quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

A MALDADE COM CARA DE BONDADE

ACESSOS
BALANCETE MENSAL
(MÊS 38 - PERÍODO)
01.11.2013 a 01.12.2013
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Parabéns, SANFERRPRESS!!





ANTONIO FAGUNDES.
UM GALÃ SEM DATA E NEM PRAZO
DE VALIDADE PARA DEIXAR DE SER.




     O preconceito, o ódio, a mentira e a vingança. Quatro terríveis sentimentos que tem um poder devastador sobre a criatura humana; e o homem - consciente ou inconscientemente - ainda, infelizmente, os alimenta. E esta sucessão de erros não é de hoje e nem de ontem, é de sempre, desde que Deus criou o homem "a Sua imagem e semelhança"... (?)... À Sua imagem e semelhança!? Então, sendo assim, O Todo Poderoso é preconceituoso, nutre o ódio, mente e se vinga?... (Talvez seja porisso que muitos - erradamente, ignorantemente - dizem por aí que "aqui se fáz, aqui se paga", "é castigo"...). Estão vendo como nós, criaturas, filhos do Criador, somos (apenas) "parecidos" com Ele (única e exclusivamente) corporalmente?... Mesmo que - no final de nossa vida terrena - o nosso corpo corruptível e humano se transforme em incorruptível e espiritual, verdadeiramente semelhante ao d'Êle. O homem não foi inventado para ter sentimentos baixos, indignos. O (pre) conceito - o nome já diz tudo - é a fonte do mal que nunca seca; fazendo uso dele, julgamos os demais pelas aparências, atos e palavras, sem dó e nem piedade. Gostamos de apontar o dedo, esquecendo que (também) muitas mãos poderão ser apontadas contra nós. E, com o preconceito, chega até os nossos corações o ódio. O ódio contra o negro, o pobre, o homossexual, enfim, o ódio com tudo àquilo que é diferente, que não fáz parte do mesmismo, do lugar comum. Quem não é igual à todos, é tido como anormal.
     E quando o preconceito e o ódio já nos foram apresentados e estão devidamente instalados dentro do nosso EU, eis que chega o mal, batendo à nossa porta como uma visita indesejada; o mesmo mal que todos - sem excessão - temos dentro de nós, mas juramos que não gostamos, que não aprovamos e muito menos praticamos: a mentira. Da boca pra fora todos - sem excessão - a rejeita, mas dentro de si, rotineiramente e (muitas vezes) prazerosamente, a pratica. Em grau maior ou menor, mentiras são contadas pela humanidade à todo instante no meio familiar, social ou profissional. No familiar para se desculpar; no meio social para agradar e no meio profissional para uma melhor colocação conquistar. E alguém - com ela, a mentira - derrubar, desempregar.
     Mas - tanto neste meio ou naquele - a mentira pode ser contada para prejudicar, desmoralizar, desacreditar o outro. E ela - ao contrário do preconceito e do ódio que são sentimentos totalmente pessoais - é um mal coletivo. Um a inventa e todos os demais a aumenta, passando adiante com detalhes. E requinte de crueldade. A mentira é obra de satanás; então, sendo assim, todos nós, humanos, temos o nosso lado demoníaco. Claro! Que nome pode se dar a uma pessoa que por não simpatizar e querer difamar para prejudicar - na maioria das vezes sem ter nada para provar e assim justificar o que falou - sai por aí a caluniar?... E todos - que ouve a "tal mentira" criada por um - a repete, fazendo-a se transformar numa bola de neve. A mentira nunca se confirma. (Observem!). Quando se fala, por exemplo, coisas ruins de uma pessoa e você não vê nada de nada de mal e errado acontecer com ela (processo, detenção), então é óbvio que àquilo que se fala, que se espalha aos "quatro ventos", é invencionice de quem não gosta da pessoa e a quer desmoralizar. Um exemplo famoso na Bahia de uma pessoa - pública, importante - que foi caluniada, perseguida moralmente por quem o odiava, foi o ex-Senador, ex-Governador e ex-Ministro de Estado Antonio (ACM) Carlos Magalhães, morto em 2007. Inocente, o mito da política baiana, sempre ouviu por todos os confins da boa terra - que ele amou verdadeiramente até o último dos seus dias - uma frase que se tornou (pode uma coisa dessa?) slogan: "ACM rouba, mas fáz"... (?)... Ele viveu, comeu e bebeu, riu e chorou, ficou e viajou, subiu e desceu... e NUNCA foi preso; NUNCA esteve na delegacia acusado disto ou daquilo: NUNCA respondeu um processo por roubo. Enfim, morreu e quem o difamava, falava mal dele, nunca provou NADA. Então? A mentira se espalhou, mas a verdade a derrubou. Duvidem - observem - daqueles que falam demais e nada tem em mãos para comprovar; deveriam - se fosse o caso - falar de menos e ter provas para mostrar. Resultado: ficam desmentidos e desacreditados até por quem os ouviu e a mentira deles repetiu. "Cadê, fulano? Você não disse que sicrano é isso e aquilo? Cadê que o cara não vai preso, não responde a nenhum processo?"... ACM passou por tudo isso e sobreviveu as más línguas.
     Na novela das nove da TV Globo "Amor á Vida", de Walcyr Carrasco, o preconceito, o ódio e a mentira, já nos foram apresentados desde o início da trama em sequências e cenas de complexa intensidade dramatúrgica por quase todos os personagens. Principalmente César Cury (Antonio Fagundes), o vilão disfarçado de bom moço, de caráter (?) e moral (?) inquestionável, inabalável... (?) ... Caráter e moral que - agora, nestes últimos episódios - estão caindo por terra. Preconceitusoso ao extremo, César nutre um ódio desumano contra o próprio filho por ele ser gay. E - mentiroso - foi capáz de enganar à todos, lesar a consciência da própria mulher para ficar ao lado de uma mulherzinha-puta, disfarçada de boa moça que deseja... vingança. Preconceito, ódio, mentira e vingança. O personagem de Antonio Fagundes conhece (muito bem) todos eles. Se vingou do filho Félix (Mateus Solano), o filho se vingou dele... Agora vai provar do seu próprio veneno nas mãos maquiavélicasde Aline (Vanessa Giácomo).
      César Cury não é o primeiro vilão - todo ator que se preza deve ter por obrigação colecionar vários em sua carreira - da trajetória de sucesso do eterno galã. No início dos anos 90, na novela O Dono do Mundo (de Gilberto Braga, TV Globo), Fagundes deu vida ao (talvez) pior de todos, que foi o cirurgião plástico Felipe Barreto. César Cury é "café pequeno" diante daquele monstro de crueldade. Nascido em 18.04.1949, Antonio Fagundes é um dos grandes atores da TV, teatro e cinema, fazendo parte de uma previlegiada geração, na qual se inclui nomes como Tony Ramos, José Wilker, José de Abreu, e tantos outros. Começou em 1969 na novela Nenhum Homem é Deus, da TV Tupi. E foi na Globo que o Brasil o descobriu. Não se tem muito o que falar de quem a obra fala por si. Dancing Days, Carga Pesada, Vale Tudo, Rainha da Sucata, Saramandaia, O Rei do Gado, Renascer... e isto e aquilo...
     César Cury - com todo o preconceito, ódio e mentindo, se vingando - é o típico vilão que passa despercebido no cenário do hospital San Magno. Com uma frieza desconcertante, o personagem de Fagundes - da mesma forma que muitos César da vida real - poderia matar o paciente que não gostasse (por preconceito ou ódio) ouvindo tranquilamente "Aquarela do Brasil" na voz de Francisco Alves, acompanhado pela orquestra de Radamés Gnattali. (Duvidam?). Sofisticação, cultura, bom gosto e inteligência para tal gesto monstruoso, ele tem de sobra. (A "crista" dele só vai baixar depois da decepção com Aline). Claro que o personagem ficcional de Walcyr Carrasco não tem a mesma "vilania disfarçada como feitos históricos" de um Pancho Villa (1878 - 1923) ou Simón Bolívar (1783 - 1830). O primeiro durante os anos de Revolução Mexicana, confiscou muitas terras e nada deu aos mais necessitados; já o segundo, morria de medo que negros, índios e mestiços tomassem o poder e instalassem assim o governo dos pardos. Falsos heróis latino-americanos! (È só pesquizar e se "aculturar"). Já percebemos que o preconceito, o ódio, a mentira e vingança, foram o leme na vida destes personagens reais. E César Cury, na novela, agiu da mesma forma. Posando de mocinho e nos bastidores agindo como vilão. Será que o César de Antonio Fagundes, no final da telenovela, vai descer ao inferno e enfrentar um enxame de demônios como um dos heróis mais persistentes do cinema, que foi Maciste, na excelente obra de Guido Brignone "Maciste no Inferno"... (?)...
     A bondade ou vilania do personagem de Fagundes é uma verdadeira caixa de pandora. (Observem!). Assim como na realidade - dizem que a ficção imita a vida - o que estamos assistindo é uma avalanche de preconceitos, um maremoto de ódio, um terremoto de mentiras e, para completar o coquetel de coisas más, nocivas e execráveis - que nós, seres humanos de verdade, de carne e osso, devemos repudiar - a tsunami vingativa que vai se voltar contra o próprio vingador, batizada como Aline. Com todo o ódio e usando de toda mentira, a personagem de Vanessa Giácomo vai utilizar a vingança contra César, para ele "comer o pão que o diabo amassou", por ter sido tão diabólicamente preconceituoso em toda sua vida.
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima quinta-feira, se Deus quizer, aqui estarei. Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!

