construir, dia após dia, trabalho após trabalho, um caminho que nos torne, ao menos, o bom naquilo que fazemos; e não o mesmo que todo mundo, o "maria vai com as outras", diário e medíocre daqueles que não fazem nada para ser diferentes. A realidade pode ser dura, mas é esta nua e crua. Portanto, sejamos sempre gênios e jamais medíocres. Em tudo que fazemos. Por menos relevância que tenha. Com ou sem cotas, já que "competência e capacidade independe de raça e classe".
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima quinta-feira, se Deus quizer, aqui estarei. Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!

                                                                                                                                                                       RENÉ SANFERR, 13.09.2012

a ESFINGE:
     "Quando uma pessoa que deixou uma obra de valor morre, deixa uma marca inesquecível: um nome. E quando uma pessoa que empregou o seu trabalho numa obra sem valor morre, deixa (também) uma marca logo esquecida: a vergonha por não ter imortalizado seu nome".

                                                                                                                                                                       RENÉ SANFERR, 02.11.2002


"Se nada você fáz hoje para SER alguém, conforme-se em amanhã continuar SENDO ninguém". - SANFERR, 10.01.2011

"Quem se sente vingado com a desgraça do outro, vai depois morrer desgraçado procurando quem lhe vingue". - SANFERR, 07.07.1987

"Antes ficar em casa criando o que presta de boca fechada, do que na rua de boca aberta vomitando o que não presta". - SANFERR, 06.06.2006

"Se amizade só lhe deu decepção, decida pela opção de se tornar um ermitão". - SANFERR, 10.09.2010

"Antes o homem se casar com um gay de futuro, do que com uma mulher que não o deixa sair do presente". - SANFERR, 28.06.2009

"Quando o gay ama, ele quer dar. E quando a mulher ama, ela só quer tirar". - SANFERR, 03.02.2010

"A mulher burra só ganha do gay inteligente, por que foi inteligente para negociar a fruta que o burro não tem para negociar". - SANFERR, 09.05.2006

"Competência e capacidade independe de raça e classe". - SANFERR, 18.07.2005

"Faça do seu sofrimento que é inferior à vida, a escola superior do conhecimento da vida". - SANFERR, 10.12.2009

"Todo gênio gosta de solidão, porque a multidão o torna medíocre". - SANFERR, 19.02.2012

"O povo não gosta de quem mostra ser. Gosta de quem prova ter". - SANFERR, 20.04.1996

"Não precisa ser um grande gênio. Basta não ser medíocre e pequeno". - SANFERR, 17.10.1994

"Não perca a confiança em ninguém. Alguém já perdeu a confiança em você". - SANFERR, 27.05.2010

"Dignidade quem tem é o guerreiro que cai no fundo do poço, mas prova superioridade, sem mostrar desespero, para sair do sufoco". - SANFERR, 15.07.2003

"O pior erro que você pode cometer é se envolver com pessoas erradas". - SANFERR, 14.06.2001

"Pessoas morrem e deixam o nome na memória de alguns. Gente morre e deixa seu nome na história de todos". - SANFERR, 21.11.2006

"Construa, dia após dia, uma obra relevante, para, depois, ser considerado importante". - SANFERR, 23.09.2011

"Quando se acha um amigo de qualidade, esquece-se a quantidade de todos os outros". - SANFERR, 07.12.2009

"O pensamento de hoje amanhã poderá ser outro se houver uma mudança de comportamento". - SANFERR, 05.12.2001

"O esperto escorrega, mas nunca cai na armadilha. E o idiota escorrega e sempre cai na sua própria mentira". - SANFERR, 12.07.2005

"Se você é um zero á esquerda, não queir competir com quem mostra ser um dez à direita". - SANFERR, 18.09.2011

"O máximo de tudo que você pode ter, é o nada que consegue ser". - SANFERR, 06.12.2004

"Antes ser um gênio polêmico, do que um medíocre ingênuo". - SANFERR, 06.10.2007

"Ninguém sobe uma escada sem ter alguém para segurar na hora da derrocada". - SANFERR, 01.01.1997

"Ria do palhaço que tenta lhe acusar, pois a única coisa que ele irá conseguir provar é o choro por não ter conseguido lhe incriminar no circo que contra você ele quis armar". - SANFERR, 06.06.2005

"Presença talentosa, vizinhança invejosa". - SANFERR, 03.01.2010

"Não diga que a máscara do outro caiu, se ele continua fazendo carnaval, e a sua você perdeu e nem sentiu". - SANFERR, 09.08.2010

"Não julgue o escritor pelo que ele escreve, já que ele não lhe julga por que nãop lhe conhece". - SANFERR, 10.09.2011

"Sempre a entrada de serviço é mais apertada que a social e mesmo assim é a mais procurada". - SANFERR, 09.08.1994

"A genialidade é o vaqueiro e a mediocridade é o gado". - SANFERR, 11.03.2005

"A genialidade cria e a mediocridade copia". - SANFERR, 11.09.2008

"Não se faça de demente dizendo que é doente, por que você mente esperando que o governo lhe sustente". - SANFERR, 10.10.1998

"A genialidade ensina como fazer e a mediocridade pergunta como se fáz". - SANFERR, 09.11.2007

"De tanto você criticar, a Inveja com você vai querer se casar". - SANFERR, 19.12.1995