                                                                                                                                                            RENÉ SANFERR, 05.12.2013

a ESFINGE:
(UMA CITAÇÃO É APENAS A OBSERVAÇÃO DO PENSADOR
SOBRE FATOS, PESSOAS E ACONTECIMENTOS.
E, NA MAIORIA DAS VEZES, O AUTOR NÃO COMPARTILHA DA MESMA OPINIÃO
SOBRE O QUE FOI POR ELE OBSERVADO, ESCRITO E PUBLICADO).
"Sempre existirá uma chance e oportunidade para quem tem capacidade e uma mente brilhante".

                                                                                                                                                             RENÉ SANFERR, 18.01.2011

HOJE NO OUTRO BLOG - ACESSE GOOGLE (SANFERRARTSCRIPT) - VOU POSTAR O CAPÍTULO II (DOS DEZ) DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO..."

"SINAL VERDE,
 sinal vermelho".


"NESTE NATAL, FAÇA À SUA PARTE"

..... mesa farta, alegria, presentes, bebedeira... TUDO isto apenas por uma noite - duas, no máximo, com o ano-bom - e depois? No que isso vai lhe fazer melhor, se sentir melhor, lhe tornar um ser superior, GENTE? Se não der - do pouco que tem - o MUITO para quem não tem NADA? A não ser mesa pobre, tristeza, falta de presentes e apenas água para beber? Pense no próximo que não vai ter nada na NOITE FELIZ... para você... e INFELIZ para ele. Pense que se você der, eu der, o outro der... todos terão e ninguém vai sentir falta de nada. Pense em ir aos asilos, orfanatos, hospitais, presídios, às ruas... dar o seu abraço a quem, possívelmente, não vai ter nem um aperto de mão. Leia para eles, converse com eles. E ajude, sim, materialmente. Porque "saco vazio não fica em pé". E se amanhã - a vida dá voltas - você se encontrar na situação deles? Perder o emprego, o dinheiro acabar, os filhos lhe virar a cara? Aí você verá que a NOITE FELIZ de uns pode se transformar na NOITE INFELIZ de outros. A sua. (SINAL VERDE)

..... show de bola - e que deu ao ESPORTE CLUBE BAHIA a vitória - foi TALISCA, o mafrelo salvador da pátria do ameaçado TIMÃO para cair para a segunda divisão. Criticado e desacreditado, é o exemplo que - quando se tem talento, força de vontade e gosta do que fáz - sempre vai haver um dia para ser ovacionado, aplaudido e admirado. Se não fosse o gol dele na partida do último domingo, em Minas Gerais, contra o CRUZEIRO, o BAÊA tinha descido ladeira abaixo. Parabéns! (SINAL VERDE)

..... é isso aí, ESPORTE CLUBE BAHIA!! "Quem é rei jamais perde a majestade!" A vitória em cima do CRUZEIRO - o campeão deste ano do Brasileirão - no último domingo foi esmagadora. E consagradora. Vou mudar o "ACORDA, BAÊA" para o "AVANTE, BAÊA". No próximo ano nós, torcedores do ÚNICO TIME baiano com estrelas do CAMPEONATO BRASILEIRO na camisa, esperamos dar folga para os cardiologistas de plantão; pois este ano de 2013, haja coração! Foram tantas emoções! Altose baixos e, por pouco, o timão não fica por baixo. Talento, jogadores, se mostra sempre, com salários pagos ou atrasados. (Se é que me entendem!). Jogador tem de ter amor à camisa. E não a conta bancária. Dinheiro é consequência para quem tem talento para mostrar e, na cara dos rivais e inimigos, esfregar. Em 2014, BAÊA, desde as primeiras rodadas é melhor tomar vergonha na cara para não chegar ao final com "o de todos" na reta. (SINAL VERDE).

.....ontem à tarde, no excelente JORNAL HOJE (TV GLOBO) - com a belíssima SANDRA ANNENBERG e o charmosésimo EVARISTO COSTA - a melhor atração do horário de todas as emissoras (eu não deixo de assistir e recomendo emendar com o VÍDEO SHOW), o bate-papo de EVARISTO como os jovens foi sobre a mentira em todos os meios, especialmente nas redes sociais. A rede é importantíssima e deve (sempre!) ser usada para divulgação de coisas boas. Seja autêntico, tenha personalidade, mesmo que a todos não agrade. (SINAL VERDE)

                                                                                                          RENÉ SANFERR, 05.12.2013



EU MOSTRO A VIDA COMO ELA É.
E NÃO COMO VOCÊ OLHA E ELA NÃO É.



"Hoje o outro chora e você comemora. Amanhã o outro comemora e você chora". - SANFERR, 02.11.1987

"Velho você só não vai ficar se tiver o azar de antes morrer e não tiver a sorte de chegar lá". - SAMFERR, 18.08.1996

"Quem pode escrever um livro, pode ficar rico". - SANFERR, 09.06.2013

"Com um bom livro publicado, o escritor fica milionário e passa a ter valor". - SANFERR, 03.09.2013

"A nossa bondade termina quando conosco o outro começa a agir com maldade". - SANFERR, 16.05.2010

"Aquilo que do seu amigo de todos ontem você procurou esconder, hoje, já que ele ficou seu inimigo, é disso que todos precisam saber". - SANFERR, 21.10.2010



                                                                                                                                                          RENÉ SANFERR, 05.12.2013

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  P    A     T     R     O     C     Í     N     I    O

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O PODER DE QUEM SABE ESCREVER.


DANUZA LEÃO.
A PRIMEIRA DAMA DO COLUNISMO
E UMA GRANDE MULHER DA SOCIEDADE.




     O jornal italiano Corriere Della Sera - quando o genial (todos os escritores e pensadores são geniais, senão seriam meros, reles e simples mortais trabalhadores, isto é fato, e só não admite esta verdade quem não gosta da verdade) escritor Giorgio Faletti lançou "Eu Sou Deus!" (ed. Intrinseca) - apresentou este trabalho com o seguinte comentário: "Assim como Sérgio Leone inventou o spaghetti western, Faletti criou o spaghetti thriller e com um só golpe modernizou todo o tradicional mundo literário e editorial italiano". Tem cronistas - e colunistas também - que, com sua verve literária, "modernizam" o jeito de informar através da palavra escrita. Aqui mesmo no Brasil - cada um à sua época e estilo inconfundível, erudito ou popular - tivemos vários que fizeram isto. Ibrahim Sued, com o clássico "os cães ladram e a caravana passa" ( certíssimo, pois não devemos nos rebaixar à altura dos cachorros para lhes dar ouvido, atenção ao que ladram, isto é, falam, se é que me entendem!), foi (e sempre será) um exemplo. E, atrás dele - ele era o melhor, mestre - dele, tivemos professores-doutores do colunismo e do cronismo que transformaram seus artigos ou comentários diários, semanais ou mensais nos jornais, numa verdadeira aula de literatura. O poeta Guilherme de Almeida (1890 - 1969) publicava a coluna "Sombra Amiga" no jornal Folha da Manhã assinada apenas com suas iniciais. Tavares de Miranda (1919 - 1992) - pioneiro do colunismo social - dava "nomes aos bois" de extrema importância no meio social. Seguindo seus pessoas, falar sobre Tarso de Castro (1941 - 1991) é lugar comum. E obrigatório. Ele foi uma referência em colunismo cultural. E para completar o poderoso time de cronistas e colunistas - poderoso mesmo, já que eles mexiam com a vida das pessoas, foram prodigiosos formadores de opinião, e todos (mesmo àqueles que não queriam "dar o braço à torcer e se render ao talento deles, por inveja e despeito) liam o que escreviam - tivemos Helena Silveira (1911 - 1984) assinando as colunas "Helena Silveira vê TV" e "Videonário", nos anos 70, um marco da crítica televisiva na imprensa. Com a sua marca, a qual valia muito.
     Ontem o rádio, sempre o jornal, e agora a televisão para nos dar toda e qualquer informação. De cunho social, político, religioso, empresarial, cultural ou artístico. O rádio, infelizmente, já teve o seu boom; a televisão, felizmente, continua "em alta", em evidência, e o jornal escrito... Ah! Por mais que digam que ele vai acabar - será? - e a internet tomar o seu lugar, para mim (e muitos) ele sempre terá o seu espaço. Ligar o botão do rádio ou acionar o controle remoto da televisão não tem o encanto, não nos dá o prazer de manusear as páginas do jornal e, consequentemente, vê os dedos um pouco sujos de tinta. Ontem era a Rádio Jornal do Brasil, a PRF-4, uma emissora de médio porte, que transmitia óperas. Hoje é a TV Globo, uma emissora de grande porte, que transmite uma programação popular. E, no meio - entre o rádio e a televisão - temos os jornais (os melhores dos melhores, de ontem ou de hoje) O Globo, Jornal do Brasil, A Tarde, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, entre tantos outros que se perpetuam, olhando (literalmente falando) para o passado, presente e futuro. E quem fáz, quem "enche" as páginas do eterno e imortal jornal impresso, além dos jornalistas que povoam as redações? Os cronistas e colunistas, os quais - na maioria das vezes - são os mais lidos de todas as páginas e de todos os cadernos dos periódicos. Tem pessoas que não lê mais nada do jornal - seja ele qual for - a não ser as colunas dos seus autores preferidos.
     Danuza Leão, óbviamente, não poderia fugir à regra e hoje é uma das colunistas (e cronista também) mais lidas do país. O seu texto é mágico, tem a capacidade de prender nossa atenção desde as primeiras linhas; e por mais que - por este ou aquele motivo - não queiramos dar continuidade a leitura, não conseguimos. E só paramos no ponto final. É impressionante a capacidade que ela tem de prender a nossa atenção com o que pensa e escreve. As vezes polêmica, criticada - e, na maioria das vezes, admirada - Danuza nunca será uma profissional ignorada.
     Nascida em 26.07.1933, Danuza é irmã da cantora Nara Leão, foi casada com o jornalista Samuel Wainer, tão ou mais polêmico que ela. (Na profissão e na vida pessoal). Colunista da Folha de São Paulo hoje, ontem, nos anos 50, foi uma das maiores modelos da época. A Luiza Brunet daqueles idos.
     Apesar de todo sucesso nas mais altas esferas do poder, dos meios artístico, social e intelectual, Danuza tem uma vida simples. Poderia morar num grande apartamento - como já teve, com vários serviçais à sua disposição - mas não quer; mora hoje num menor, comum a qualquer pessoa que não tem o peso da sua marca, do seu nome, no bairro mais chique da zona sul carioca. Poderia ter um automóvel dirigido por um chôfer, ou - ao menos - sair pelas ruas (como pessoas que não tem o seu valor e importância fazem) dirigindo, mas prefere (coisas de quem conhece o primeiro mundo, aonde celebridades são vistas no metrô, táxis) usar o transporte público, o táxi. (Não é difícil vê-la nas calçadas de Copacabana, Ipanema e Leblon caminhando misturada no meio do povo como se fosse uma pessoa qualquer, apenas mais uma na multidão, e não dona de uma das mentes mais brilhantes do Brasil). Senta num café para tomar uma água mineral ou degustar um café, com a maior naturalidade (e casualidade) como uma simples mortal. (Coisa que ela não é, nunca foi e jamais será). Vive uma vida simples, mas os seus hábitos são da mulher mais refinada, requintada e elegante que se possa imaginar. De tênis, jeans e camiseta, sem nenhuma maquiagem, o seu porte chama a atenção e a sua postura, o seu charme, é um capítulo á parte. A fama hoje lhe permite viajar pelo mundo inteiro - de first class e se hospedando nos melhores hotéis, of course! - absorvendo ainda mais conhecimento e cultura para os seus textos como cronista e colunista. Mesmo depois de já ter publicado vários livros, Danuza não é conhecida do grande público. Claro! Não é uma "artista" - que não fáz arte nenhuma - tão medíocre e insignificante como passageira. E, assim como ela, quem fáz cultura (e tem cultura) não é conhecido na esquina. Claro! Raríssimas vezes aparece na tv; pouco se deixa fotografar. Já declarou - e como tem new riche que pagaria para a ter por poucos minutos nas suas festas - que não gosta de badalação, é avessa às noitadas, não visita "quase" ninguém para não ser visitada. (Isto ela disse a Ana Maria Braga no programa "Mais Voce" há pouco tempo). O que ela gosta é de ficar em casa lendo um bom livro, assistindo filme no dvd e tomando um vinho de excelente safra. Ela também já disse numa recente entrevista - não poderia ser diferente para uma pessoa de altíssimo nível como ela, e quem quizer ter bom gosto, é só imitá-la - que gosta de "música boa, com letra e melodia" e não as que muitos que se dizem artistas criam por aí... (?)...
     Danuza é um "ser" superior que convive no meio, entre os "seres" inferiores. (Cultural e intelectualmente falando, vejam bem!). Até hoje - profissionalmente falando - nunca deu uma "pisada de bola" como intelectual, jornalista e cronista. Seus textos publicados são a prova incontestável do talento que Deus lhe deu para escrever maravilhosamente bem. Ao contrário do título do livro de Giorgio Faletti, Danuza não é uma deusa; mas, certamente, é uma semi-deus (como todo escritor e pensador, quer queiram ou não) na arte de "modernizar" e polemizar com suas idéias e pensamentos geniais.
     Ela - assim como todo àquele que veio ao mundo para ser um trabalhador, um operário das palavras escritas - está marcada para ser eterna, imortal. (Mesmo não fazendo parte do elenco de deuses da Academia Brasileira de Letras). Ela não é "marcada" pela mediocridade; e sim coroada (e abençoada) - como todo escritor, pensador, reitero - pela genialidade. De poucas palavras - precisa falar alguma coisa? - Danuza tem o dom de encantar pelo que escreve, expondo verdades racionais e irracionais (se é que me entendem!) com o "preto no branco". Como todos os humanos, a leoa um dia vai morrer, corporalmente falando; mas o seus rugidos - o que está escrito em seus livros - serão ouvidos (lidos!) por cem, mil, dez mil anos, por todas as gerações futuras. Sua marca (nome) - ao contrário do corpo físico - não vai perecer. E Danuza Leão não seria quem é, se tivesse escolhido para ter na vida uma outra profissão qualquer. E esta - quer queiram ou não, por mais dura e cruel (sem ser arrogante) que a verdade seja - é a grande diferença entre uma "cabeça intelectual" e um "trabalho braçal". E - infelizmente - a realidade a da vida, do mundo, NUNCA seria explicada; ao contrário de outro grande professor-mestre-doutor das palavras que é Reif Larsen, na sua obra-prima, o romance "O Mundo Explicado por T. S. Spivet" (ed. Nova Fronteira, 448 págs). No máximo, o que cada um pode fazer - para, quem sabe, um pouco da realidade da vida entender - é avaliá-la, como o fez no filma Morangos Silvestres, de Ingmar Bergman (1918 - 2007), o professor que viajou ao interior e sentiu a proximidade da morte. Cultura é isto; burrice é remexer a bunda.
     A Danuza Leão cronista não difere muito da Danuza escritora, devoradora voráz do conhecimento das situações da vida real e que passa para as páginas do livro com um, digamos, "pé atrás" naquilo que Sebald ou V.S. Naipaul definiria como literatura. Danuza escrevendo, seja lá que gênero for - eu (até) me surpreendo porque ainda não escreveu nada (ou será que já escreveu e está trancado em alguma gaveta?) para o teatro, cinema e televisão - tem um "que" de realidade, a mesma realidade que somente a imaginação, a memória, o pensamento, são capazes de a fazer "explodir" (se é que me entendem|!) de uma maneira constrangedoramente irreal, irracional. E para alguns - ou (quiçá) todos que estão dentro do meio literário, ao menos tem um DNA dela no seu sangue - realidade é uma criação solipsista. (Para os burros, não é marca de supositório, não, pelo amor de Deus!). Enfim, antes de ser uma mulher das palavras escritas - e, no seu caso, maravilhosamente bem escritas -  Danuza Leão é mulher. Uma GRANDE MULHER. (Como eu gosto que toda mulher seja e admiro as que são!). E - ao menos ao meu ver, minha opinião como leitor de suas crônicas e dos temas dos seus livros - como toda mulher que "se dá ao luxo" (aliás, esta palavra tem tudo a ver com ela) de escrever, Danuza nos apresenta um texto marcado pela objetividade de quem quer falar sobre o que precisa ser dito. E pt.
     Escrever é uma arte que não é para qualquer um, isto é fato. E não tem escola, faculdade, que ensine. A prova está na redação dos "futuros universitários". Uma vergonha!...
     Mas, como Danuza nunca foi, não é e jamais será qualquer uma, ela pode preencher a folha de papel em branco com tudo o que pensa, que - duvido que não! - a gregos e troianos vai agradar.
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima quinta-feira, se Deus quizer, aqui estarei. Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!