"O burro que não tem genialidade para jogar xadrez só, mostra toda sua mediocridade em grupo jogando dominó". - SANFERR, 09.05.2004

"Quem não sabe no presente construir uma estrada, no futuro não vai conseguir encontrar a chegada". - SANFERR, 07.07.2012

"Aquele que não cria, nunca se cria". - SANFERR, 06.04.2012

"Trabalhe para ter o melhor de tudo, mas se empregue para ser o melhor de todos". - SANFERR, 01.05.1987

"Antes o pobre que morre contando sua história, do que o rico que não tem uma estória para ser contada". - SANFERR, 02.11.2004

"Não pense que venceu na vida, se somente a morte vence a vida". - SANFERR, 02.11.1989

"Saber escrever um pensamento é um talento. E saber entender é um alento". - SANFERR, 21.09.2011

"Se você não fez nada para morrer conhecido como alguém por sua genialidade, se conforme em viver como ninguém na sua mediocridade". - SANFERR, 01.12.2000

"Uma pessoa que tem o nome conhecido, não pode ter cometido nenhum ato ilícito e escondido". - SANFERR, 06.02.2011

"Não se sinta um homem realizado, se olhar para o lado e ver que só realizou o que todos puderam realizar. E sim um homem diferente para mostrar que realizou o que todos não puderam realizar". - SANFERR, 09.06.2011

"Não adianta tentar desacreditar o homem que tem talento, pois é no que ele tem para mostrar e provar que todos irão acreditar, confiando no seu conhecimento". - SANFERR, 10.12.2010

"Homem que pelo gay é apaixonado e casa com a mulher para na sociedade ser respeitado, vai ser um homem pouco valorizado por todos ter enganado e se tornar um ser humano amargurado". - SANFERR, 19.11.2003

"Rezar não é falar com a boca o que o coração não consegue mostrar". - SANFERR, 15.08.2011

"Querendo ter mais do que o outro, você acaba sendo menos que todos". - SANFERR, 09.12.1999

"Beba com a taça do talento discutindo com gente sobre conhecimento. E nunca com o copo da cachaça proseando sobre desgraças com pessoas sem entendimento". - SANFERR, 10.09.1984

"Não viva rebaixado a quem tem menos altura e vai morrer sem a cultura que você mostra ter". - SANFERR, 19.02.2004

"Casa cheia na felicidade e vazia na infelicidade". - SANFERR, 18.01.1987

"Onde é servida a cachaça, na porta a desgraça fica esperando para ser chamada". - SANFERR, 10.09.1988

"Fique nú para vestir o amigo, mas depois não vá contar ao inimigo dele que o vestiu". - SANFERR, 16.10.2001

"Não se reúna com dez para difamar um, se vai bastar apenas um - Deus - para lhe condenar diante dos dez". - SANFERR, 10.12.2010

"Fale ao menos uma besteira, mas não fique calado pensando asneira". - SANFERR, 04.12.1987

"Tem gente que morre e vira história. E pessoas que vivem procurando ser uma estória". - SANFERR, 04.07.2011

"Se dois trabalham por um, nenhum vai sentir a dor que apenas um sente por necessitar e não trabalhar". - SANFERR, 10.01.1990

"Se falar sobre o passado é uma piada, então olhar para seus pais deve ser uma palhaçada". - SANFERR, 04.01.2012

"Se o que é velho está fora de moda, não tem  nexo, vamos esquecer no passado o pão, o vinho e o sexo". - SANFERR, 03.01.2001

"Espalhe feliz que foi procurado por seu amigo. Mas não conte a necessidade do infeliz". - SANFERR, 24.09.1995

"Se a Justiça nada acha para provar e incriminar, a Inveja tudo procura para inventar e acusar". - SANFERR, 10.09.2010

"Maluco é quem não fáz nada na vida para sair da doideira que é a sua vida". - SANFERR, 20.01.2004

"Ajude a cultura. Divulgue a sua pouca inteligência e esconda a sua vasta ignorância". - SANFERR, 04.03.2012

"Nunca diga que o outro deu pra ruim, se você não mostrou que está dando pra boa coisa". - SANFERR, 23.09.1988

"Quem diz que é o bom, é porque não conseguiu provar que é o melhor". - SANFERR, 26.04.2007

"Mentira é o que muitos estão dizendo. E verdade é o que todos estão vendo". - SANFERR, 08.09.2011

"Se falam mal de alguém e não se vê o pior acontecer, pode ter certeza que o ruim é o ninguém que está espalhando o que nunca vai ocorrer". - SANFERR, 07.07.2004

"Todos acordam para a vida. Mas muitos dormem ao morrer para a vida". - SANFERR, 13.11.1989

"Não bote má fama em quem você não gosta, por que não vai achar quem bote boa fama em quem você gosta". - SANFERR, 18.04.2008

"Não adianta em nada desmerecer quem prova tudo merecer". - SANFERR, 18.09.2009

"A necessidade pode ter casa. Mas a felicidade pode ter outra residência". - SANFERR, 02.04.2000

"Diploma dá competência para se arrumar um bom trabalho com um salário razoável. E talento dá competência para se ganhar um ótimo salário apresentando um excelente trabalho". - SANFERR, 01.05.2012


                                                                                                                                                                  RENÉ SANFERR, 13.09.2012



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