                                                                                                                                                              RENÉ SANFERR, 28.11.2013

a ESFINGE:
(UMA CITAÇÃO É APENAS A OBSERVAÇÃO DO PENSADOR
SOBRE FATOS, PESSOAS E ACONTECIMENTOS.
E, NA MAIORIA DAS VEZES, O AUTOR NÃO COMPARTILHA DA MESMA OPINIÃO
SOBRE O QUE FOI POR ELE OBSERVADO, ESCRITO E PUBLICADO)
"O dom de saber usar as palavras é a melhor arma para quem quer vencer e ter poder por saber o que dizer e escrever".

                                                                                                                                                               RENÉ SANFERR, 19.06.2013


"SINAL VERDE,
 sinal vermelho".



"NESTE NATAL, FAÇA A SUA PARTE".

..... mesa farta, alegria, presentes, bebedeiras... TUDO isto apenas por uma noite - duas, no máximo, com o ano-bom - e depois? No que isso vai lhe fazer melhor, se sentir melhor, lhe tornar um ser superior, GENTE? Se não der - do pouco que tem - o MUITO para quem não tem NADA? A não ser mesa pobre, tristeza, falta de presentes e apenas água para beber? Pense no próximo que não vai ter nada na NOITE FELIZ... para você... e INFELIZ para ele. Pense que se você der, eu der, o outro der... todos terão e ninguém vai sentir falta de nada. Pense em ir aos asilos, orfanatos, hospitais, presídios, ás ruas... dar o seu abraço a quem, possívelmente, não vai ter nem um aperto de mão. Leia para eles, converse com eles. E ajude, sim, materialmente. Por que "saco vazio não fica em pé". E se amanhã - a vida dá voltas - você se encontrar na situação deles? Perder o emprego, o dinheiro acabar, os filhos lhe virar a cara? Aí você verá que a NOITE FELIZ de uns pode se transformar na NOITE INFELIZ de outros. A sua. 

..... queda no rendimento dos alunos nas provas de Portugês e Redação do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) - segundo foi amplamente divulgado esta semana - não é nenhuma novidade. Claro! É óbvio! Como vamos - nós todos mesmo - saber escrever direito se só queremos remexer a bunda, ao invés de botar ela para sentar e aprender a gostar de estudar? (SINAL VERMELHO).

..... EMMY de MELHOR ATRIZ! Parabéns, Fernanda "la" Montenegro. Já não era sem tempo! O mundo está descobrindo o que nós, brasileiros, já sabemos. Muito mais do que orgulho para ela, é para um país que precisa receber premios por toda genialidade que tem, dos verdadeiros artistas; e não ser visto lá fora pela mediocridade que "exporta" com tantos que se dizem artistas - "pagodeando" e "atochando" merda na nossa cultura - em "xôs" que só nos fáz envergonhar. (SINAL VERDE)

..... quando o resto do país - e até no exterior mesmo - quizer fazer uma festa com músicas (e coreografias) de bordel de nonagésima categoria, é só chamar bandas (metade mesmo) de música (?) com os novos ritmos baianos. O sucesso do "xô" para putas, mulherzinhas e homens (?) desclassificados - e descamisados, mostrando vulgar e constrangedoramente a bunda - vai ser total; tal e qual ao que se ouve tocar e se vê dançar nos salões das "casas de luz vermelha" quando os desordeiros (digo, perdão, pagodeiros) começam a "atochar" as incautas (será?) para depois do evento as "pagodear". Pagode - samba de verdade - tem letra decente para os pais deixarem suas filhas dançar (como o autêntico, genuínamente carioca) e não letra (tem?) indecente para os pais (se deixar suas filhas estes bregas frequentar) depois ir chorar quando elas engravidar. (SINAL VERMELHO).

..... está começando a mais bela estação do nordeste. Principalmente na Bahia. O verão, como sempre, é só alegria e diversão. (SINAL VERDE)

..... a ENCICLOPÉDIA do FUTEBOL BRASILEIRO virou ontem a sua última página com a morte, aos 88 anos, de um dos maiores mestres da arte de jogar bola de todos os tempos: NILTON SANTOS, o nome? Não! Nome tem quem hoje diz que joga, mas só quer é dinheiro no bolso. Uma marca. Nilton foi do tempo que jogar bola era arte e não palco para jogadores se tornar artistas. O ídolo do Botafogo e da Seleção vai fazer - aliás, já fazia - falta. Muitos de hoje deveriam se espelhar em vários de ontem. (SINAL VERDE).

..... "a casa caiu"... para a ARENA CORINTHIANS, em São Paulo. A mesma que - cuidado para a festa não se transformar em tragédia - vai ser a abertura da Copa. Quem for lá, é para antes pensar: se a ARENA não vai se transformar na própria sepultura. Cruzess!! Literalmente falando. (SINAL VERMELHO).

..... talento verdadeiro é assim: demora para aparecer, ter uma oportunidade, mas quando a tem, recebe "logo de cara" uma premiação. Foi o que aconteceu com CLAUDIA LAGE e JOÃO XIMENES BRAGA - autores da novela global "LADO A LADO" - que receberam o EMMY com a sua primeira novela. PRIMEIRA!! Parabéns. (SINAL VERDE)


                                                                                                               RENÉ SANFERR, 28.11.2013


EU MOSTRO A VIDA COMO ELA É.
E NÃO COMO VOCÊ OLHA E ELA NÃO É.


"Puta desclassificada fica na porta de casa esperando que os homens patrocine uma cervejada, para depois, como a maior descarada, levar para dentro de casa àquele que tiver a carteira mais recheada para lhe enrabar".
       (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)

"O que a nossa boca não fala, os ouvidos dos outros não ouve". - SANFERR, 21.07.1980

"A maior tristeza de uma mulher é se casar com um homem que vive na porta do bar. A não ser que ela também passe a gostar, vá acompanhar, para com os outros como puta se flertar, e o casal para casa voltar sem nada gastar, depois da descarada com todos dançar e se esfregar".
       (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...",. de minha autoria, 1983)

"Homem que é homem casado não leva a sua mulher para com outros se embriagar em mesa de bar. A não ser que ele seja um desclassificado que goste de ver na bunda dela todos a mão passar". - SANFERR, 20.09.2012

"Quando o homem quer humilhar, ele fáz questão de a mulher beijar com os mesmos lábios que lambeu outros rabos". - SANFERR, 19.11.2013

"Homem desclassificado é aquele que deixa a mulher com vários outros se embriagar na porta de um bar, ficando desmoralizado por não saber respeitar sua parceira de bebedeira". - SANFERR, 20.02.2001

"Quem é burro nasceu para ser trabalhador, ganhar pouco e não ser nada. Quem é inteligente nasceu para ser escritor, ganhar muito e ser tudo". - SANFERR, 04.03.2013

"Se o presente está difícil, invista no futuro para ele ser fácil e, diferente de hoje, ser incrível". - SANFERR, 10.10.2010

"O perdão é um perdão. E a desculpa é uma desculpa. A diferença entre um e outro, é a falta de noção para saber o que é sentir ter culpa". - SANFERR, 20.08.2010

"Orgulho para poucos homens é o que eles tem capacidade de escrever usando a cabeça. E vergonha para muitos é o que eles tem capacidade de fazer usando as mãos". - SANFERR, 29.03.2004

"Uma GRANDE MULHER sabe o que quer e vive de cabeça aberta para o mundo. Ao contrário da mulherzinha que, ao se comportar como uma vagabundazinha de copo na porta de um bar, a única coisa que ela quer é viver abrindo as pernas para todo mundo".
          (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)

"Com mulher feia e descarada, o homem com ela só se junta para a fazer de puta, mesmo assim se na hora ela esconder a cara". - SANFERR, 14.11.2013

"Mulher que corre atrás de um macho, é porque vários já lhe deram um pontapé no rabo". - SANFERR, 13.11.2013

"Mulher baixa com homem alto, ele diz que ela só presta e tem altura quando fica de quatro para lhe dar o rabo". - SANFERR, 25.11.2013

"Tem mulher casada que disfarça para não dar pinta de safada"
               (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)

"Para um experto, em esperto se fingindo de bobo, para enganar o tolo".
               (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)

"Bar sem categoria só é frequentado por mulherzinha, nigrinha e puta vadia, que na cara nunca teve vergonha nem por um dia. A desclassificada que, por um copo de cerveja, depois vai dar a bundinha para cachaceiro que também nunca teve valor nem por um dia".
               (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)

"Quando quem prova que é melhor do que todos decide não se misturar com qualquer um, é porque ele quer mostrar que se decidir se juntar à qualquer um vai se rebaixar". - SANFERR, 12.08.2013

"Quem prova que não é um empregado de merda, mostra que fáz um trabalho que presta". - SANFERR, 27.09.1994

"Tem pessoa que nasceu merda e vai morrer cocô, porque, durante toda a sua vida, nunca fez uma obra de valor".
               (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)

"Se você não nasceu para ser trabalhador e pegar no pesado, prove que é talentoso; seja escritor e use o teclado do computador para, com o que fáz, lhe deixar cada vez mais orgulhoso". - SANFERR, 26.06.2012

"Mostrar que não tem, é melhor do que provar que tem, já que sempre vai ter alguém para tirar o que você tem e lhe fazer um ninguém". - SANFERR, 20.09.2013

"O pior bandido é aquele que não ataca com uma arma, mostrando logo de cara que é como cidadão um perigo". 
               (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, 1983)

"O dom de saber usar as palavras é a melhor arma para quem quer vencer e ter o poder por saber o que dizer e escrever". - SANFERR, 19.06.2013

"Se você dá ouvido a quem não presta, é porque você também é uma merda e fáz do seu ouvido um pinico". - SANFERR, 17.01.2011


                                                                                                                RENÉ SANFERR, 28.11.2013

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  P    A     T     R     O     C     Í     N     I    O


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

COMO A FALSIDADE É TERRÍVELMENTE SIMPÁTICA!


MATEUS SOLANO.
A AULA - E O SHOW - COM O MESTRE
DA INTERPRETAÇÃO.



     Não é difícil encontrarmos ao longo da nossa vida pessoas más, de péssima índole e caráter, que queiram - por este ou aquele motivo, às vezes nenhum, apenas por não gostar, simpatizar - nos prejudicar. E, como somos humanos - com todos os defeitos e qualidades da raça - mais difícil ainda é ficarmos imparciais, "dar a outra face à tapa", como nos ensinou Jesus Cristo. A maldade das pessoas - já que todos (todos mesmo) nós somos capazes de a praticar, em grau maior ou menor - não tem limites. A diferença entre a maldade maior e a menor, é a intenção com que a praticamos, pois tem pessoas que vivem conscientemente para fazer o mal e outras que fazem inconscientemente. Inconscientemente quando, por exemplo, prejudicamos a honra, moral e, consequentemente, a vida do outro por repetir, falar o que ouvimos. (O famoso "emprenhar pelos ouvidos"). Não vimos, não ouvimos a pessoa fazer e nem dizer o que um terceiro nos relatou - mentirosamente - e já passamos adiante para quartas, quintas e vigésimas pessoas. (A famosa "bola de neve"). Causando assim um estrago moral e social que nunca sabemos no que pode resultar. Caluniamos, difamamos e desmoralizamos, sem provas do que estamos falando, apenas porque outros estavam comentando. Então? Quando falamos adiante o que ouvimos lá atrás, isto não é uma maldade? (Quem não quer ser maldoso, fica de boca fechada, o famoso "não vi, não ouvi, não falei e não sei"). Esta é a maldade inconsciente, em grau menor, mas não deixa de ser. E vem sempre com a desculpa: "eu não sei, me disseram". E assim - inconscientemente maldoso - se espalha aos quatro ventos o que apenas um - conscientemente maldoso - criou e falou. A maldade nunca é antipática; muito ao contrário, ela só sai da boca de pessoas extremamente simpáticas, sociáveis, com um largo sorriso nos lábios. A (famosa) pessoa popular no bairro, na rua, que "vive" de porta em porta, de esquina em esquina, de bar em bar, a infernizar a vida dos demais com o que tem para inventar e espalhar. (E se da vítima, então, não gostar...). E é assim que a estória inventada por um, se torna história para sempre nos ouvidos e bocas de outros.
     Agora, maldade maior, já é mesmo um defeito de fabricação no caráter de quem é - conscientemente - ruim. Tem prazer em prejudicar o outro, seja para destruir ou alguma coisa (?) ganhar. A falsidade é o principal sintoma: aquela pessoa muito simpática, querida por todos, disposta a sempre ajudar e, principalmente, agradar com o que diz e fáz. A famosa "gente boa". (Que de boa, no íntimo, não tem nada). A dissimulação é outro sintoma: aquela pessoa que nunca diz o que realmente pensa, com medo de ser rejeitada, antipatizada. Camufla os seus sentimentos, a verdade que nunca diz, mentindo descaradamente para ser admirada, paparicada e jamais criticada. Sem nenhuma personalidade, pois esta é uma qualidade de quem mostra logo o que é, o que pensa e o que sente. (Observem!). Quem nunca vai ser falso e dissimulado é a pessoa antipática, ao contrário do que todos pensam. E sabe por que? (Observe!).  Porque é antipatizada - no meio artístico, por muito tempo, a colunista e crítica teatral Bárbara Heliodora, foi temida, respeitada e antipatizada por sempre falar a verdade - por se mostrar verdadeiramente como é. Dizendo verdadeiramente o que sente e pensa, doa a quem doer, goste quem quizer gostar; sem se preocupar em ocultar os seus sentimentos, idéias e opiniões.
     A maldade vem de quem menos esperamos, porisso se diz por aí: "dormindo com o inimigo", "cuspiu no prato que comeu", "amigo da onça", "amigo urso", "deu uma punhalada pelas costas"... (E eu falo neste assunto "de cátedra" pois já sofri há pouco tempo na pele, vivenciei esta situação e convivi bastante com pessoas assim que hoje eu não quero mais ver, principalmente pelas costas, um perigo!). Nunca - observem! - quem para nós é antipático, vai ter chance de nos trair, por uma simples razão: só deixamos ao nosso lado - e "comendo no nosso prato" - fazendo parte do nosso dia-a-dia, da nossa intimidade, o "amigo" (?), o "companheiro" (?), o "parceiro" (?), simpático, bonzinho, solícito e agradável. O antipático só fáz - às claras, verdadeiramente e não falsamente, mostrando logo para nós ser desagradável por suas palavras e ações que não queremos ouvir e saber - o que não gostamos. Este (o antipático) é que conosco NUNCA, JAMET, NEVER, vai "aprontar", decepcionar. Não vamos dar lugar...
     Na novela "Amor à Vida" (TV Globo), do excelente Walcyr Carrasco, o personagem Félix - interpretado magistralmente por Mateus Solano - é o típico solícito, bonzinho, simpático (e, consequentemente, agradável) para todos (todos que lhe interessa em alguma coisa) que convivem com ele. Paloma (Paola Oliveira), o seu principal alvo de inveja e desejo de aniquilamento, era chamada por ele de "meu doce". (Era, porque de agora em diante, no mínimo, será chamada de "meu salgado estragado", se fosse eu o autor). Depois de ter sido desmascarado - no capítulo de segunda-feira (18), numa cena de grandes atuações e uma direção milimétricamente ensaiada, como no teatro - ele já revelou todo o seu ódio, todo o seu nojo e desprezo pela irmã. Como resistir a uma pessoa assim?... Querida, simpática e adorável?... (Se todos nós observarmos bem, tivermos feeling, veremos o quanto de Félix - e Felícias também! - temos ao nosso lado, desfrutando de nossa companhia e intimidade como "amigos"). E - quando descobrimos a sua verdadeira cara, quando a sua máscara cai (e tem máscaras que não caem jamais) - a decepção e desilusão nos chega de uma forma tão intensa, esmagadora e devastadora em nossas vidas, que passamos a desconfiar de tudo e todos; nos fechamos para as pessoas, desacreditamos nelas; a mágoa endurece o nosso coração, por mais que queiramos continuar sendo como éramos antes do golpe, da traição. Pessoas maldosas na sua essência causam um estrago incalculável para nós e NUNCA MAIS seremos os mesmos. Foram tão simpáticas e falsas ao mesmo tempo, que hoje duvidamos de qualquer simpatia, já classificando e generalizando como falsidade. É como uma tsunami. E quem foi que já viu um lugar arrasado por uma tsunami se reerguer como antes?... Depois de sobreviver ao terrível golpe de uma traição, da decepção, de uma punhalada pelas costas, nos fechamos dentro de nós mesmos, do nosso próprio casulo e nos tornamos inacessíveis para qualquer outro tipo de relaconamento de amizade, muito menos afetivo. Passamos a viver "além" das pessoas, distante uma das outras, num mundo só nosso, sem querermos mais nos misturar com qualquer um que não seja digno, à altura de estar conosco. E só a força da fé, da renovação, é que nos fáz continuar. Sem deixarmos nascer - e crescer - dentro de nós o desejo de se vingar, por que seríamos assim iguais na maldade; e a vingança - podem acreditar! - não leva a lugar nenhum. O melhor que temos a fazer é "deixar passar", esquecer e "tocar a vida" para a frente, apagando da memória um passado que nunca mais vamos querer saber, riscando pessoas das páginas de nossa história. Deus - e a nossa família - é quem pode nos apoiar e neste momento difícil nos salvar.
     A maldade de Félix - como é novela, uma obra de ficção - está com os dias contados. E, apesar de "destronado", ele AINDA vai aprontar com sua canalhice e mau caratismo. Ele vai "comer o pão" - merecidamente, estou louco para assistir os próximos capítulos e ACREDITAR que, ao menos na ficção, o bem vence o mal - "que o diabo amassou". Na vida real, infelizmente - a verdade é sempre dura, cruel - não é "assim que a banda toca". O que vemos por aí são pessoas más e de caráter duvidoso, se "dando bem na vida". (Observem à sua volta!). Não é à toa que muitos dizem por aí que "o errado é que está certo". Destruindo totalmente - como vários outros ditados populares que não tem nenhum fundo de verdade - o que se diz (também) por aí: "aqui se fáz, aqui se paga". Quando, aonde? Adoecer, sofrer e morrer?... Todos nós - bonzinhos ou maus - vamos, um dia, mais cedo ou mais tarde, adoecer disto ou daquilo, sofrer por isto ou aquilo, e morrer. Então - reflitam e observem a realidade (contraditória) da vida, como verdadeiramente ela é e não como você pensa que é - todos, maldosos em grau maior ou menor, vão passar pelas mesmas provações, atribulações e sofrimentos. Existe "maus momentos" para todos. (Ou vão me dizer - contrariando o que vemos por aí - que somente os maus sofrem? Muito ao contrário...). Somente na ficção - para o autor "dar lição de moral", mesmo que, infelizmente, irreal - é que o mal no final vive a ilusão de terminar mal por ter praticado tanto mal. E sabem porque ninguém "paga" nada - infelizmente - de nada na vida real? Porque todos nós, humanos - com os defeitos e qualidades próprios da raça - também praticamos o mal, em grau maior (conscientemente) ou menor (inconscientemente)... E já que estamos falando em ficção, em 1988, na novela "Vale Tudo" (TV Globo), de Gilberto Braga, a sociedade se chocou com a "banana" que Marco Aurélio (Reginaldo Faria) deu para o Brasil. E com o final - literalmente - maravilhoso e principesco de Maria de Fátima (Glória Pires), tão igual ou pior do que o nosso Félix contemporâneo. Quantos "Marco Aurélios" não temos hoje - observem! - por aí "dando uma banana" para quem quer - graças à Deus AINDA temos pessoas assim, ao menos aparentemente - que a moralidade se perpetue. E quantas "Marias de Fátima" não temos (também) por aí se "dando bem" depois de tantas maldades, falcatruas, golpes e um mau-caratismo cinicamente exibido?... Gilberto mostrou - e o povo não gostou de ver os próprios defeitos da raça humana - a realidade da vida.
     Pessoas más, de péssimo caráter, nocivas e execráveis, sempre existiram. Desde Caim, Judas Iscariotes, Hitler, o seu "melhor amigo", e por aí vai... O ator Mateus Solano - para viver tão bem o personagem - deve ter conhecido várias, feito laboratório ao lado de muitas, inclusive no próprio círculo de amizades dele. E - convenhamos - o vilão é sempre mais charmoso, atraente e fascinante que o mocinho. (Na ficção, vejam bem!). Não é à toa que a maioria dos atores adora fazer um. Mateus Solano que o diga. Ao longo de sua trajetória, depois de trabalhos em novelas como Gabriela, Paraíso Tropical, Pé na Jaca, Viver a Vida, Morde e Assopra, deve ter sentido falta de um do "naipe" de Félix Cury. Nascido em Brasília, a 20.03.1981,  depois de 12 anos de carreira (o sucesso NUNCA chega logo) sentou no Olimpo dos grandes atores nacionais. E, por que não?, mundiais? Em Hollywood ele seria pago "à peso de ouro" depois do show de atuação que nos deu no capítulo de segunda-feira passada, deixando - só um telespectador atento observaria - Antonio Fagundes, Suzana Vieira e Natália Thimberg, monstros da interpretação, "de boca aberta" para o talento, competência e capacidade cênica do ator. "Amor à Vida", sem sombra de dúvidas, é o divisor de águas na sua carreira. O talento dele vem de família, já que é primo de Juliana e Gabriela Carneiro da Cunha. Boas atrizes, mas que não chegam - me desculpem pela verdade - "aos seus pés".
     A maldade no ser humano - nós - fáz parte do nosso histórico de vida. Matar o corpo ou roubar a honra, moral para difamar, tem o mesmo valor de pecado aos olhos de Deus. Portanto, ninguém está acima do bem ou do mal por que nunca matou outra pessoa corporalmente, se já matou moralmente. O ser humano - nós - fomos feitos para praticar "o bem sem olhar a quem". Mas não é assim que agimos. Quando nos deparamos com um Félix da vida, cuidamos logo de acusar, julgar e condenar. (E o perdoar? A pergunta que lá, na eternidade, junto de Deus, não vai calar, será esta: "Como você quer que Eu lhe perdoe, se você não perdoou?")... E o nosso "conscientemente" ou "inconscientemente" do início do artigo? E - de tanto desejar o mal (eu conheço uma pessoa que diz que quem lhe fáz o mal tem de pagar, e, no entanto, é ela que está sofrendo, sendo humilhada, perdendo a dignidade, pelas mãos do próprio marido) do outro - nos tornamos igual a quem nos fez tanto mal. A bondade é bela e a maldade é feia. Então, para que fazer o mal aos demais? Desejar-lhes o pior? Vai voltar pra nós mesmos, acreditem! Quando - já que o sofrimento é maior - não cair sobre, futuramente, o seu ente mais querido; ou seja, o seu filho. Nada pior do que o "olho por olho, dente por dente". A vingança volta pra você. 
     O tipo Félix da ficção existe na vida real como o mais falso daqueles que chamamos de amigo e irmão. A maldade é dissimulada como o diabo. Tem cara da alegria e não da tristeza. O Félix da ficção está sofrendo. (E, tomara, para dar a tal lição de moral, sofra mais). Mas, ao contrário da falsa ilusão que é uma obra de ficção, na vida real os Félix - e Felícias! - que andam por aí, estão vivendo cada vez mais melhor - observem o noticiário, à sua volta - sem se importar, "dar a mínima" para quem os chama de bandidos, sem moral, imoral... Andam, respiram, comem, bebem, se divertem, vestem, tem amigos e família como qualquer outra pessoa. Riem, adoecem, choram, sofrem, tem dificuldades. Ninguém tem escrito na testa "eu sou bom", "eu sou ruim". E o "sol vai sempre continuar nascendo para todos". Quem age certo ou quem age errado. (È a lei, a VERDADE da vida). Aqui, na terra - já que adoecer, sofrer e morrer é para todos - ninguém "paga" nada de nada. Mas, um dia, lá na eternidade...
     O ser humano - com todos os nossos defeitos e qualidades da raça - tem um Félix dentro de si. Intensa ou moderadamente.
     
     Au-revoir para todos que me criticam ou aplaudem. Na próxima quinta-feira, se Deus quizer, aqui estarei. Eu aqui e vocês daí. C'est la vie!

                                                                                                                                                             RENÉ SANFERR, 21.11.2013

a ESFINGE:
(UMA CITAÇÃO É APENAS A OBSERVAÇÃO DO PENSADOR
SOBRE FATOS, PESSOAS E ACONTECIMENTOS.
E, NA MAIORIA DAS VEZES, O AUTOR NÃO COMPARTILHA DA MESMA OPINIÃO
SOBRE O QUE FOI POR ELE OBSERVADO, ESCRITO E PUBLICADO)
"Cuide para a sua pequena maldade não se transformar numa grande falta de caráter"

                                                                                                                                                             RENÉ SANFERR, 10.02.1985


"SINAL VERDE,
 sinal vermelho"


..... o ESPORTE CLUBE BAHIA, no próximo domingo, tem de tratar a ARENA FONTE NOVA como uma igreja, templo e santuário. Antes de entrar no campo - lá na sacristia, digo, vestiário - se ajoelhar e com toda humildade rezar DIANTE de Deus. E não ter humildade - bobagem! - diante dos homens (o outro time) que só querem lhe arrasar, humilhar e criticar. (Humildade fáz se ter competência e talento?). Depois no campo PROVAR que no Campeonato Brasileiro tem o seu lugar. E como conseguimos - para os nossos inimigos e rivais nos mostrarmos superiores, melhores, colocando-os abaixo de nós, debaixo do "nosso chinelo"? - o nosso valor e que temos um lugar, provar? Com talento e competência para na cara deles esfregar. (Já que não vão NUNCA mesmo nada fazer para mostrar que tem as nossas qualidades!).  Agora - domingo - é MATAR ou ASSASINAR. É para entrar no campo (literalmente falando) de batalha para arrasar, aniquilar o rival. Destruir quem quer lhe diminuir. O talento - ACORDA, BAÊA!! - não se rouba. Então, meu time, você vai deixar o inimigo das suas mãos a bola tomar? A Bahia - e os torcedores do ESPORTE CLUBE BAHIA - querem ver o ÚNICO TIME da casa com duas estrela sem sair da constelação dos melhores do Brasileirão. "Destruímos um rival mostrando e provando que á ele não somos igual, e, no que fazemos, somos maioral", diz uma das milhares de citações de minha autoria, inclusive hoje (propositalmente) postada. Se domingo, ESPORTE CLUBE BAHIA, você perder - nunca vou deixar de torcer por você, óbviamente! - mas vai ser difícil de ENTENDER quem tem talento, competência e história, não colocar o rival debaixo dos pés para por baixo saber quem é você. (SINAL VERDE)

..... pois é, ALEXANDRE GARCIA! (Ontem no telejornal "Bom Dia Brasil", da TV GLOBO) . Não adianta nós, povo, invejar a Suécia por estar fechando os presídios, já que não tem criminosos por lá. Cá, entre nós, brasileiros, o governo precisa é cuidar do povo, educar e ensinar para mais tarde não ter que presídios criar para novos presos colocar. (SINAL VERDE)

.... balança, mas não cai. A ponte está dançando, gente!! O Brasil não é o país do samba? Pois, então? A ponte - em Iraí, divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina - está requebrando. (Deve estar contaminada com alguma "banda" - pela metade mesmo - baiana que foi para o sul "pagodear" ou "atochar" porcaria pelo lado de lá). Só faltou os técnicos-engenheiros do DNIT dizerem que a ponte "não vai perder o rebolado". Será que foi algum engenheiro "parvo" (e burro) que a construiu? (SINAL VERMELHO).

....é inacreditável que SALVADOR - ao menos a capital, com um decreto municipal - na Bahia, não tenha com o feriado homenageado ZUMBI dos PALMARES. Ontem (dia 20), em várias partes do país, festejou-se o Dia da Consciência Negra. Até em São Paulo a data é lembrada. Será que em Salvador - uma das capitais mais negras do nosso país - não se comemorou os 320 anos da HISTÓRIA de um dos maiores ativistas contra o racismo e o preconceito? Nem o Nêgo Fulêro - que nunca foi negro na cor, apenas no apelido - personagem de um romance de minha autoria com o mesmo título, faria tanta "fulerage". (Expressão genuinamente baianística!). Nós - negros, pardos, morenos - deveríamos pressionar os vereadores da capital baiana para ser criada uma lei sobre o assunto, o feriado. Tem tantos outros desnecessários. E justo este foi esquecido? (SINAL VERMELHO).

..... bombas explodiram NOVAMENTE no IRAQUE, matando e ferindo pessoas inocentes. E, mais uma vez, a Al-Qeada, é apontada como a principal suspeita. Até quando vamos ter de assistir na TV cenas tão violentas e agressivas contra o nosso irmão, o nosso semelhante? (SINAL VERMELHO).

..... e na BAHIA - com tantos bons artistas que a "boa terra" tem para se apresentar - vai começar, agora no verão (a mais bela estação da terra de todas as artes), a exibição de várias PORCARIAS, tocando aqui e ali, todos os dias. Para a alegria das "mulherzinhas" - envergonhando as GRANDES MULHERES baianas - que vão para os "xôs" remexer as bundinhas como as piores putinhas. (SINAL VERMELHO).

.....  a INTERNET e a falta de privacidade levou uma jovem a se matar depois que "alguém" - boba foi ela que não soube a fama, mesmo ruim, aproveitar - postou uma foto sua sem blusa na rede. 16 anos!! E o fim de uma vida. Que lástima! Criminoso é quem posta a foto e também são criminosos quem compartilha e depois - a famosa "bola de neve" - posta para outras pessoas. A internet é boa e má; assim como quem a usa para praticar maldades ou divulgar um bom trabalho. Cuidado com o que você posta e o máximo de atenção para quem olha. (SINAL VERMELHO).

..... roubo de cachorro!? Em Fortaleza (Ceará), THOR foi raptado quando passeava com sua dona na rua por motociclistas. (Passear de moto puxando um cão é inimaginável!). Se o bichinho honrasse o nome do fortão que lhe deram, os sequestradores veriam com "quantos dentes caninos se fáz uma mordida". (SINAL VERMELHO).

..... foi uma pena a GLOBO ter tirado do ar ANDRÉ MARQUES e a belíssima ANA FURTADO da atração do início da tarde, mas, acredito, que o talento dos dois será aproveitado logo, logo, na grade de programação. Agora - dando continuidade ao Jornal Hoje, as únicas coisas que presta na programação das emissoras no início da tarde, e que pessoas de bom gosto assistem - todos estamos assistindo ZECA CAMARGO dando um "show" no VÍDEO SHOW de competência com um novo formato do programa. Ontem morri de ri com a hilária Lília Cabral. Excelente! Gênio este Zeca para conceber uma idéia tão original. Só faço uma ressalva: porque a nata da nata dos contratados da emissora, que são os autores e diretores, não "dão o ar da graça"? Será que são tão INATINGÍVEIS e INACESSÍVEIS assim que não podem mostrar a cara? (SINAL VERDE)

                                                                                       RENÉ SANFERR, 21.11.2013

EU MOSTRO A VIDA COMO ELA É.
E NÃO COMO VOCÊ OLHA E ELA NÃO É.



"Destruímos um rival mostrando  e provando que à ele não somos igual e, no que fazemos, somos maioral". - SANFERR, 21.09.2013

"É melhor ficar em casa escrevendo do que ficar na rua sem saber o que está dizendo". - SANFERR, 18.04.2010

"Tudo o que você pensa que o seu inimigo não vai saber, é através de quem está bem perto e você pensa que é amigo, que vai contar para o seu inimigo saber tudo o que ele fez com você". - SANFERR, 18.11.2013

"Pedir para o marido de outra viajar com você, é pedir para ouvir dele que não vai a mulher deixar para ficar com você". - SANFERR, 11.11.2013

"O livro é um livro e o romance é um romance. Quem tem o que falar pode publicar um livro, mas somente o escritor pode publicar um romance". - SANFERR, 20.08.2013

"Tem mulher que dá o rabo para o homem que ela pensa que é macho, o qual, para outros homens, por dinheiro, lhes serve como viado".
       (EXTRAÍDO DO ROMANCE "NÊGO FULÊRO...", de minha autoria, de 1983)

"O pior inimigo de hoje foi o melhor amigo de ontem". - SANFERR, 10.07.2013

"Tem pais que precisam observar aonde colocou os filhos para, depois da escola se instruir, senão vão depois descobrir que os colocou num bordel para se prostituir". - SANFERR, 11.09.2003

"Quem fáz alguma coisa importante para o outro invejar, não vai invejar o outro que não fáz nada de relevante". - SANFERR, 14.11.2013

"Se você é um ninguém que não fáz nada para ser valorizado é porque não procurou ser alguém para fazer alguma coisa para ser admirado". - SANFERR, 10.05.2013

"Ficar sózinho não é castigo para ninguém, se, quando estava acompanhado, estava ao lado de quem é ninguém". - SANFERR, 20.02.1989

"Desprezado na vida vai ficar àquele que não fizer nada na vida para por todos ser admirado e por uns poucos criticado, já que desprezado é àquele que na vida não é lembrado nem para ser odiado". - SANFERR, 09.02.2011

"A maior falsidade é todo mundo se dizer baluarte da moralidade". - SANFERR, 10.06.2003

"Se quizer ouvir uma mentira para lhe agradar, é mais fácil logo me odiar, porque, da minha boca, você só vai escutar a verdade que eu tenho para falar". - SANFERR, 02.02.2010

"Já que nenhum homem é perfeito, uns não podem se achar no direito de nos outros colocar defeitos". - SANFERR, 20.08.2013

"Desmoralizar sem nada provar é coisa de quem gosta de tudo que é mentira espalhar para difamar". - SANFERR, 17.09.2010

"Não se afaste de quem nada tem hoje para lhe dar, por que, com as voltas que a vida dá, tudo pode mudar. E você amanhã precisar de quem quis ontem se afastar e não o encontrar para lhe ajudar". - SANFERR, 04.12.1991

"Não seja hoje empregado do dinheiro. Amanhã ele pode se tornar patrão do seu desespero". - SANFERR, 01.05.1983

"Cuide para a sua pequena maldade não se transformar numa grande falta de caráter". - SANFERR, 10.02.1985

"A bondade é bela e a maldade é feia". - SANFERR, 12.08.1980

"Deitado para não se cansar é como deve esperar o caluniado o dia que alguém tiver alguma prova para lhe acusar, condenar e deixar aprisionado". - SANFERR, 28.09.2010

"Morar numa casa espaçosa e confortável alugada, é sabedoria. Burrice é morar numa casa apertada e desconfortável comprada, já que da vida não se leva nada e morreremos um dia". - SANFERR, 20.04.2010

"Não se importe se pelo homem hoje você for rejeitado, já que por Deus amanhã você será abraçado". - SANFERR, 04.12.2002

"De tanto desejar o mal do outro, nos tornamos igual a quem nos fez tanto mal". - SANFERR, 29.10.2005

"Caluniamos, difamamos e desmoralizamos sem provas do que estamos falando, apenas porque outros estavam comentando". - SANFERR, 02.08.1999

"A maldade pode ser para maldosamente prejudicar ou, interessadamente, alguma coisa ganhar". - SANFERR, 20.O5.2005

"A dissimulação é uma ação com uma segunda intenção". - SANFERR, 10.05.2010

"A vingança não leva a nenhum lugar, a não ser o vingador se desgastar, e nada na vida mudar para a sua dor aplacar". - SANFERR, 18.10.2000

"Somente na ficção é que vivemos a ilusão do mal terminar mal por ter praticado tanto mal". - SANFERR, 06.01.2002

"O mau-caráter da ficção existe na vida real como o mais falso daqueles que chamamos de amigo e irmão". - SANFERR, 18.11.2013

                                                                                                        RENÉ SANFERR, 21.11.2013
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